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Sou economista, escritor e divulgador de conteúdos sobre economia, pesquisas científicas em geral e Economia Espacial, a nova fronteira do capital

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sexta-feira, 16 de outubro de 2026

Voltando à Lua – Para Ficar

Caro(a) Leitor(a),









Ir à Lua foi o primeiro passo. Permanecer lá é a próxima ambição. Com até 400 missões programadas para a Lua na próxima década – muitas lançadas pela ESA ou em parceria com ela – a Moonlight pretende ser a primeira provedora europeia de serviços de telecomunicações e navegação fora do planeta. 

O programa Moonlight é fundamental para garantir o acesso soberano da Europa a áreas de interesse científico na Lua e em sua órbita, bem como para fornecer infraestrutura para missões de pesquisa e exploração, tanto para outras missões da ESA quanto para serviços comerciais para missões não afiliadas à ESA. 

O projeto Moonlight permitirá a criação de serviços interoperáveis ​​de comunicação e orientação, reduzindo a complexidade e a massa das futuras missões à Lua. Isso contribuirá para o objetivo da ESA de ser sustentável em suas iniciativas de exploração espacial, ao mesmo tempo que proporcionará maior eficiência operacional e redução de custos para as missões lunares.

No futuro, a Lua poderá se tornar um lar para instalações de armazenamento de dados, postos avançados de monitoramento do clima espacial e radiotelescópios no lado oculto da Lua, um dos espaços com menor interferência de rádio em todo o Sistema Solar. 

Sem o Moonlight, projetos como  o Argonaut da ESA  – o programa europeu de pouso lunar – não seriam possíveis. Ele é um dos pilares essenciais da infraestrutura lunar necessária para o futuro da exploração tripulada do nosso único satélite natural, mas sua utilidade vai muito além das futuras missões robóticas.


O mercado lunar continuará a evoluir à medida que as missões aumentarem em quantidade e escopo, e o Moonlight reduz a barreira financeira para essas missões. Ao oferecer um serviço altamente interoperável e escalável, o Moonlight permite que até mesmo missões menores sejam mais ambiciosas e acessem áreas desafiadoras da Lua, como o polo sul, o lado oculto e crateras em sombra permanente. Para garantir que a Europa não perca a vantagem de pioneirismo, o Moonlight oferece os melhores serviços possíveis aos usuários por meio de um serviço confiável e contínuo, mantendo, ao mesmo tempo, um uso sustentável dos recursos e do espectro. 



Obrigado pela sua visita e volte sempre!

Para saber mais, acesse o link para continuar a leitura, pois têm mais conteúdos para aprendizagem.

Fonte / Créditos:  Agência Espacial Euorpeia (ESA, na sigla em inglês)

https://resilience.esa.int/moonlight


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No "New Space Economy" você vai acompanhar os conteúdos relacionados a Nova Economia Espacial, "a Space Economy". Editei este Blog movido por uma convicção simples: as decisões de negócios mais importantes da próxima década serão influenciadas, direta ou indiretamente, pelo que está acontecendo a 400 quilômetros acima de nossas cabeças. O espaço já é a infraestrutura crítica da economia global. A economia espacial moderna sustenta quase todos os pilares da vida moderna na Terra O New Space Economy  é o seu terminal de dados para o que acontece acima da nossa atmosfera, agora traduzido para o idioma dos negócios.  Acesse aqui: https://newspaceeconomy.blogspot.com/

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Web Science Academy; Hélio R.M.Cabral (Economista, Escritor eDivulgador de conteúdos de Economia, Astronomia, Astrofísica, Astrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias Amazon, Book Mundo e outras

Orion Book: https://www.orionbook.com.br/

The Space Store: https://thespacestore.com/?ref=mwoscsnr

Air Models: https://airmodels.net/?aff=HELIORICARDOMORAESCABRAL

Astro Shop: https://www.astroshop.pt/affiliate/links?active_shop=4000

Astro Shop: https://www.omegon.eu/pt/?affiliate_id=HelioEcono

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Shein:  https://br.shein.com/?aff_id=6450526705&invite_code=T2P8C

Mercado Livre: https://www.mercadolivre.com.br/social/hc20260704131057

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Em busca da Estação Espacial Internacional

Caro(a) Leitor(a),




Explicação: Desabrochando no céu antes do amanhecer de terça-feira, 13 de outubro, um foguete Falcon 9 e a espaçonave Dragon seguem rumo à órbita baixa da Terra neste impressionante vídeo em timelapse capturado em Indian Harbour Beach, Flórida. Partindo do Complexo de Lançamento Espacial 40 na Estação da Força Espacial de Cabo Canaveral, o Falcon e a Dragon perseguem a Estação Espacial Internacional na 35ª missão de Serviços Comerciais de Reabastecimento da NASA. No momento certo, a própria estação espacial entra em cena pelo topo. Quase 8 segundos após o início do timelapse de 30 segundos, o rastro brilhante da ISS aparece "descendo" em direção ao horizonte. O primeiro e o segundo estágios do Falcon 9 se separam enquanto a espetacular pluma de exaustão em forma de água-viva cresce, já captando a luz do sol nascente. A sequência visível da aceleração do primeiro estágio, reentrada e aterrissagem começa por volta dos 20 segundos do vídeo. Com o segundo estágio seguindo a ISS em direção ao horizonte distante, a pluma em forma de água-viva continua a flutuar no céu antes do amanhecer, mesmo após o pouso bem-sucedido do primeiro estágio na Zona de Pouso 40 do planeta Terra.


Data16 de outubro de 2026
Crédito do vídeo:Eric Holland
Autores e editores:Jerry Bonnell, Cecilia Chirenti,
Robert Nemiroff, Keighley Rockcliffe
Um serviço de:ASD na NASA / GSFC ,
Ativação Científica da
NASA
e Michigan Tech. U.

Obrigado pela sua visita e volte sempre!

Para saber mais, acesse o link para continuar a leitura, pois têm mais conteúdos para aprendizagem.

Fonte / Créditos:  NASA  / Publicado 16/10/2026


https://science.nasa.gov/image-article/apod-2026-october-16-chasing-the-international-space-station/

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Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

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quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Mais de metade do espelho gigante do ELT já se encontra no Chile

Caro(a) Leitor(a),




Peça a peça, o maior espelho de telescópio alguma vez construído está a atravessar o Atlântico. Quase 500 segmentos do espelho principal do Extremely Large Telescope (ELT) do ESO já chegaram às Instalações Técnicas do ELT, no Observatório do Paranal do ESO, no Chile, o que representa um pouco mais de metade de todos os segmentos que estão a ser fabricados para o que virá a ser um "olho" de 39 metros virado para o céu. O último segmento entrou já em produção na Safran Reosc, em França. Uma vez que não é possível fabricar um espelho desta dimensão a partir duma única peça de vidro, o espelho principal do ELT (M1) compõe-se de 798 segmentos individuais, que funcionarão em uníssono como se de um só se tratassem para observar o Universo profundo com todo o detalhe.

A produção dos segmentos hexagonais do M1 trata-se dum processo complexo que ilustra bem a colaboração internacional que torna o ELT possível. A viagem de cada segmento começa na Alemanha, onde a SCHOTT fabrica as peças em bruto a partir de Zerodur©, um material vitrocerâmico cuja forma praticamente não se altera com variações de temperatura. As peças em bruto são depois enviadas para a Safran Reosc, perto de Poitiers, em França, onde são moldadas, polidas e montadas nos seus suportes, os quais foram concebidos pela TNO e produzidos pela VDL ETG Projects BV, duas empresas holandesas. O consórcio FAMES (Fogale, França; MicroEpsilon, Alemanha) concebeu e fabrica os sensores que monitorizam a posição relativa de cada segmento, e a empresa alemã Physik Instrumente produz os atuadores que mantêm cada segmento perfeitamente alinhado com os seus vizinhos. A etapa final do percurso dos segmentos do M1 e dos seus suportes é uma viagem de 10 000 quilómetros por camião e por navio até ao deserto chileno do Atacama, tarefa esta a cargo da empresa dinamarquesa DSV.

À sua chegada às Instalações Técnicas do ELT, os segmentos são inspecionados e revestidos pelos engenheiros e técnicos do ESO, conferindo-lhes assim o acabamento altamente refletor que irá capturar a luz das estrelas. No entanto, este revestimento não dura sempre: quando o telescópio estiver em funcionamento, será necessário substituir dois segmentos por dia para lhes aplicar uma nova camada refletora, trabalho que a equipa do ESO no Paranal realizará ao longo de toda a vida útil do ELT. Para que seja possível levar a cabo este trabalho constante sem que o espelho fique com "buracos", foram fabricados 133 segmentos adicionais (ou seja, um total de 931), de modo a que cada segmento que é retirado para revestimento possa ser substituído imediatamente. Com a chegada do último lote, mais de 50% dos 931 segmentos encontram-se agora no Chile.

Os primeiros segmentos chegaram ao Chile no início de 2024, cerca de sete anos após a assinatura dos primeiros contratos industriais para a sua produção. Atualmente, a Safran Reosc atingiu um ritmo de produção de um segmento por dia. Com mais de metade dos segmentos, juntamente com os respetivos suportes, já no Chile, a maior parte dos restantes segmentos encontra-se agora a caminho ou já embalada e pronta para ser expedida, restando por isso apenas um pequeno número ainda em fase de produção. Isto significa que, nos próximos meses, todos os segmentos do M1 estarão no Chile.

Quando, daqui a alguns anos, o ELT começar a observar o Universo a partir do Cerro Armazones, perto do Paranal, o telescópio será o "maior olho do mundo virado para o céu". O espelho gigante, os sistemas sofisticados e os céus escuros sob os quais irá trabalhar, permitir-lhe-ão, entre outros, estudar atmosferas de planetas rochosos em torno doutras estrelas, observar as primeiras galáxias e estrelas que se formaram após o Big Bang e verificar se as constantes da física se alteram ao longo do tempo cósmico. O projeto ELT está agora concluído em mais de 75% e as primeiras observações científicas estão previstas para o final de 2030.

Contatos

Bárbara Ferreira

ESO Media Manager

Garching bei München, Alemanha

Tel: +49 89 3200 6670

Email: press@eso.org

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Fonte / Créditos:  Observattório Europeu do Sul (ESO, na sigla em ingês)  / Publicado 14/10/2026


https://www.eso.org/public/portugal/announcements/ann26009/

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Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

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Antena massiva, espelho silencioso

Caro(a) Leitor(a),



Na Fotografia da Semana de hoje, o SEST (Swedish-ESO Submillimetre Telescope), já desativado, situado no Observatório de La Silla do ESO, no deserto chileno do Atacama, mostra-nos a sua superfície com 15 metros de diâmetro a refletir o céu estrelado dum dos melhores locais da Terra para observações astronómicas.

O SEST era, aquando da sua primeira luz em 1987, o único grande telescópio no hemisfério sul concebido para a astronomia submilimétrica. Estudava radiação com comprimentos de onda mais longos do que a luz visível, emitida por nuvens frias de gás e poeira onde ocorre a formação estelar. Para capturar estes sinais fracos e produzir imagens nítidas, são necessárias grandes áreas para colectar a radiação, o que resulta em telescópios tão imponentes como o SEST. "Apesar de saber de antemão que este telescópio tinha 15 metros de diâmetro, ainda assim fiquei impressionado com o seu tamanho", afirma o fotógrafo que tirou esta fotografia, José Rodrigues, astrónomo visitante em La Silla.

Embora já não esteja em funcionamento, o SEST continua a ser um espelho silencioso do céu escuro de La Silla, colorido nesta imagem pelo fraco brilho natural da luminescência atmosférica proveniente dos átomos presentes na nossa atmosfera.

Créditos:

J. Rodrigues/ESO



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Fonte / Créditos:  Observattório Europeu do Sul (ESO, na sigla em ingês)  / Publicado 12/10/2026


https://www.eso.org/public/portugal/images/potw2641a/

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Astro Shop: https://www.omegon.eu/pt/?affiliate_id=HelioEcono

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