Pesquisas, Conteúdos Científicos e Tecnológicos.
Para ser um Cientista, tem que ser como uma Criança, naturalmente “curiosa”, e como um Sábio, que admite “não saber nada”.
A Ciência trilha num caminho em direção ao horizonte infinito - na busca pelo desconhecido.
Agradeço a todos pela métrica de acessos ao Pesqciencias, que passou a marca de mais de 2 milhões em 20/02/2026.
A NASA irá retornar o foguete Artemis II SLS e a espaçonave Orion para o Edifício de Montagem de Veículos ( VAB ) no Centro Espacial Kennedy, na Flórida, devido à interrupção do fluxo de hélio no estágio de propulsão criogênica intermediária ( ICPS ) do foguete. Se as condições meteorológicas permitirem, o retorno ocorrerá em [ data a ser inserida]..
Os cilindros de hélio do ICPS são usados para purgar os motores, bem como para pressurizar os tanques de hidrogênio e oxigênio líquidos. Os sistemas funcionaram corretamente durante os dois ensaios gerais realizados emDurante uma operação de repressurização de rotina durante a noite deA equipe não conseguiu fazer com que o hélio fluísse através do veículo.
A NASA está investigando possíveis falhas, mas o acesso e a correção de qualquer um desses problemas só podem ser realizados no VAB . Isso remove oOportunidades de lançamento a partir da análise.
A NASA realizará uma coletiva de imprensa nos próximos dias para discutir o adiamento do programa e os planos para o voo de teste Artemis II . Fique atento para mais atualizações.
Este novo programa de P&D estabelece parcerias entre a JAXA e o setor privado ou outras instituições para criar e desenvolver conjuntamente novos negócios relacionados ao espaço. A agregação de pessoas, recursos financeiros, tecnologia e uma ampla gama de parcerias são essenciais para alcançar objetivos inovadores.
Como forma de maximizar o desenvolvimento tecnológico e sua implementação social, a JAXA apoia e certifica startups criadas por funcionários da JAXA e outras pessoas, utilizando sua própria propriedade intelectual e conhecimento especializado. Em abril de 2022, havia nove startups da JAXA operando em diversas áreas.
AAgência Espacial Brasileira (AEB) realizará no Brasil o 8th Summit for Space Sustainability, fórum internacional de alto nível dedicado ao avanço de soluções práticas para a sustentabilidade das atividades espaciais no longo prazo. A conferência, coorganizada com a Secure World Foundation (SWF), ocorrerá nos dias 4 e 5 de novembro de 2026, no Museu Nacional da República, em Brasília, com palestras e debates em língua inglesa.
Em sua oitava edição, o evento ocorrerá pela primeira vez na América Latina e no Hemisfério Sul. A programação reunirá representantes dos setores governamental, industrial, acadêmico e da sociedade civil para analisar desafios comuns, perspectivas regionais e práticas que orientam o uso e a gestão do espaço, além de tendências para os próximos anos.
A realização no Brasil permitirá a inclusão de temas de interesse nacional e regional na agenda internacional. O encontro abordará o uso de sistemas espaciais nas prioridades de desenvolvimento da América Latina e do Caribe e discutirá como uma governança inclusiva contribui para manter o espaço como domínio seguro, acessível e sustentável.
A programação será estruturada em cinco eixos temáticos: Alinhar, Beneficiar, Cooperar, Desenhar e Explorar.
Alinhar: Harmonizar ambições nacionais com as melhores práticas internacionais
A expansão das atividades espaciais no Brasil, na América Latina e no Caribe exige a internalização de normas globais de sustentabilidade em políticas públicas e instrumentos regulatórios eficazes. O eixo discutirá o desenvolvimento e a implementação de leis, processos de licenciamento, normas e incentivos capazes de reduzir riscos, impulsionar a indústria local e assegurar o acesso ao espaço no longo prazo.
As discussões apresentarão modelos práticos para compatibilizar prioridades nacionais com princípios reconhecidos internacionalmente e examinarão como experiências regionais podem contribuir para o aprimoramento dessas normas.
Beneficiar: Cumprindo a promessa das aplicações espaciais
As aplicações espaciais exercem papel estratégico no desenvolvimento sustentável da região, com impacto em áreas como combate ao desmatamento ilegal, monitoramento de incêndios florestais, adaptação climática, agricultura de precisão, saúde pública, educação e inclusão digital.
Persistem, contudo, lacunas que limitam esse potencial, como aquisições fragmentadas, interoperabilidade restrita de dados, conectividade desigual e capacidade limitada de uso de informações espaciais na formulação de políticas públicas. O eixo tratará de estratégias para ampliar o acesso e a integração de dados, fortalecer parcerias público-privadas e assegurar que sustentabilidade e acesso equitativo orientem a oferta desses serviços.
Cooperar: Avançar em uma intendência conjunta para sustentabilidade e segurança
O ambiente espacial apresenta crescente multipolaridade e maior congestionamento, o que torna a cooperação elemento central para a segurança e a sustentabilidade. O eixo examinará mecanismos regionais e internacionais voltados ao compartilhamento de informações, ao desenvolvimento de normas técnicas, à pesquisa conjunta e à condução de operações coordenadas.
A agenda também avaliará como a América Latina e o Caribe podem contribuir com perspectivas inclusivas de governança nos fóruns multilaterais, ampliando a transparência, a interoperabilidade e a confiança entre os atores.
Desenhar: Políticas para atingir resultados ótimos
A sustentabilidade espacial demanda avanços não apenas tecnológicos e operacionais, mas também na formulação de políticas públicas. O eixo abordará instrumentos que alinhem incentivos econômicos a comportamentos responsáveis e examinará lições extraídas da gestão de outros bens comuns globais, como oceanos e atmosfera.
O debate identificará lacunas em ferramentas de governança e discutirá adaptações às realidades de agências nacionais e atores comerciais.
Explorar: Garantir a sustentabilidade e a responsabilidade na expansão para além da órbita da Terra (Lua e Marte)
O retorno das missões lunares e o avanço das iniciativas voltadas a Marte abrem espaço para a incorporação de princípios de sustentabilidade desde as fases iniciais das atividades além da órbita terrestre.
O eixo avaliará como a identificação antecipada de riscos pode orientar estratégias responsáveis de exploração e como o desenho de missões com foco em sustentabilidade pode ser aplicado a iniciativas lunares e planetárias. Também examinará o cenário de governança, incluindo a relação entre o arcabouço jurídico espacial vigente, novas iniciativas de exploração lunar e o papel de fóruns multilaterais.
Para o Brasil e para a América Latina e o Caribe, o debate representa oportunidade de participar da construção de normas internacionais desde o início, com contribuição técnica, perspectivas regionais e atuação diplomática, mesmo sem missões próprias à Lua ou a Marte.
Construção de uma agenda regional para a sustentabilidade espacial
Juntas, a AEB e a SWF buscarão consolidar uma agenda regional comum sobre prioridades de sustentabilidade espacial. A iniciativa pretende subsidiar deliberações internacionais, apresentar recomendações para políticas e regulamentos nacionais, como modelos de licenciamento, mitigação de detritos espaciais, transparência e uso de dados, além de identificar oportunidades de cooperação e promover uma abordagem proativa para atividades sustentáveis na Lua e em Marte, com princípios, práticas voluntárias e caminhos para participação inclusiva.
Mais informações podem ser obtidas no site oficial.
Sobre a SWF
A Secure World Foundation (SWF) atua em questões relacionadas à sustentabilidade espacial, alcançando audiências globais e atores diversos. Por quase duas décadas, a SWF tem liderado pesquisas importantes sobre temas de sustentabilidade, oferecendo contribuições chave em discussões internacionais e iniciativas em níveis comerciais e políticos variados.
Sobre a AEB
A Agência Espacial Brasileira (AEB), órgão central do Sistema Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais (SINDAE), é uma autarquia pública vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), responsável por formular, coordenar e executar a Política Espacial Brasileira.
Desde a sua criação, em 10 de fevereiro de 1994, a Agência trabalha para viabilizar os esforços do Estado Brasileiro na promoção do bem-estar da sociedade, por meio do emprego soberano do setor espacial.