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sábado, 22 de agosto de 2026

A estrela mais rápida da Via Láctea orbita tão perto do nosso buraco negro supermassivo que sente a sua rotação

Caro(a) Leitor(a)




Os astrónomos descobriram a estrela mais rápida, conhecida até à data, da Via Láctea em órbita do buraco negro situado no centro galáctico. A estrela, denominada S301, foi detectada com o Interferómetro do Very Large Telescope (VLTI) do Observatório Europeu do Sul (ESO) e chega a atingir velocidades de 25 000 km/s em determinados pontos da sua órbita em torno do buraco negro, que tem cerca de quatro milhões de massas solares. Esta estrela aproxima-se mais deste objeto central do que qualquer outra estrela observada anteriormente, tanto que deverá estar a sentir os efeitos da rotação do buraco negro.

"Décadas de observação cuidadosa das estrelas que orbitam Sagitário A*, o buraco negro central da nossa Galáxia, conduziram à descoberta revolucionária duma estrela muito promissora. Por estar a orbitar tão próximo de Sagitário A*, a S301 abre uma nova janela para as propriedades fundamentais do espaço-tempo no meio extremo de um buraco negro", afirma Reinhard Genzel, vencedor de um Prémio Nobel, diretor do Instituto Max Planck de Física Extraterrestre (MPE) em Garching, na Alemanha, e membro fundador da colaboração GRAVITY+, responsável pelas novas observações.

"O que torna esta estrela especial é o facto da sua órbita em torno de Sagitário A* ser muito apertada. A órbita tem um período de apenas 8,7 anos, o que faz a estrela aproximar-se do buraco negro a uma distância de apenas 12 vezes a distância da Terra ao Sol, algo sem precedentes", explica Felix Mang, doutorando no MPE e autor do estudo publicado hoje na revista Nature.

Ao passar no ponto da sua órbita mais próximo do buraco negro, a estrela atinge uma velocidade de cerca de 25 000 km/s, o que corresponde a 100 mil vezes mais do que um avião comercial, ou mais de 8% da velocidade da luz, sendo, por isso, a detentora do recorde da estrela mais rápida da Via Láctea conhecida até à data. A S301 é também a estrela que se aproxima mais de Sagitário A*, chegando a uma distância do buraco negro semelhante à que separa Saturno do Sol [1]. Pelo facto de se aproximar tanto de Sagitário A*, a S301 é a primeira estrela conhecida que poderá ser utilizada para medir diretamente a rotação de um buraco negro.

Tal como a maioria dos objetos do nosso Universo, os astrónomos prevêem que Sagitário A* tenha um movimento de rotação. De acordo com a teoria da relatividade geral de Einstein, um buraco negro em rotação arrasta o espaço-tempo consigo distorcendo-o, o que afeta as órbitas das estrelas circundantes. Este efeito é sentido mais intensamente em objetos que orbitam perto de buracos negros que rodam rapidamente.

"Com o auxílio desta estrela, esperamos conseguir medir, nos próximos 10 anos, a rotação do nosso buraco negro central", afirma Mang. Stefan Gillessen, investigador no MPE, que também participou no novo estudo, diz: "Seríamos efetivamente capazes de medir, pela primeira vez e de forma muito direta, a rotação de um buraco negro supermassivo, o que constituiria um teste fundamental à teoria de Einstein." Juan Osorno, astrónomo do LIRA Observatoire de Paris–PSL, França, que participou igualmente neste estudo, acrescenta: "Sem a descoberta desta estrela, iríamos ter de medir o movimento de outras estrelas durante várias décadas para conseguirmos determinar minimamente a rotação do buraco negro."

Encontrar a S301, que se mostra no céu 2 mil milhões de vezes mais ténue do que Betelgeuse (a famosa estrela laranja da constelação de Orion), não foi tarefa fácil. A equipa utilizou o VLTI, instalado no Observatório do Paranal do ESO, no Chile, e o seu instrumento GRAVITY, agora atualizado para GRAVITY+ na sequência de um melhoramento realizado na infraestrutura [2]. O VLTI é capaz de combinar a luz colectada pelos quatro grandes telescópios de 8 metros do VLT, criando assim um telescópio "virtual" com uma resolução espacial 15 vezes superior à de um único telescópio de 8 metros individual.

"A nível mundial, o Paranal é o único local onde é possível realizar este tipo de observações, uma vez que nenhum outro observatório do mundo dispõe de quatro telescópios de 8 metros capazes de funcionar em uníssono como um interferómetro", afirma o coautor Frank Eisenhauer, investigador principal do GRAVITY+ e diretor do MPE.

Com o GRAVITY e, posteriormente, o GRAVITY+, a equipa conseguiu observar esta estrela pela primeira vez na Primavera de 2023, tendo seguidamente vindo a acompanhá-la para determinar a sua órbita. Os investigadores foram ainda capazes de recuar até 2017 na história orbital da S301, descobrindo que a sua última aproximação máxima ao buraco negro central se deu no início de 2023. As propriedades orbitais da S301 e o facto das estrelas não se conseguirem formar tão perto dum buraco negro supermassivo, indicam que esta estrela fazia provavelmente parte dum sistema binário que foi destruído pelas forças de maré de Sagitário A*. No processo, a S301 terá ficado presa na gravidade do buraco negro, enquanto a sua estrela companheira foi provavelmente ejetada a alta velocidade, certamente com velocidade suficiente para deixar completamente a Galáxia.

Observações de seguimento levadas a cabo com o GRAVITY+, e com o instrumento MICADO que será instalado no futuro Extremely Large Telescope (ELT) do ESO, serão cruciais para traçar a trajetória da S301 ao longo da próxima década, que incluirá a sua próxima aproximação máxima ao buraco negro em 2031. A observação de, pelo menos, duas órbitas completas da S301 permitirá aos astrónomos restringir a sua trajetória com precisão suficiente para que se possa determinar diretamente a rotação de Sagitário A* pela primeira vez, "o que seria um sonho tornado realidade", conclui Mang.

Notas

[1] No seu ponto de maior aproximação ao buraco negro, a estrela passa a apenas 1,78 mil milhões de km deste objeto, o equivalente a cerca de 12 vezes a distância entre o Sol e a Terra, ou cerca de apenas 20% maior que a distância entre o Sol e Saturno.

[2] Após várias décadas a mapear estrelas que orbitam o centro da Via Láctea utilizando diferentes infraestruturas do ESO, a equipa utiliza desde 2017 o instrumento GRAVITY do VLTI. Uma série de melhoramentos, tanto no instrumento como no interferómetro, denominado GRAVITY+, foi implementada gradualmente ao longo dos últimos anos, o que tem permitido detectar objetos cada vez mais ténues.

Informações adicionais

Este trabalho de investigação foi descrito no artigo científico da colaboração GRAVITY+ intitulado “Discovery of a star sensitive to the spin of Sgr A*” publicado na revista Nature (doi: 10.1038/s41586-026-10894-w).

A equipa é composta por: K. Abd El Dayem (LIRA, Observatoire de Paris, Université PSL, CNRS, Sorbonne Université, Université de Paris, França [LIRA]), R. Abuter (Observatório Europeu do Sul, Garching, Alemanha [ESO Germany]), N. Aimar (Faculdade de Engenharia, Universidade do Porto, Portugal [FEUP], e Centro de Astrofísica e Gravitação, IST, Universidade de Lisboa, Portugal [CENTRA]), P. Amaro-Seoane (Universitat Politècnica de València, Espanha, e Instituto Max Planck de Física Extraterrestre, Garching, Alemanha [MPE]), A. Berdeu (ESO e LIRA), J. P. Berger (Univ. Grenoble Alpes, CNRS, Grenoble, França [IPAG]), G. Bourdarot (MPE), W. Brandner (Instituto Max Planck de Astronomia, Heidelberg, Alemanha [MPIA]), A. Burkert (Observatório da Universidade, Faculdade de Física, Ludwig-Maximilians-Universität, Munique, Alemanha [LMU] e MPE), D. Calderon (Instituto Max Planck de Astrofísica [MPA], Garching, Alemanha), C. Correia (FEUP e CENTRA), J. Cuadra (Universidad Adolfo Ibañez, Viña del Mar, Chile, e Millennium Nucleus on Transversal Research and Technology to Explore Supermassive Black Holes [TITANS], Chile), R. Davies (MPE), D. Defrère (Instituto de Astronomia, KU Leuven, Bélgica [KU Leuven]), L. Delit (LIRA), A. Drescher (IPAG e MPE), F. Eisenhauer (MPE e Departamento de Física, Universidade Técnica de Munique, Alemanha [TUM]), L. Esteras Otal (ESO Germany), M. Fabricius (MPE), H. Feuchtgruber (MPE), N. M. Förster Schreiber (MPE), A. Foschi (LIRA), P. Garcia (FEUP e CENTRA), R. Garcia Lopez (School of Physics, University College Dublin, Irlanda), A. Generozov (Astronomy Dept. and Oden Institute, University of Texas at Austin, EUA), R. Genzel (MPE e Departments of Physics & Astronomy, Le Conte Hall, University of California, Berkeley, EUA), S. Gillessen (MPE), F. Gonté (ESO Germany), X. Haubois (bservatório Europeu do Sul, Santiago, Chile [ESO Chile]), S. F. Hönig (School of Physics & Astronomy, University of Southampton, Reino Unido [Southampton]), M. Houllé (IPAG), S. Joharle (MPE), A. Kaufer (ESO Chile), J. Kammerer (ESO Germany), P. Kervella (LIRA), J. Kolb (ESO Germany), L. Kreidberg (MPIA), R. Laugier (KU Leuven), S. Lacour (LIRA), O. Lai (Université Côte d’Azur, Observatoire de la Côte d’Azur, CNRS, Laboratoire Lagrange, França [Lagrange]), J.-B. Le Bouquin (IPAG), J. Leftley (Southampton) B. Lopez (Lagrange), D. Lutz (MPE), F. Mang (MPE e TUM), A. Mérand (ESO Germany), F. Millour (Lagrange), M. Montargès (LIRA), N. Morujão (FEUP e CENTRA), H. Nowacki (Lagrange), M. Nowak (LIRA), S. Oberti (ESO Germany), J. Osorno (LIRA), T. Ott (MPE), T. Paumard (LIRA), C. Paladini (ESO Chile), H. B. Perets (Departamento de Física, Technion - Instituto de Tecnologia de Israel, Haifa, Israel), K. Perraut (IPAG), G. Perrin (LIRA), R. Petrov (Lagrange) P. O. Petrucci (IPAG), T. Piran (Instituto de Física Racah, Universidade Hebraica de Jerusalém, Israel [Racah]), N. Pourré (IPAG), S. Rabien (MPE), D. C. Ribeiro (MPE), S. Robbe-Dubois (Lagrange), M. Sadun Bordoni (MPE), J. Sánchez Bermúdez (Instituto de Astronomía, Universidade Autónoma Nacional do México, México), D. Santos (MPE), R. Sari (Racah) J. Sauter (MPIA), S. Scheithauer (MPIA), J. Scigliuto (Lagrange) J. Shangguan (MPE), T. T. Shimizu (MPE), F. Soulez (Univ. Lyon, Univ. Lyon 1, ENS de Lyon, CNRS, Centre de Recherche Astrophysique de Lyon, França), J. Stadler (LMU), C. Straubmeier (1º Instituto de Física, Universidade de Colónia, Alemanha [Cologne]), E. Sturm (MPE), M. Subroweit (Cologne), C. Sykes (Southampton), L. J. Tacconi (MPE), P. Thévenet (LIRA), I. Urso (LIRA), F. Vincent (LIRA), J. Woillez (ESO Germany), G. Zins (ESO Chile).

O Observatório Europeu do Sul (ESO) ajuda cientistas de todo o mundo a descobrir os segredos do Universo, o que, consequentemente, beneficia toda a sociedade. No ESO concebemos, construímos e operamos observatórios terrestres de vanguarda — os quais são usados pelos astrónomos para investigar as maiores questões astronómicas da nossa época e partilhar com o público o fascínio pela astronomia — e promovemos colaborações internacionais em astronomia. Fundado em 1962 como organização intergovernamental, o ESO é hoje apoiado por 16 Estados Membros (Alemanha, Áustria, Bélgica, Chéquia, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Irlanda, Itália, Países Baixos, Polónia, Portugal, Reino Unido, Suécia e Suíça), para além do Chile, o seu país de acolhimento, e da Austrália como Parceiro Estratégico. A Sede do ESO e o seu centro de visitantes e planetário, o Supernova do ESO, situam-se perto de Munique, na Alemanha, enquanto o deserto chileno do Atacama, um lugar extraordinário com condições únicas para a observação dos céus, acolhe os nossos telescópios. O ESO mantém em funcionamento três observatórios: La Silla, Paranal e Chajnantor. No Paranal, o ESO opera o Very Large Telescope e o Interferómetro do Very Large Telescope, assim como telescópios de rastreio, tal como o VISTA. Ainda no Paranal, o ESO acolherá e operará a rede sul do Cherenkov Telescope Array Observatory, o maior e mais sensível observatório de raios gama do mundo. Juntamente com parceiros internacionais, o ESO opera o ALMA no Chajnantor, uma infraestrutura que observa o céu milimétrico e submilimétrico. No Cerro Armazones, próximo do Paranal, estamos a construir “o maior olho do mundo virado para o céu” — o Extremely Large Telescope do ESO. Dos nossos gabinetes em Santiago do Chile, apoiamos as nossas operações no país e trabalhamos com parceiros chilenos e com a sociedade chilena.

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Fonte / Créditos:  Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês)   / Publicado 19/08/2026

https://www.eso.org/public/portugal/news/eso2612/

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No "New Space Economy" você vai acompanhar os conteúdos relacionados a Nova Economia Espacial, "a Space Economy". Editei este Blog movido por uma convicção simples: as decisões de negócios mais importantes da próxima década serão influenciadas, direta ou indiretamente, pelo que está acontecendo a 400 quilômetros acima de nossas cabeças. O espaço já é a infraestrutura crítica da economia global. A economia espacial moderna sustenta quase todos os pilares da vida moderna na Terra O New Space Economy  é o seu terminal de dados para o que acontece acima da nossa atmosfera, agora traduzido para o idioma dos negócios.  Acesse aqui: https://newspaceeconomy.blogspot.com/

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Web Science Academy; Hélio R.M.Cabral (Economista, Escritor eDivulgador de conteúdos de Economia, Astronomia, Astrofísica, Astrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias Amazon, Book Mundo e outras

Orion Book: https://www.orionbook.com.br/

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Um gigante feito de muitas partes

Caro(a) Leitor(a)




Assim de repente, a antena que vemos em primeiro plano parece ser mais importante que as outras mas, na realidade, é a perspetiva desta Fotografia da Semana que faz com esta antena domine sobre as restantes. Na verdade, todas as antenas que vemos na imagem são igualmente importantes e pertencem ao Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA), um observatório internacional situado no norte do Chile, do qual o ESO é um parceiro.

O ALMA é composto por 66 antenas que trabalham em conjunto, em vez de separadas, combinando os sinais que colectam através duma técnica chamada interferometria, a qual permite criar um telescópio virtual tão grande quanto a distância entre as antenas mais afastadas. As antenas podem ser reposicionadas à medida das necessidades dos astrónomos: quando estão próximas umas das outras formam uma configuração ideal para mapear grandes estruturas cósmicas, enquanto que quando estão espalhadas ao longo do planalto a grandes distâncias umas das outras, até um máximo de 16 km, os astrónomos conseguem distinguir detalhes mais minuciosos nos objetos observados.

Em vez de luz visível, o ALMA detecta radiação milimétrica e submilimétrica, situada entre o infravermelho e o rádio no espectro electromagnético. Esta luz provém da matéria mais fria existente no Universo, incluindo nuvens de gás e poeira onde as estrelas nascem e discos onde os planetas se formam. Estas antenas mostram bem que o ponto forte do ALMA não está nas suas antenas individuais, mas sim no modo como todas elas trabalham em uníssono para formar um único telescópio virtual gigante.

Créditos: A. Russell/ESO

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Fonte / Créditos:  Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês)   / Publicado 17/08/2026

https://www.eso.org/public/portugal/images/potw2633a/

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Principalmente Perseidas

Caro(a) Leitor(a)












Crédito de imagem e direitos autorais : Jakub Koukal ( Observatório Valašské Meziříčí )

Explicação: Registradas na noite de 12 para 13 de agosto, as imagens de quatro câmeras dedicadas ao monitoramento de meteoros em um observatório astronômico na República Tcheca foram alinhadas e combinadas para criar esta visão de todo o céu durante a noite. Naquela noite , o total chegou a 1.706 meteoros. E como isso coincidiu com o pico de atividade da chuva de meteoros Perseidas de 2026 , a maioria são perseidas. Seu número impressionante facilita a identificação. De forma bastante convincente, os rastros das perseidas convergem para um único radiante no céu, no canto superior direito, uma região na constelação de Perseu, que dá nome à chuva anual. Mas meteoros pertencentes a outras chuvas, muito menos ativas, também podem ser identificados pela localização de seus radiantes. Por exemplo, cruzando os rastros das perseidas, vemos meteoros de uma chuva cujo radiante está em Cisne, conhecida como Kappa Cygnids . O complexo anti-élio , uma região geral próxima de Aquário e oposta ao Sol no céu, também é identificável como uma fonte fraca de meteoros.

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Autores e editores: Robert Nemiroff ( MTU ) e Jerry Bonnell ( UMCP )
Representante da NASA: Amber Straughn Direitos específicos se aplicam .
Privacidade na Web da NASA , Acessibilidade , Avisos ;
Um serviço de: ASD na NASA / GSFC ,
NASA Science Activation
e Michigan Tech. U.


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Fonte / Créditos:  NASA   / Publicado 22/08/2026

https://apod.nasa.gov/apod/image/2608/allsky_CEMeNt_Aug12-13final_pretty_8bit.jpg

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sexta-feira, 21 de agosto de 2026

AEB abre novas turmas para 37 cursos na área espacial

 

Caro(a) Leitor(a)












Inscrições vão até o dia 15 de outubro

este sábado (1º), a Agência Espacial Brasileira (AEB), por meio do AEB Escola, abre novas turmas para 37 cursos da plataforma. Nesta edição, passam a ser oferecidos seis novos cursos e é inaugurada a categoria Ciências Agrárias e Biológicas, com o curso "Saúde e Autossuficiência Humana em Contextos Espaciais Análogos".

As atividades são realizadas em formato on-line e assíncrono, permitindo que os participantes acompanhem o conteúdo de acordo com sua disponibilidade, por meio da Plataforma AEB Escola Virtual.

As inscrições podem ser realizadas até 15 de outubro. Após o início do curso, o participante terá até dois meses para concluir as atividades e, atendidos os requisitos, emitir o certificado.

Cursos do Segmento GLOBE: 
Professor GLOBE Observer
Cientista GLOBE
Protocolo Árvores

Segmento Ciências Exatas e da Terra:
Programação de Algoritmos em Python
Minicurso - Fibra Óptica e Geoplano
Minicurso - Células Solares e Circuito Elétrico
Minicurso - Arduino
Linguagens de Programação
Introdução à Oceanografia Física
Introdução à Meteorologia
Vamos fazer Ciência - Ciclo da Água e da Pedosfera
Narrativas Visuais com IA 

Segmento Ciências Aeroespaciais: 
Engenharia de produto no setor aeroespacial
Curso de Astronomia
Mistérios do Universo
Sensoriamento Remoto
Astronomia Básica (com audiodescrição e tradução em Libras)
Introdução à Maturidade Tecnológica e suas Métricas 
Um voo pelo universo dos foguetes: teoria e prática
Introdução aos Nanossatélites
Minicurso - Introdução à Física de Foguetes Aplicado ao Ensino de Ciências Espaciais - Espaço, movimentos, gravidade e peso
Minicurso - Introdução à Física de Foguetes Aplicado ao Ensino de Ciências Espaciais - Conceitos Iniciais
Introdução à Propulsão Espacial I e II
Introdução à Astronáutica Análoga
Experimentação para lançamento de foguetes
Satélites 
Viagens Espaciais: do sonho à realidade

Segmento Ciências Humanas e Sociais: 
Trajetória orçamentária recente do setor espacial
História do setor espacial
Curso Introdutório à Geopolítica Aeroespacial
Curso Básico de Direito Espacial
Minicurso - Aprendizagem com Base em Projetos, Jogos, Gamificação, Casos de Ensino e Desafios em Grupos Aplicado ao Ensino de Ciências Espaciais 
Minicurso - Storytelling e Sala de Aula Invertida Aplicado ao Ensino de Ciências Espaciais
Gestão de Projetos Aeroespaciais
Segurança e Defesa do Espaço Exterior 
Metodologias ativas e inovação no ensino de ciências aeroespaciais

Ciências Agrárias e Biológicas:
Saúde e Autossuficiência Humana em Contextos Espaciais Análogos

Sobre a AEB

A Agência Espacial Brasileira (AEB), órgão central do Sistema Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais (SINDAE), é uma autarquia pública vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), responsável por formular, coordenar e executar a Política Espacial Brasileira.

Desde a sua criação, em 10 de fevereiro de 1994, a Agência trabalha para viabilizar os esforços do Estado Brasileiro na promoção do bem-estar da sociedade, por meio do emprego soberano do setor espacial.

Ciência e Tecnologia


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Fonte / Créditos:  Agência Espacial Brasileira (AEB)    / Publicado 31/07/2026

https://www.gov.br/aeb/pt-br/assuntos/noticias/aeb-abre-novas-turmas-para-37-cursos-na-area-espacial

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