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terça-feira, 1 de setembro de 2026

Estações Espaciais Comerciais

Caro(a) Leitor(a), 




A NASA está empenhada em garantir a transição perfeita da Estação Espacial Internacional para novas estações espaciais comerciais em órbita baixa da Terra o mais rápido possível e está utilizando Acordos da Lei Espacial financiados para acelerar esse esforço por meio do projeto e da demonstração, além de fornecer à indústria a flexibilidade necessária para apoiar essa iniciativa comercial. As futuras estações espaciais comerciais garantirão a continuidade da missão, a acessibilidade financeira e o alinhamento nacional, bem como reduzirão a possibilidade de uma lacuna na disponibilidade de uma plataforma capaz de transportar tripulação em órbita baixa da Terra. 

Com a Estação Espacial Internacional se aproximando do fim de sua vida útil em 2030, a NASA planeja fazer a transição para novas estações espaciais comerciais em órbita baixa da Terra, a fim de continuar aproveitando o ambiente único e os benefícios da pesquisa em microgravidade. Por meio de parcerias comerciais, a NASA pretende manter sua liderança na pesquisa em microgravidade e garantir o acesso à órbita baixa da Terra para o benefício da humanidade.

A estratégia comercial da NASA para a órbita terrestre baixa fornecerá ao governo serviços confiáveis ​​e seguros a um custo menor, permitindo que a agência se concentre na próxima etapa da exploração do sistema solar pela humanidade, ao mesmo tempo que continua a usar a órbita terrestre baixa como um ambiente ideal para treinamento e teste para missões no espaço profundo e para a Lua e Marte.

A NASA está utilizando uma abordagem faseada para apoiar o projeto, desenvolvimento e demonstração de estações espaciais em órbita terrestre baixa, de propriedade e operadas comercialmente, a partir das quais a NASA, juntamente com outros clientes, poderá adquirir serviços e estimular o crescimento de atividades comerciais em um mercado de microgravidade.

Obrigado pela sua visita e volte sempre!

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Fonte / Créditos:  NASA 

https://www.nasa.gov/humans-in-space/commercial-space/commercial-space-stations/

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No "New Space Economy" você vai acompanhar os conteúdos relacionados a Nova Economia Espacial, "a Space Economy". Editei este Blog movido por uma convicção simples: as decisões de negócios mais importantes da próxima década serão influenciadas, direta ou indiretamente, pelo que está acontecendo a 400 quilômetros acima de nossas cabeças. O espaço já é a infraestrutura crítica da economia global. A economia espacial moderna sustenta quase todos os pilares da vida moderna na Terra O New Space Economy  é o seu terminal de dados para o que acontece acima da nossa atmosfera, agora traduzido para o idioma dos negócios.  Acesse aqui: https://newspaceeconomy.blogspot.com/

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Web Science Academy; Hélio R.M.Cabral (Economista, Escritor eDivulgador de conteúdos de Economia, Astronomia, Astrofísica, Astrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias Amazon, Book Mundo e outras

Orion Book: https://www.orionbook.com.br/

The Space Store: https://thespacestore.com/?ref=mwoscsnr

Air Models: https://airmodels.net/?aff=HELIORICARDOMORAESCABRAL

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Astrografia

 Caro(a) Leitor(a), 



Astrografia é o campo dedicado à representação, descrição, localização e mapeamento dos astros e de estruturas celestes, utilizando conhecimentos de astronomia, cartografia, matemática, observação astronômica e processamento de dados.

Em sentido amplo, ela procura transformar observações e dados astronômicos em cartas, mapas, catálogos, atlas e representações espaciais de estrelas, planetas, satélites naturais, asteroides, cometas, galáxias e outras estruturas do Universo.

Uma definição acadêmica ampliada seria:

Astrografia é a disciplina interdisciplinar que trata da representação e do mapeamento dos objetos e fenômenos celestes, determinando suas posições, características e relações espaciais por meio de técnicas astronômicas, cartográficas, matemáticas, computacionais e de sensoriamento remoto.

🔭 O que a Astrografia mapeia?

Entre seus principais objetos estão:

  • ⭐ estrelas e constelações;
  • 🪐 planetas e exoplanetas;
  • 🌙 Lua e outros satélites naturais;
  • ️ cometas e asteroides;
  • 🌌 galáxias e aglomerados de galáxias;
  • 🛰️ objetos artificiais e satélites;
  • 🗺️ superfícies planetárias;
  • 🧭 sistemas de coordenadas celestes;
  • 🌠 fenômenos e estruturas astronômicas.

A cartografia celeste historicamente se concentrou na determinação das posições dos objetos na esfera celeste, evoluindo das cartas estelares tradicionais para grandes levantamentos digitais e catálogos astronômicos. A missão Hipparcos, da ESA, por exemplo, produziu medições extremamente precisas das posições e movimentos de estrelas e contribuiu para a evolução da cartografia celeste tridimensional.

🪐 Astrografia e Cartografia Planetária

Uma área particularmente importante atualmente é a cartografia planetária.

O USGS, em cooperação com programas da NASA, mantém um programa internacional de mapeamento geológico planetário que produz mapas de corpos como Lua, Marte, Mercúrio, Vênus e diversos satélites. Esses mapas podem ser topográficos, geológicos, de relevo sombreado e fotomosaicos controlados.

A cartografia planetária também tem aplicações práticas: mapas ajudam a selecionar locais de pouso, planejar trajetórias de rovers e astronautas, identificar recursos — como depósitos de gelo — e reconhecer riscos geológicos.

O catálogo Astropedia, do USGS Astrogeology Science Center, reúne atualmente uma grande coleção de produtos cartográficos lunares e planetários, incluindo mapas, mosaicos, modelos digitais de elevação e dados de Marte, Lua, Mercúrio, Europa, Encélado e outros corpos.


📚 Principais referências

1. ESA — Hipparcos e cartografia celeste

A European Space Agency (ESA) apresenta uma excelente fonte histórica e científica sobre a evolução da representação do céu, incluindo globos celestes, astrolábios, cartas estelares e os grandes atlas astronômicos.

ESA — Hipparcos: Celestial Cartography / Stereo Images

A fonte também documenta a evolução histórica de importantes atlas, como Uranometria, Prodromus Astronomiae, Atlas Coelestis e Uranographia.

2. USGS — Planetary Geologic Mapping

O U.S. Geological Survey Astrogeology Science Center é uma das principais referências institucionais para cartografia planetária.

USGS — Planetary Geologic Mapping

O programa produz mapas padronizados de corpos planetários e disponibiliza recursos de cartografia e GIS.

3. USGS — Planetary Maps

U.S. Geological Survey. Planetary Maps. General Information Product, 1992. DOI: 10.3133/70039263.

A publicação apresenta mapas geológicos, topográficos, fotomosaicos e de relevo sombreado de corpos do Sistema Solar.

USGS Publications — Planetary Maps

4. USGS — Planetary Cartography

Uma referência técnica particularmente interessante é:

USGS Astrogeology. Planetary Cartography 1993–2003.

O documento aborda tipos de mapas planetários, escalas, atlas planetários, altimetria, relevo e representação cartográfica de corpos do Sistema Solar.

USGS Astrogeology — Planetary Cartography

5. USGS — Current Planetary Mapping Guidelines

Para uma abordagem mais técnica e metodológica:

USGS. Current Planetary Mapping Guidelines.

O material inclui o Planetary Geologic Mapping Handbook, recomendações de simbologia cartográfica planetária e recursos GIS.

USGS — Current Planetary Mapping Guidelines

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Fonte / Créditos:  Citadas acima

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Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

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Astropolítica

 Caro(a) Leitor(a), 



Astropolítica é o campo interdisciplinar que estuda as relações de poder, interesses estratégicos, políticas públicas, cooperação e competição entre Estados, organizações internacionais e atores privados no espaço exterior.

Em termos simples, a Astropolítica analisa como o espaço se tornou uma dimensão da política, da economia, da segurança e da geopolítica mundial.

Principais dimensões

  1. Poder e geopolítica espacial — como os países utilizam capacidades espaciais para ampliar sua influência internacional.
  2. Segurança e defesa — satélites militares, vigilância, comunicações, navegação e proteção das infraestruturas espaciais.
  3. Governança espacial — criação de regras e instituições para organizar as atividades no espaço.
  4. Direito espacial — aplicação e desenvolvimento de normas internacionais para o uso do espaço exterior.
  5. Economia espacial — exploração comercial de órbita terrestre, Lua, recursos espaciais, telecomunicações e serviços baseados em satélites.
  6. Competição tecnológica — corrida por lançadores, constelações de satélites, sistemas de navegação, inteligência artificial e infraestrutura cislunar.
  7. Cooperação internacional — projetos conjuntos, tratados, acordos científicos e missões espaciais multinacionais.
  8. Sustentabilidade espacial — detritos orbitais, congestionamento das órbitas e utilização responsável dos recursos espaciais.

Principais fontes bibliográficas

1. DOLMAN, Everett C. — referência fundamental

DOLMAN, Everett C. Astropolitik: Classical Geopolitics in the Space Age. London: Frank Cass/Routledge, 2001/2002.

É a obra mais diretamente relacionada ao conceito. Dolman estabelece a relação entre geopolítica, posição geográfica no espaço, poder espacial, estratégia militar, política e segurança nacional. O próprio índice da obra inclui capítulos sobre “From Geopolitics to Astropolitics”, “The Astropolitical Environment” e “Astrostrategy: Power, Policy and Applications”.

Routledge — Astropolitik: Classical Geopolitics in the Space Age

2. LUTES, Charles D.; HAYS, Peter L. — teoria do poder espacial

LUTES, Charles D.; HAYS, Peter L. Toward a Theory of Spacepower. Washington, D.C.: National Defense University Press, 2011.

Essa obra é importante para compreender a dimensão de poder, estratégia, política e capacidade nacional no espaço, complementando a perspectiva de Dolman.

3. BOWEN, Bleddyn E. — estratégia, poder espacial e geopolítica

BOWEN, Bleddyn E. War in Space: Strategy, Spacepower, Geopolitics. Edinburgh: Edinburgh University Press, 2020.

É uma referência contemporânea importante para conectar estratégia espacial, poder espacial e geopolítica.

4. ONU/UNOOSA — fundamento jurídico e governança espacial

UNITED NATIONS. Treaty on Principles Governing the Activities of States in the Exploration and Use of Outer Space, including the Moon and Other Celestial BodiesOuter Space Treaty, 1967.

O tratado estabelece princípios fundamentais como liberdade de exploração, não apropriação nacional do espaço, responsabilidade dos Estados, cooperação internacional e utilização pacífica.

UNOOSA — Outer Space Treaty

5. UNOOSA — conjunto do Direito Espacial Internacional

A ONU, por meio do United Nations Office for Outer Space Affairs (UNOOSA), apresenta os cinco principais tratados espaciais e os princípios internacionais que estruturam a governança das atividades espaciais.

UNOOSA — Space Law Treaties and Principles

6. NASA — Artemis Accords

Os Artemis Accords são uma referência atual para estudar cooperação internacional, governança lunar, transparência, interoperabilidade, assistência de emergência, sustentabilidade e prevenção de interferências prejudiciais.

NASA — Artemis Accords

Artigo acadêmico contemporâneo

Um artigo particularmente interessante para seu estudo é:

“Astropolitics” and weaponisation of space—Drawing past lessons to address space arms' escalation. Frontiers in Political Science, 2025.

O artigo identifica Everett Dolman como uma das referências fundamentais na formulação do conceito de Astropolítica e relaciona o campo às questões de poder estatal, controle do espaço, competição estratégica e militarização.

Frontiers in Political Science — “Astropolitics” and weaponisation of space

Síntese das fontes

Assim, para a definição apresentada anteriormente, podemos organizar a base teórica desta maneira:

Astropolítica = Geopolítica + Poder Espacial + Estratégia + Política Internacional + Direito Espacial + Governança + Economia/tecnologia espacial.

  • Dolman → fundamento teórico da Astropolítica.
  • Lutes & Hays → teoria do poder espacial.
  • Bowen → estratégia, geopolítica e poder espacial.
  • ONU/UNOOSA → direito e governança internacional.
  • NASA/Artemis Accords → governança e cooperação espacial contemporânea.
  • Literatura recente → militarização, competição e transformação do espaço em domínio estratégico.

Observação acadêmica importante: “Astropolítica” não possui uma única definição universalmente aceita. O significado varia conforme a tradição teórica. A definição que lhe apresentei é uma definição interdisciplinar e ampliada, adequada para estudos de Economia Espacial, Geopolítica, Relações Internacionais e Governança Espacial. A formulação original de Dolman é mais fortemente orientada para geopolítica, estratégia e poder.

Se você estiver estruturando a Enciclopédia/Atlas de Economia Espacial, essa distinção é especialmente útil para separar Astropolítica, Astrografia, Geopolítica Espacial, Estratégia Espacial e Economia Espacial.

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Fonte / Créditos:  Citadas acima

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segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Presidente Trump assina decreto para criar academia espacial dos EUA

 Caro(a) Leitor(a), 




O presidente Donald Trump entrega uma ordem executiva que estabelece a Academia Espacial dos Estados Unidos durante um evento para conceder a Medalha de Honra Espacial do Congresso à tripulação da Artemis II, enquanto Michael Kratsios, diretor do Escritório de Política Científica e Tecnológica (à esquerda); Kevin Hassett, diretor do Conselho Econômico Nacional (o terceiro da esquerda para a direita); e o administrador da NASA, Jared Isaacman (à direita), aplaudem, na sexta-feira, 28 de agosto de 2026, no Centro Espacial Johnson da NASA, em Houston.

Crédito: NASA/John Kraus

Para fortalecer a força de trabalho espacial do país e desenvolver a próxima geração de líderes espaciais, o presidente Donald J. Trump assinou na sexta-feira uma Ordem Executiva para estabelecer a primeira Academia Espacial dos EUA.

A ordem destaca como o espaço é um domínio crucial para a segurança nacional americana, o crescimento econômico, a descoberta científica e a inovação tecnológica. A academia proposta focaria a educação técnica no desenvolvimento de liderança, na disciplina e no compromisso com o serviço público, contribuindo, em última análise, para o avanço dos interesses dos EUA no espaço.

“Dado o rápido crescimento da Força Espacial dos EUA e da indústria espacial comercial, e a expansão de nossas ambições para a Lua e muito além dela, fica claro que precisaremos educar e treinar toda uma geração de militares, engenheiros e operadores civis qualificados”, disse o presidente Trump. “É por isso que assinarei uma Ordem Executiva para iniciar o processo de criação de uma nova academia nacional chamada Academia Espacial dos EUA.”

A ordem também convoca o administrador da NASA, Jared Isaacman, para presidir uma nova Comissão Presidencial sobre a Academia Espacial dos Estados Unidos, e o vice-administrador da NASA, Matt Anderson, para atuar como diretor executivo. Eles trabalharão com os vice-presidentes — o assessor presidencial para Ciência e Tecnologia, Michael Kratsios, e o assessor presidencial para Política Econômica, Kevin Hassett — e outros representantes da Casa Branca e de outras agências governamentais na comissão.

“A visão do Presidente Trump para uma nova academia é um passo transformador para educar os engenheiros, cientistas, técnicos, operadores e até mesmo os astronautas que serão necessários para o futuro inspirador que buscamos no espaço. Nos próximos anos, levaremos astronautas da NASA de volta à superfície lunar, construiremos a Base Lunar, iniciaremos a geração de energia nuclear, impulsionaremos a economia orbital e lançaremos mais missões de ciência e descoberta”, disse Isaacman. “Não tenho dúvidas de que grande parte dos futuros talentos que se formarão e contribuirão para esses empreendimentos empolgantes serão educados na Academia Espacial dos Estados Unidos.”

Um relatório da comissão ao Presidente deverá ser entregue no prazo de 120 dias após a assinatura, contendo recomendações sobre a estrutura de governança, as obrigações de serviço para os graduados, a localização física da academia, os requisitos legislativos e outros aspectos.

A assinatura da “Ordem Executiva que Estabelece a Academia Espacial dos Estados Unidos” ocorreu no Centro Espacial Johnson da NASA, em Houston, onde o Presidente também entregou a Medalha de Honra Espacial do Congresso aos membros da tripulação da Artemis II.

A Ordem Executiva é a mais recente do Presidente Trump que demonstra seu compromisso em manter a liderança dos EUA no espaço e em impulsionar a exploração e inovação da Era de Ouro da NASA. Em dezembro de 2025, ele assinou o documento " Garantindo a Superioridade Espacial Americana" e, recentemente, um novo memorando sobre a Política Nacional de Transporte Espacial em 20 de agosto.

Escrito por  Jessica Taveau /  publicado 28/08/2026

Leia a íntegra da Ordem Executiva no site da Casa Branca: 

https://www.whitehouse.gov/presidential-actions/2026/08/establishing-the-united-states-space-academy

Bethany Stevens / Cheryl Warner

Sede, Washington
bethany.c.stevens@nasa.gov / cheryl.m.warner@nasa.gov

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Fonte / Créditos:  NASA/ Publicado 28/08/2026

https://www.nasa.gov/news-release/president-trump-signs-executive-order-to-create-us-space-academy/

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