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Sou economista, escritor e divulgador de conteúdos sobre economia, pesquisas científicas em geral e Economia Espacial, a nova fronteira do capital

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terça-feira, 5 de maio de 2026

Um buraco de betão

Caro(a) Leitor(a),














Este buraco circular é a moldura perfeita para a Fotografia da Semana de hoje, capturada durante o pôr do Sol no Observatório do Paranal do ESO, no Chile. A abertura, que se assemelha à abertura duma máquina fotográfica ou à pupila dum olho, transforma o local em formas abstratas. "Não consigo deixar de notar que as esferas e os círculos permeiam a arquitetura astronómica", reflete Luca Sbordone, o fotógrafo, e astrónomo do ESO. Os dois buracos circulares e a cúpula esférica mais ao longe evocam os planetas, as luas e as estrelas que encontramos quando olhamos para as profundezas do cosmos.

As bases das estruturas de cada um dos quatro Telescópios Principais (UT) que compõem o Very Large Telescope (VLT) do ESO são círculos. E os suportes estruturais do piso de observação destes telescópios de 8,2 metros mostram estes buracos que, para além de ajudarem a criar esta composição impressionante, têm igualmente uma finalidade prática: diminuem a quantidade de betão necessária na construção dos suportes e proporcionam um melhor fluxo de ar e inércia térmica em torno dos telescópios, minimizando assim quaisquer efeitos adversos que poderiam distorcer as observações.

Esta imagem foi tirada por baixo do telescópio UT3 e, à direita, podemos ver a extremidade do telescópio UT2. Ao fundo temos um dos quatro Telescópios Auxiliares (AT) móveis, que levam a radiação colectada até ao Interferómetro do VLT. Parcialmente iluminada pelo Sol poente, a estrutura redonda do AT parece um quarto de Lua.

Créditos: ESO/L. Sbordone


Obrigado pela sua visita e volte sempre!

Para saber mais, acesse o link.


Fonte / Créditos: Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) / Publicada 04/05/2026

https://www.eso.org/public/portugal/images/potw2618a/

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No "New Space Economy" você vai acompanhar os conteúdos relacionados a Nova Economia Espacial, "a Space Economy". Editei este Blog movido por uma convicção simples: as decisões de negócios mais importantes da próxima década serão influenciadas, direta ou indiretamente, pelo que está acontecendo a 400 quilômetros acima de nossas cabeças. O espaço já é a infraestrutura crítica da economia global. A economia espacial moderna sustenta quase todos os pilares da vida moderna na Terra O New Space Economy  é o seu terminal de dados para o que acontece acima da nossa atmosfera, agora traduzido para o idioma dos negócios.  Acesse aqui: https://newspaceeconomy.blogspot.com/

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Web Science AcademyHélio R.M.Cabral (Economista, Escritor eDivulgador de conteúdos de EconomiaAstronomia, Astrofísica, Astrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

Agência Espacial Brasileira OBSERVATÓRIO DO SETOR ESPACIAL BRASILEIRO

 Caro(a) Leitor(a),











O Observatório do Setor Espacial Brasileiro é uma iniciativa da Agência Espacial Brasileira para identificar, coletar, analisar e divulgar dados e indicadores do setor espacial. O objetivo é subsidiar ações dos órgãos públicos responsáveis por conduzir a política espacial do País, bem como dar transparência à sociedade sobre os seus principais resultados e conquistas.

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Fonte / Créditos: Observatório do Setor Espacial Brasileiro / AEB

https://observatorio.aeb.gov.br/
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Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

Órion sobre o Monte Teide.

 Caro(a) Leitor(a),













Crédito da imagem e direitos autorais: Marcin Rosadziński

Explicação: Orion raramente é visto assim. Para conseguir essa vista majestosa , é preciso uma câmera capaz de fazer exposições tão longas que revele detalhes sutis no céu noturno. Nebulosas icônicas que aparecem incluem a Nebulosa de Orion , a Nebulosa da Chama e o Anel de Barnard . Para criar contraste, também ajuda ter um vulcão em primeiro plano, neste caso, o vulcão Teide em Tenerife , nas Ilhas Canárias , Espanha . Mas se você quiser o vulcão Teide coberto de neve , também precisa de um bom timing, pois isso geralmente acontece apenas por alguns dias por ano. Um bom timing também inclui esperar que Orion apareça logo atrás do Teide , o que ocorreu no final do ano passado, após o pôr do sol. A imagem em destaque é o resultado de uma série de fotos tiradas consecutivamente com a mesma câmera e do mesmo local.

Surpresa no Céu: Qual foto a APOD publicou no seu aniversário? (após 1995)


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Autores e editores: Robert Nemiroff ( MTU ) e Jerry Bonnell ( UMCP )
Representante da NASA: Amber Straughn Direitos específicos se aplicam .
Privacidade na Web da NASA , Acessibilidade , Avisos ;
Um serviço de: ASD na NASA / GSFC ,
NASA Science Activation
Michigan Tech. U.


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Fonte / Créditos: NASA / Publicação 05/05/2026

https://apod.nasa.gov/apod/ap260505.html
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