Pesquisas, Conteúdos Científicos e Tecnológicos.
Para ser um Cientista, tem que ser como uma Criança, naturalmente “curiosa”, e como um Sábio, que admite “não saber nada”.
A Ciência trilha num caminho em direção ao horizonte infinito - na busca pelo desconhecido.
Agradeço a todos pela métrica de acessos ao Pesqciencias, que passou a marca de mais de 2 milhões em 20/02/2026.
este domingo (1), a Agência Espacial Brasileira (AEB), por meio do Programa AEB Escola, abre novas turmas para 32 cursos, entre eles o de nanossatélites, foguetes, geopolítica aeroespacial, cientista cidadão, professor GLOBE e mais nove inéditos. As aulas são online e assíncronas realizadas por meio da Plataforma AEB Escola Virtual.
Os estudantes têm até o dia 1º de maio para realizar as inscrições. Após iniciar o curso, o estudante terá dois meses para completar e gerar o certificado. As capacitações abertas são:
Cursos do Segmento GLOBE:
Professor GLOBE Observer
Cientista GLOBE
Segmento Ciências Exatas e da Terra:
Programação de Algoritmos em Python
Minicurso - Fibra Óptica e Geoplano
Minicurso - Células Solares e Circuito Elétrico
Minicurso - Arduino
Linguagens de Programação
Introdução à Oceanografia Física
Introdução à Meteorologia
Segmento Ciências Aeroespaciais:
Engenharia de produto no setor aeroespacial
Curso de Astronomia
Mistérios do Universo
Sensoriamento Remoto
Astronomia Básica (com audiodescrição e tradução em Libras)
Introdução à Maturidade Tecnológica e suas Métricas
Um voo pelo universo dos foguetes: teoria e prática
Introdução aos Nanossatélites
Minicurso - Introdução à Física de Foguetes Aplicado ao Ensino de Ciências Espaciais - Espaço, movimentos, gravidade e peso
Minicurso - Introdução à Física de Foguetes Aplicado ao Ensino de Ciências Espaciais - Conceitos Iniciais
Introdução à Propulsão Espacial I e II
Introdução à Astronáutica Análoga
Experimentação para lançamento de foguetes
Satélites
Segmento Ciências Humanas e Sociais:
Trajetória orçamentária recente do setor espacial
Recent Budgetary Trajectory of the Space Sector (capacitação em inglês)
História do setor espacial
Curso Introdutório à Geopolítica Aeroespacial
Curso Básico de Direito Espacial
Minicurso - Aprendizagem com Base em Projetos, Jogos, Gamificação, Casos de Ensino e Desafios em Grupos Aplicado ao Ensino de Ciências Espaciais
Minicurso - Storytelling e Sala de Aula Invertida Aplicado ao Ensino de Ciências Espaciais
Gestão de Projetos Aeroespaciais
Segurança e Defesa do Espaço Exterior
Programa AEB Escola
Criado em 2004, o Programa AEB Escola visa à divulgação do Programa Espacial Brasileiro nas escolas de Educação Básica e nas instituições de Ensino Técnico e Superior. O programa visa estimular o interesse dos estudantes em ciência e tecnologia, como forma de incentivo vocacional àqueles que desejam se tornar os futuros pesquisadores e profissionais da área espacial no Brasil.
Sobre a AEB
A Agência Espacial Brasileira (AEB), órgão central do Sistema Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais (SINDAE), é uma autarquia pública vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), responsável por formular, coordenar e executar a Política Espacial Brasileira.
Desde a sua criação, em 10 de fevereiro de 1994, a Agência trabalha para viabilizar os esforços do Estado Brasileiro na promoção do bem-estar da sociedade, por meio do emprego soberano do setor espacial.
Evento internacional coorganizado pela AEB e pela Secure World Foundation ocorrerá em Brasília, em novembro de 2026, e colocará a América Latina no centro do debate sobre sustentabilidade espacial.
AAgência Espacial Brasileira (AEB) realizará no Brasil o 8th Summit for Space Sustainability, fórum internacional de alto nível dedicado ao avanço de soluções práticas para a sustentabilidade das atividades espaciais no longo prazo. A conferência, coorganizada com a Secure World Foundation (SWF), ocorrerá nos dias 4 e 5 de novembro de 2026, no Museu Nacional da República, em Brasília, com palestras e debates em língua inglesa.
Em sua oitava edição, o evento ocorrerá pela primeira vez na América Latina e no Hemisfério Sul. A programação reunirá representantes dos setores governamental, industrial, acadêmico e da sociedade civil para analisar desafios comuns, perspectivas regionais e práticas que orientam o uso e a gestão do espaço, além de tendências para os próximos anos.
A realização no Brasil permitirá a inclusão de temas de interesse nacional e regional na agenda internacional. O encontro abordará o uso de sistemas espaciais nas prioridades de desenvolvimento da América Latina e do Caribe e discutirá como uma governança inclusiva contribui para manter o espaço como domínio seguro, acessível e sustentável.
A programação será estruturada em cinco eixos temáticos: Alinhar, Beneficiar, Cooperar, Desenhar e Explorar.
Alinhar: Harmonizar ambições nacionais com as melhores práticas internacionais
A expansão das atividades espaciais no Brasil, na América Latina e no Caribe exige a internalização de normas globais de sustentabilidade em políticas públicas e instrumentos regulatórios eficazes. O eixo discutirá o desenvolvimento e a implementação de leis, processos de licenciamento, normas e incentivos capazes de reduzir riscos, impulsionar a indústria local e assegurar o acesso ao espaço no longo prazo.
As discussões apresentarão modelos práticos para compatibilizar prioridades nacionais com princípios reconhecidos internacionalmente e examinarão como experiências regionais podem contribuir para o aprimoramento dessas normas.
Beneficiar: Cumprindo a promessa das aplicações espaciais
Persistem, contudo, lacunas que limitam esse potencial, como aquisições fragmentadas, interoperabilidade restrita de dados, conectividade desigual e capacidade limitada de uso de informações espaciais na formulação de políticas públicas. O eixo tratará de estratégias para ampliar o acesso e a integração de dados, fortalecer parcerias público-privadas e assegurar que sustentabilidade e acesso equitativo orientem a oferta desses serviços.
Cooperar: Avançar em uma intendência conjunta para sustentabilidade e segurança
O ambiente espacial apresenta crescente multipolaridade e maior congestionamento, o que torna a cooperação elemento central para a segurança e a sustentabilidade. O eixo examinará mecanismos regionais e internacionais voltados ao compartilhamento de informações, ao desenvolvimento de normas técnicas, à pesquisa conjunta e à condução de operações coordenadas.
A agenda também avaliará como a América Latina e o Caribe podem contribuir com perspectivas inclusivas de governança nos fóruns multilaterais, ampliando a transparência, a interoperabilidade e a confiança entre os atores.
Desenhar: Políticas para atingir resultados ótimos
A sustentabilidade espacial demanda avanços não apenas tecnológicos e operacionais, mas também na formulação de políticas públicas. O eixo abordará instrumentos que alinhem incentivos econômicos a comportamentos responsáveis e examinará lições extraídas da gestão de outros bens comuns globais, como oceanos e atmosfera.
O debate identificará lacunas em ferramentas de governança e discutirá adaptações às realidades de agências nacionais e atores comerciais.
Explorar: Garantir a sustentabilidade e a responsabilidade na expansão para além da órbita da Terra (Lua e Marte)
O retorno das missões lunares e o avanço das iniciativas voltadas a Marte abrem espaço para a incorporação de princípios de sustentabilidade desde as fases iniciais das atividades além da órbita terrestre.
O eixo avaliará como a identificação antecipada de riscos pode orientar estratégias responsáveis de exploração e como o desenho de missões com foco em sustentabilidade pode ser aplicado a iniciativas lunares e planetárias. Também examinará o cenário de governança, incluindo a relação entre o arcabouço jurídico espacial vigente, novas iniciativas de exploração lunar e o papel de fóruns multilaterais.
Para o Brasil e para a América Latina e o Caribe, o debate representa oportunidade de participar da construção de normas internacionais desde o início, com contribuição técnica, perspectivas regionais e atuação diplomática, mesmo sem missões próprias à Lua ou a Marte.
Construção de uma agenda regional para a sustentabilidade espacial
Juntas, a AEB e a SWF buscarão consolidar uma agenda regional comum sobre prioridades de sustentabilidade espacial. A iniciativa pretende subsidiar deliberações internacionais, apresentar recomendações para políticas e regulamentos nacionais, como modelos de licenciamento, mitigação de detritos espaciais, transparência e uso de dados, além de identificar oportunidades de cooperação e promover uma abordagem proativa para atividades sustentáveis na Lua e em Marte, com princípios, práticas voluntárias e caminhos para participação inclusiva.
Mais informações podem ser obtidas no site oficial.
Sobre a SWF
A Secure World Foundation (SWF) atua em questões relacionadas à sustentabilidade espacial, alcançando audiências globais e atores diversos. Por quase duas décadas, a SWF tem liderado pesquisas importantes sobre temas de sustentabilidade, oferecendo contribuições chave em discussões internacionais e iniciativas em níveis comerciais e políticos variados.
Sobre a AEB
A Agência Espacial Brasileira (AEB), órgão central do Sistema Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais (SINDAE), é uma autarquia pública vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), responsável por formular, coordenar e executar a Política Espacial Brasileira.
Desde a sua criação, em 10 de fevereiro de 1994, a Agência trabalha para viabilizar os esforços do Estado Brasileiro na promoção do bem-estar da sociedade, por meio do emprego soberano do setor espacial.
Com seu espelho primário de 39 metros, o Telescópio Extremamente Grande (ELT) do ESO será o maior e mais poderoso telescópio óptico do mundo. Neste episódio de "Em Busca da Luz das Estrelas", levamos você a um tour exclusivo pelo ELT, desde a enorme estrutura do telescópio dentro da cúpula até a instalação que revestirá os espelhos com prata refletora.
Crédito: ESO
Direção : L. Calçada, M. Kornmesser, N. Schäfer
Apresentador : S. Randall
Escrito por : S. Randall, K.-M. Mikosch
Edição : M. Kornmesser, L. Calçada
Videografia : A. Tsaousis, N. Schäfer
Animações e filmagens : ESO, L. Calçada, M. Kornmesser, JC Muñoz-Mateos, G. Vecchia, A. Tsaousis, Google Earth, CIMOLAI/S. Petković, H.‑H. Heyer, SCHOTT AG, G. Hüdepohl ( atamaphoto.com ), Safran, Chepox, M. Wallner, J. Beltrán, E. Garcéss
Web e suporte técnico : R. Shida
Música : ENVATO
Promoção : JC Muñoz Mateos e O. Sandu
Locais de Filmagem : Cerro Armazones e Instalação Técnica do ELT (Observatório do Paranal do ESO, Chile); ESO Supernova ( supernova.eso.org )
Agradecimentos : D. Deina, R. Parra, B. Koehler, ACe/Cimolai, SCHOTT, Safran Reosc, PI - Physik Instrumente, FAMES (Micro-Epsilon Messtechnik, Fogale Nanotech), VDL ETG Projects BV
Produzido pelo ESO, o Observatório Europeu do Sul ( eso.org )
Obrigado pela sua visita e volte sempre!
Para saber mais, acesse o link.
Fonte / Créditos: Observatório Europeu do Sul (ESO), sigla em inglês) / Publicação 13/03/2026