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sexta-feira, 24 de abril de 2026

Young Moon e Sister Stars

Caro(a) Leitor(a),












Crédito da imagem e direitos autorais de Young Moon e Sister Stars Giorgia Hofer

Explicação: Os braços iluminados pelo Sol de uma Lua crescente parecem abraçar o tênue lado noturno da Lua nesta dramática visão celeste do planeta Terra. A única exposição teleobjetiva, que acompanha o céu, foi capturada na noite de 19 de abril, quando a Lua, com dois dias de idade, estava próxima do perigeu em sua órbita elíptica. Nessa data, a jovem Lua também estava próxima do belo aglomerado estelar das Plêiades . Com o brilho da Lua atenuado pelas nuvens, as estrelas irmãs das Plêiades se reúnem abaixo do crescente brilhante da Lua, visto através de uma tênue, porém colorida, coroa lunar . O lado noturno da Lua é iluminado pela luz da Terra , a luz solar refletida pela própria Terra. O brilho acinzentado da Lua , também conhecido como "Lua velha nos braços da Lua jovem", tende a ser mais intenso na primavera do hemisfério norte. E, por enquanto, a órbita da Lua a leva para perto das estrelas das Plêiades todos os meses no céu do planeta Terra, embora suas conjunções próximas sejam mais fáceis de observar quando a Lua está próxima da fase crescente.

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Autores e editores: Robert Nemiroff ( MTU ) e Jerry Bonnell ( UMCP )
Representante da NASA: Amber Straughn Direitos específicos se aplicam .
Privacidade na Web da NASA , Acessibilidade , Avisos ;
Um serviço de: ASD na NASA / GSFC ,
NASA Science Activation
Michigan Tech. U.


Obrigado pela sua visita e volte sempre!

Para saber mais, acesse o link.


Fonte / Créditos:  NASA / Publicada 24/04/2026

https://apod.nasa.gov/apod/ap260424.html

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No "New Space Economy" você vai acompanhar os conteúdos relacionados a Nova Economia Espacial, "a Space Economy". Editei este Blog movido por uma convicção simples: as decisões de negócios mais importantes da próxima década serão influenciadas, direta ou indiretamente, pelo que está acontecendo a 400 quilômetros acima de nossas cabeças. O espaço já é a infraestrutura crítica da economia global. A economia espacial moderna sustenta quase todos os pilares da vida moderna na Terra O New Space Economy  é o seu terminal de dados para o que acontece acima da nossa atmosfera, agora traduzido para o idioma dos negócios.  Acesse aqui: https://newspaceeconomy.blogspot.com/

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Web Science AcademyHélio R.M.Cabral (Economista, Escritor eDivulgador de conteúdos de EconomiaAstronomia, Astrofísica, Astrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.


>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias AmazonBook Mundo e outras

Page: http://econo-economia.blogspot.com

Page: http://pesqciencias.blogspot.com.br

Page: http://livroseducacionais.blogspot.com.br

e-mail: heliocabral@econo.ecn.br

e-mail: heliocabral@coseno.com.br




Estrutura do Universo em Grande Escala

 Caro(a) Leitor(a),














Crédito da imagem: Claire Lamman / colaboração DESI
Texto: Cecilia Chirenti ( NASA GSFC , UMCP , CRESST II )

Explicação: Este é um mapa do universo. O Instrumento Espectroscópico de Energia Escura (DESI, na sigla em inglês), no Observatório Nacional de Kitt Peak , Arizona , concluiu seu levantamento de cinco anos . Ele observou mais de 47 milhões de galáxias e quasares e criou um mapa 3D centrado na Terra. A imagem em destaque hoje mostra uma pequena porção desses dados: as lacunas pretas indicam onde nossa Galáxia obscurece objetos distantes. A teia difusa no detalhe mostra a estrutura em grande escala do universo. A luz das galáxias mais distantes mostradas aqui viajou por 11 bilhões de anos para chegar à Terra. As galáxias se agrupam ao longo da história cósmica sob as influências concorrentes da gravidade e da energia escura , responsáveis ​​pela expansão acelerada do universo. A análise dos primeiros resultados do DESI sugeriu a possibilidade de que a energia escura, descrita como uma constante cosmológica por Albert Einstein , possa não ser constante afinal. Mas ainda precisamos aguardar a análise do conjunto de dados agora completo. A natureza da energia escura é o maior mistério da cosmologia.


Autores e editores: Robert Nemiroff ( MTU ) e Jerry Bonnell ( UMCP )
Representante da NASA: Amber Straughn Direitos específicos se aplicam .
Um serviço de: ASD na NASA / GSFC ,


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Fonte / Créditos:  NASA / Publicada 23/04/2026

https://apod.nasa.gov/apod/ap260423.html
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Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.


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quinta-feira, 23 de abril de 2026

Brasileira vence concurso internacional de biologia quântica - Prêmio é promovido pela Foundational Questions Institute

Caro(a) Leitor(a),













A carioca Gabriela Frajtag, de 20 anos de idade, foi reconhecida em um dos principais concursos internacionais dedicados à biologia quântica. Ela recebeu menção honrosa no prêmio promovido pelo Foundational Questions Institute (FQxI), em parceria com o Paradox Science Institute e a instituição filantrópica brasileira Idor Ciência Pioneira, que distribuiu um total de US$ 53 mil (cerca de R$ 300 mil) aos melhores ensaios. Gabriela foi contemplada com US$ 3 mil após responder à pergunta proposta pela competição: “A vida é quântica?”.

A trajetória que a levou ao reconhecimento internacional começou muito antes do anúncio do prêmio. Desde a infância, Gabriela já participou de olimpíadas científicas que iam além do currículo escolar. 

“Eu era o tipo de estudante que participava de olimpíadas científicas, dessas competições que vão além do que é ensinado na escola. Fiz de tudo: matemática, astronomia, linguística, neurociência, biologia”, disse.

O interesse por transitar entre diferentes áreas do conhecimento a levou a ingressar na Ilum Escola de Ciência, em Campinas, São Paulo, vinculada ao Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (Cnpem). No campus está instalado o Sirius, um dos mais modernos aceleradores de elétrons do mundo.

“A Ilum é interdisciplinar, então eu podia estudar biologia, física, matemática e ciência de dados ao mesmo tempo. Estar dentro do Cnpem foi decisivo para mim”, explica.

O ponto de virada ocorreu em agosto do ano passado, quando Gabriela participou da primeira edição da Escola de Biologia Quântica, realizada em Paraty, Rio de Janeiro. O encontro foi organizado pelo Idor Ciência Pioneira e integrou as celebrações do Ano Internacional da Ciência e Tecnologia Quânticas, proclamado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Durante uma semana, 40 estudantes e pesquisadores mergulharam em um campo emergente que investiga fenômenos biológicos à luz das leis da física quântica. “Foi ali que eu mergulhei de verdade nesse campo que trata a biologia também a partir da interseção com a física”, afirma.

Foi a partir dos contatos feitos em Paraty que surgiu a oportunidade internacional. Em um grupo de mensagens criado entre os participantes do curso, alguém compartilhou o edital do concurso promovido pela FQxI e pelo Paradox Science Institute.

Sem ainda ter uma pesquisa consolidada na área, Gabriela optou por escrever um ensaio com perspectiva histórica, resgatando como o campo da biologia quântica se formou ao longo das décadas. 

“Sempre li muito sobre história da ciência, biografias, como as descobertas acontecem. Achei interessante fazer uma visão panorâmica”, explica.

Gabriela concluiu a graduação em 2025 e se formou em primeiro lugar na turma. Pouco depois, veio a notícia de que havia recebido a menção honrosa internacional. “Foi uma grande surpresa ganhar. Eu realmente não estava esperando”, afirma.

A premiação será dada de forma online, com divulgação nas redes da instituição e transferência do valor em dinheiro. “Eu fiz uma entrevista em inglês para eles publicarem. É uma experiência muito interessante”, disse.

O concurso também representou para Gabriela uma oportunidade de mergulhar mais profundamente em um campo científico que sempre despertou sua curiosidade. 

“A biologia quântica é basicamente uma área que investiga como fenômenos da mecânica quântica, ou seja, como efeitos eletrônicos e energéticos em escala microscópica podem influenciar processos biológicos, por exemplo na fotossíntese ou na navegação de alguns animais”, explica.

Embora não atue diretamente na área, o interesse surgiu ainda durante a formação científica. “Eu não trabalho diretamente com a área, mas sempre fui muito interessada em história da ciência e em contar histórias”. 

Para tornar o tema mais acessível, Gabriela cita um dos exemplos mais conhecidos estudados pelos pesquisadores: a navegação das aves migratórias.

“Um exemplo clássico é a navegação de aves migratórias. A ideia mais estudada envolve uma proteína chamada criptocromo, presente nos olhos dessas aves. Quando a luz atinge essa proteína, ela forma um par de elétrons cujos estados ficam correlacionados por um fenômeno quântico chamado entrelaçamento”, explica.

“O campo magnético da Terra pode influenciar a dinâmica desses elétrons, o que pode alterar reações dentro da proteína. Aí o que se teoriza é que provavelmente essas reações diferentes podem resultar em sinais visuais ou bioquímicos que ajudam a ave a perceber a direção do campo magnético, funciona como uma espécie de bússola interna”.

Segundo a jovem cientista, é justamente essa interface entre física e biologia que torna o campo tão instigante, uma área emergente que busca compreender como efeitos quânticos podem ter papel determinante em mecanismos fundamentais da vida.

Gabriela planeja seguir carreira acadêmica. “Quero fazer mestrado, depois doutorado fora do Brasil e, eventualmente, virar professora e ter meu próprio laboratório”, disse.

O reconhecimento, de acordo com Gabriela, mostra que jovens cientistas brasileiros podem participar de debates científicos globais desde o início da carreira. “É um campo muito novo, com muito espaço para crescer. Participar disso tão cedo é uma responsabilidade e também uma motivação para continuar".




Anna Karina de Carvalho - Repórter da Agência Brasil
Publicado em 02/03/2026 - 17:30
Rio de Janeiro

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Fonte / Créditos:  Agência Brasil / Publicada 02/03/2026

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/brasileira-vence-concurso-internacional-de-biologia-quantica

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