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Nos dias 23 e 24 de junho, o Brasil, por meio da Agência Espacial Brasileira (AEB) esteve presente na Reunião dos Chefes das Agências Espaciais do BRICS (HOSA), em Bengaluru, Índia, organizada pela Organização Indiana de Pesquisa Espacial (ISRO) e pelo Departamento do Espaço (DOS), com o apoio do Ministério das Relações Exteriores da Índia (MEA).
Realizada sob o tema geral da presidência indiana do BRICS, “Construindo Resiliência, Inovação, Cooperação e Sustentabilidade”, o evento reuniu os (Brasil, China, Egito, Etiópia, Índia, Indonésia, Irã, Rússia, Arábia Saudita, África do Sul e Emirados Árabes Unidos) e serviu como uma importante plataforma de diálogo e cooperação entre as nações do BRICS sobre temas fundamentais para o futuro do setor espacial global.
Ao longo de suas intervenções, o Presidente da AEB, Marco Antonio Chamon, apresentou o relatório das atividades desenvolvidas em 2025, quando o Brasil presidiu o BRICS, as prioridades da Agência para o ano de 2026, Sustentabilidade Espacial e os mecanismos de governança doméstica voltados a missões livres de detritos espaciais.
Entre os assuntos estratégicos discutidos estiveram o fortalecimento dos mecanismos de cooperação espacial do BRICS e o avanço de iniciativas voltadas à integração dos países-membros nas ações conjuntas do bloco.
“A reunião das Agências Espaciais do BRICS reforçou a importância do multilateralismo nas relações internacionais. Discutimos a questão da redução dos impactos do lixo espacial e da sustentabilidade do espaço em geral. Avançamos no ajuste do acordo relativo à Constelação Virtual de Satélites de Sensoriamento Remoto, para permitir a adesão dos novos países do BRICS, e discutimos a organização do Conselho do Espaço do BRICS (BRICS Space Council), cuja criação foi aprovada na reunião das agências realizada no Brasil. Foi uma reunião frutífera, com resultados concretos para a cooperação dos países na área espacial”, destacou Chamon.
As discussões tiveram como foco a sustentabilidade espacial, ao abordar políticas públicas, marcos regulatórios e boas práticas para garantir a sustentabilidade de longo prazo das atividades espaciais. As agências-membros também trocaram experiências sobre operações espaciais sustentáveis e mecanismos de governança voltados à realização de missões livres de detritos.
Sobre a AEB
A Agência Espacial Brasileira (AEB), órgão central do Sistema Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais (SINDAE), é uma autarquia pública vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), responsável por formular, coordenar e executar a Política Espacial Brasileira.
Desde a sua criação, em 10 de fevereiro de 1994, a Agência trabalha para viabilizar os esforços do Estado Brasileiro na promoção do bem-estar da sociedade, por meio do emprego soberano do setor espacial.
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No "New Space Economy" você vai acompanhar os conteúdos relacionados a Nova Economia Espacial, "a Space Economy". Editei este Blog movido por uma convicção simples: as decisões de negócios mais importantes da próxima década serão influenciadas, direta ou indiretamente, pelo que está acontecendo a 400 quilômetros acima de nossas cabeças. O espaço já é a infraestrutura crítica da economia global. A economia espacial moderna sustenta quase todos os pilares da vida moderna na Terra O New Space Economy é o seu terminal de dados para o que acontece acima da nossa atmosfera, agora traduzido para o idioma dos negócios. Acesse aqui: https://newspaceeconomy.blogspot.com/
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Web Science Academy; Hélio R.M.Cabral (Economista, Escritor eDivulgador de conteúdos de Economia, Astronomia, Astrofísica, Astrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.
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