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Sou economista, escritor e divulgador de conteúdos sobre economia e pesquisas científicas em geral.

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sexta-feira, 6 de março de 2026

Contando crateras

Caro(a) Leitor(a),


Crateras, crateras e mais crateras: esta imagem da sonda Mars Express da ESA está repleta delas, cada uma tão fascinante quanto a anterior.

Esta imagem do Planeta Vermelho – capturada pela Câmera Estereoscópica de Alta Resolução da Mars Express – mostra uma porção de Arabia Terra, uma grande planície nas antigas terras altas de Marte. Esta parte de Marte é conhecida por ser repleta de crateras, cada uma formada quando uma rocha espacial colidiu com o planeta.


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Fonte / Créditos: Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês)/ Publicação 04/03/2026

https://www.esa.int/Science_Exploration/Space_Science/Mars_Express/Counting_craters


Web Science AcademyHélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Divulgador de conteúdos de EconomiaAstronomia, Astrofísica, Astrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.


>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias Amazon, Book Mundo e outras

Livraria> https://www.orionbook.com.br/

Page: http://econo-economia.blogspot.com

Page: http://pesqciencias.blogspot.com.br

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e-mail: heliocabral@econo.ecn.br

e-mail: heliocabral@coseno.com.br



A Astrosfera de HD 61005

Caro(a) Leitor(a),




Crédito da imagem: Raio X: NASA / CXC / Johns Hopkins Univ. /CM Lisse et al.; Infravermelho: NASA / ESA / STIS ; Óptico: NSF / NoirLab / CTIO / DECaPS2
Processamento: NASA / CXC /SAO/N. Wolk - Texto: Cecilia Chirenti ( NASA GSFC , UMCP , CRESST II )

Explicação: Estrelas jovens expelem bolhas? A imagem ampliada mostra um campo estelar observado pelo Observatório Interamericano de Cerro Tololo, no Chile, e o detalhe destaca HD 61005 , uma estrela semelhante ao nosso Sol , a apenas 120 anos-luz de distância. Muito mais jovem que o Sol, com cerca de 100 milhões de anos, ela expele um vento estelar rápido e denso que expulsa a poeira e o gás mais frios ao seu redor , formando uma bolha chamada astrosfera . Essa bolha estelar foi detectada pelo Observatório de Raios X Chandra e tem um diâmetro aproximadamente 200 vezes maior que a distância entre a Terra e o Sol . Nosso Sol também possui uma bolha, chamada heliosfera , que protege os planetas da radiação cósmica . O detalhe também mostra detritos remanescentes da formação estelar, observados pelo Hubble . Os detritos têm a aparência de asas , o que deu à estrela o apelido de " Mariposa" .

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Autores e editores: Robert Nemiroff ( MTU ) e Jerry Bonnell ( UMCP )
Representante da NASA: Amber Straughn Direitos específicos se aplicam .
Privacidade na Web da NASA , Acessibilidade , Avisos ;
Um serviço de: ASD na NASA / GSFC ,
NASA Science Activation
Michigan Tech. U.


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Fonte / Créditos: NASA / Publicação 06/03/2026

https://apod.nasa.gov/apod/ap260306.html

Web Science AcademyHélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Divulgador de conteúdos de EconomiaAstronomia, Astrofísica, Astrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.


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Um morcego cósmico e as suas estrelas bebés

Caro(a) Leitor(a),










A Fotografia da Semana de hoje, obtida pelo Very Large Telescope (VLT) do ESO, parece mostrar um falcão cósmico a abrir as suas asas. Enquanto as nuvens escuras no meio da imagem formam a cabeça e o corpo da ave de rapina, os filamentos que se estendem para a esquerda e para a direita compõem as suas asas. Por baixo, podemos ver uma nebulosa azul com estrelas recém nascidas que emitem radiação intensa e fazem brilhar fortemente o gás à sua volta.

Esta imagem mostra a nebulosa RCW 36, localizada a cerca de 2300 anos-luz de distância da Terra, na constelação da Vela. Coincidentemente, esta nebulosa, que se assemelha a um falcão, foi também capturada por um "falcão" — o instrumento HAWK-I montado no VLT. Apesar das estrelas mais visíveis da imagem serem estrelas jovens, massivas e brilhantes, os astrónomos que obtiveram estes dados estavam, na verdade, interessados em estudar os objetos ocultos e muito ténues chamados anãs castanhas — "estrelas falhadas incapazes de iniciar a fusão de hidrogénio nos seus núcleos", explica Afonso do Brito do Vale, estudante de doutoramento do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço, em Portugal, e do Laboratoire d'Astrophysique de Bordeaux, em França, e autor principal de um novo artigo onde esta imagem foi apresentada.

O HAWK-I adequa-se perfeitamente a esta tarefa, uma vez que observa no infravermelho, zona do espectro electromagnético onde estes objetos frios que não chegaram a brilhar como estrelas são mais facilmente detectados, para além de poder corrigir a turbulência atmosférica utilizando óptica adaptativa e produzindo imagens tão nítidas como esta. Este estudo forneceu-nos dados inestimáveis para compreender como é que as anãs castanhas se formam. Adicionalmente, deu-nos também uma imagem impressionante de "estrelas massivas a empurrar as nuvens de gás e poeira à sua volta, quase como um animal a romper a casca do ovo pela primeira vez", como descreve Afonso do Vale. Podemos imaginar que este falcão cósmico está de guarda às suas estrelas bebés, vigiando-as enquanto "nascem".

Link

Créditos: ESO/A. R. G. do Brito do Vale et al.

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Fonte / Créditos: Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) / Publicação 02/03/2026

https://www.eso.org/public/portugal/images/potw2609a/

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quinta-feira, 5 de março de 2026

O Fim da Escassez Terrestre?

 Caro(a) Leitor(a),









Ilustração de uma nave mineradora "mordendo" um asteroide

Imagine uma rocha flutuante que contém mais platina do que tudo o que já foi minerado na história da humanidade. Esse cenário não é um roteiro de Hollywood; é o objetivo central de empresas como AstroForge e TransAstra, que em 2026 estão liderando a transição da prospecção para a extração real.

1. O que estamos buscando lá fora?

Diferente do que muitos pensam, não buscamos apenas joias. O foco está em recursos que movem a tecnologia e a sobrevivência:

Metais do Grupo da Platina (PGMs): Essenciais para eletrônicos avançados e células de combustível de hidrogênio. Um único asteroide do tipo M (metálico) pode valer trilhões de dólares.

Água (O "Petróleo Espacial"): Minerada em forma de gelo, a água é quebrada em Hidrogênio e Oxigênio para criar combustível de foguete. Isso permite que naves "abasteçam" no espaço, tornando viagens a Marte muito mais baratas.

2. Quem são os protagonistas em 2026?

O setor de mineração espacial está se consolidando com marcos importantes:

AstroForge: Após aprender com missões anteriores, a empresa lança este ano a missão Vestri para atracar em um asteroide e validar a técnica de refino em microgravidadeLink: https://www.astroforge.com/our-missions

TransAstra: Focada em "capturar" pequenos asteroides em bolsas infláveis para extrair recursos de forma controlada. Link: https://www.transastra.com/

Acordos Artemis: Mais de 40 países (incluindo assinaturas recentes como Portugal e Islândia) agora concordam com regras que permitem a extração e posse de recursos espaciais, dando segurança jurídica para investidores. Link: https://www.nasa.gov/artemis-accords/

3. O Desafio: Trazer para a Terra ou usar no Espaço?

O grande debate de 2026 é a logística. Enquanto trazer metais preciosos para a Terra pode revolucionar indústrias, o maior lucro imediato parece estar na "In-Situ Resource Utilization" (ISRU). Ou seja, usar os materiais lá em cima para construir estações espaciais e bases lunares, sem o custo proibitivo de lançar tudo da Terra.

Conclusão: Uma Nova Classe de Ativos

mineração de asteroides está criando uma nova classe de ativos financeiros. Não é mais sobre "se" vai acontecer, mas sobre "quem" chegará primeiro à rocha certa.

Mercado atual (2026): ~US$ 2,08 bilhões.

Crescimento anual: +21%.

Principal recurso: Água e Metais Raros.

SEO: Asteroid Mining, AstroForge, Space Resources, Platinum, Artemis Accords

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