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segunda-feira, 19 de junho de 2017

Temperatura efetiva da estrela

Caro Leitor(a),

A temperatura efetiva de uma estrela é a temperatura de um corpo negro de mesma luminosidade por área de superfície (\mathcal{F}_{Bol}) que a do corpo celeste em questão, de acordo com a Lei de Stefan-Boltzmann \mathcal{F}_{Bol}=\sigma T_{eff}^4. Observe-se que a luminosidade total (bolométrica) de uma estrela é então de L=4 \pi R^2 \sigma T_{eff}^4, onde R é o raio estelar. A definição do raio estelar não é obviamente direta. De forma mais rigorosa, a temperatura efetiva corresponde a temperatura no raio que é definido pela profundidade óptica Rosseland. A temperatura efetiva e a luminosidade bolométrica são dois parâmetros físicos fundamentais necessários para situar uma estrela no diagrama HR. Tanto a temperatura efetiva quanto a luminosidade bolométrica dependem da composição química da estrela.
A temperatura efetiva do Sol é de cerca de 5780 kelvins (K). Realmente, as estrelas têm um gradiente de temperatura, que vai do núcleo central até a camada mais exterior. A temperatura do núcleo do Sol, onde ocorrem as reações nucleares, é calculado em 15.000.000 K.
O índice de cor de uma estrela indica sua temperatura, das frias (pelos padrões estelares) estrelas vermelhas classe M, que emitem fortemente no infravermelho, até o azul profundo das estrelas O, que irradiam em larga escala no ultravioleta. A temperatura efetiva de uma estrela indica o montante de calor que a estrela irradia por unidade de área de superfície. Das superfícies mais quentes para as mais frias foi montada a seqüência de tipos estelares O, B, A, F, G, K, e M (que os astrônomos costumam decorar com o mnemônico Oh Be A Fine Girl, Kiss Me!; quando ainda eram usadas as classes R, N e S, acrescentava-se Right Now Sweetheart à frase)[1] .
Uma estrela vermelha pode ser úma diminuta anã vermelha, uma estrela de baixa produção de energia e pequena superfície ou uma gigante ou mesmo supergigante tal como Antares ou Betelgeuse, as quais geram muito mais energia, mas através de uma superfície tão vasta que irradiam muito menos por unidade de área de superfície. Uma estrela no meio do espectro, tal como o modesto Sol ou a gigante Capella irradiam mais calor por unidade de superfície do que as fracas anãs e supergigantes vermelhas, mas muito menos do que estrelas azuis como Vega ou Rigel.
A temperatura efetiva de um planeta pode ser calculada comparando a energia recebida pelo planeta com a energia emitida por um corpo negro de temperatura T.
Seja o caso de um planeta a uma distância D da estrela, de luminosidade L.
Assumindo que a estrela irradie isotropicamente e que o planeta esteja distante da estrela, a energia absorvida pelo planeta é dada tratando o planeta como um disco de raio r, o qual intercepta algo da energia que é espalhada sobre a superfície de uma esfera de raio D. Também concedemos que o planeta reflita algo da radiação incidente incorporando um parâmetro denominado albedo. Um albedo de 1 significa que toda a radiação é refletida, e um albedo de 0 significa que toda ela é absorvida. A expressão para energia absorvida é:
P_{abs} = \frac {L r^2 (1-A)}{4 D^2}
A próxima pressuposição a ser feita é que o planeta inteiro está na mesma temperatura T, e que o planeta irradie como um corpo negro. Isto resulta na expressão para a energia irradiada pelo planeta:
P_{rad} = 4 \pi r^2 \sigma T^4
Igualando estas duas expressões e rearranjando-as, obtemos uma expressão para a temperatura efetiva:
T = \left (\frac{L (1-A)}{16 \pi \sigma D^2} \right )^{\tfrac{1}{4}}
Observe-se que o raio do planeta é neutralizado no final da expressão.
A temperatura efetiva de Júpiter é de 112 K e 51 Pegasi b (Bellerophon) é de 1258 K. A temperatura real depende do albedo, atmosfera e calor interno. A temperatura real por análise espectroscópica para HD 209458 b (Osíris) é 1130 K, mas a temperatura do corpo negro é de 1359 K. O calor interno de Júpiter com a a temperatura efetiva de 112 K resulta num total de 152 K como temperatura real.
Referências
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
·         O corpo negro - Exemplos
·         Astronomia estelar
·         Planetologia


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

“O conhecimento torna a alma jovem, pois, colhe a sabedoria”.


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Hélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Pesquisador Independente das Ciências: Espacial; Astrofísica; Astrobiologia e Climatologia, Membro da Society for Science and the Public (SSP) e assinante de conteúdos científicos da NASA (National Aeronautics and Space Administration) e ESA (European Space Agency.







terça-feira, 13 de junho de 2017

Surpresa química de manto profundo, conteúdo de carbono não uniforme

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Sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

  
Mesmo que o carbono seja um dos elementos mais abundantes na Terra, na verdade é muito difícil determinar quanto dele existe abaixo da superfície no interior da Terra. A análise de Marion Le Voyer e Erik Hauri, de Carnegie, de cristais contendo magma do manto completamente fechado com seu conteúdo de carbono original preservado dobrou as descobertas conhecidas do mundo do carbono do manto. Os resultados são publicados na Nature Communications.

Em geral, há muito sobre a química do carbono que ocorre abaixo da crosta terrestre que os cientistas ainda não entendem. Em particular, a quantidade de carbono no manto da Terra tem sido objeto de debate quente por décadas. Este tópico é de interesse porque a quantidade de carbono presente no manto sustenta os processos geológicos do nosso planeta, incluindo desencadear a atividade vulcânica e sustentar a biosfera. Ela também afeta nossa atmosfera quando gás de dióxido de carbono é liberado por erupções; As erupções vulcânicas desempenharam um papel importante nas variações climáticas pré-históricas.

Mas é difícil medir a quantidade de carbono que existe abaixo da superfície da Terra. Os cientistas podem estudar as rochas ígneas que se formaram quando o manto derrete, chamado magma, subiu à superfície, erupted como a lava, e endureceu outra vez para criar uma rocha que seja chamada basalto. No entanto, o processo de ascensão e erupção libera quase todo o carbono do magma como gás dióxido de carbono, o que torna as rochas basálticas erupcionadas pobres indicadores da quantidade de carbono que estava nos magmas de onde eles se formaram.

"É assim que as erupções explosivas acontecem", explicou Hauri. "A súbita perda catastrófica de gás que, antes da erupção, foi dissolvido no magma em alta pressão, mas durante a erupção não tem outro lugar para ir, não deixando nenhum rastro pós-erupção no basalto endurecido da quantidade de carbono uma vez presente.

Mas Le Voyer, Hauri, e sua equipe analisaram algumas amostras de basalto do cume equatorial médio-atlântico que continham pequenas inclusões magmáticas previamente estudadas, pequenos bolsões de magma puro completamente aprisionados dentro de cristais sólidos que os protegiam da desgaseificação durante a ascensão e erupção do magma . A análise mostrou que estas inclusões tinham aprisionado o seu conteúdo de carbono original antes de serem erupcionadas no fundo do mar.

"Esta é apenas a segunda vez que amostras de magma contendo seu conteúdo de carbono original já foram encontradas e analisadas, dobrando nosso conhecimento da química de carbono da região", disse Hauri.

As primeiras amostras contendo seu carbono original também foram reveladas no Carnegie, por Hauri e Brown University professor Alberto Saal, em 2002. Essas amostras vieram do Pacífico no fundo do mar. Comparação dos dados para estas duas amostras revelou que o teor de carbono do manto é muito menos uniforme do que os cientistas tinham previsto anteriormente, variando em até duas ordens de grandeza em diferentes partes do manto.

"Nossa descoberta que o carbono do manto tem uma distribuição mais complexa do que previamente pensado tem muitas implicações para como os processos do envoltório podem variar pela posição," adicionado Le Voyer, que conduziu esta pesquisa como um postdoc em Carnegie e está agora na universidade de Maryland.


Uma das inclusões de fusão contendo magma manto completamente fechado com o seu teor de carbono original preservada estudado por Hauri e Le Voyer neste trabalho.

  
Cristais de olivina contendo inclusões de fusão (as manchas escuras no interior), provenientes da arc Mariana. Estes cristais não faziam parte deste estudo, mas ilustram o que as inclusões de derretimento se parecem. 
__________________
Este trabalho foi apoiado pelo Observatório de Carbono Profundo, Carnegie, e pela Smithsonian Institution.

A National Science Foundation apoiou a curadoria das amostras geológicas marinhas da Universidade de Rhode Island. 

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segunda-feira, 12 de junho de 2017

Inovação Tecnológica

Caro Leitor(a),


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Fonte: Inovaçã Tecnológica

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sexta-feira, 9 de junho de 2017

TOP 10 PEDRAS PRECIOSAS MAIS CARAS DO MUNDO

Caro Leitor(a),

Algo que podemos verificar com bastante facilidade, é o fato de que há uma grande quantidade de pessoas que acabam por ter interesse em obter jóias, no entanto, acabam por não entender os seus valores que são bastante elevados, e é justamente por isto que iremos citar os valores e o nome das pedras preciosas mais caras do mundo para que assim você consiga entender os valores das jóias.

Grandes magnatas e sheiks pagam uma fortuna para ter pedras raras e, claro, ter a exclusividade de ter uma jóia com uma pedra de poucas quantidades descobertas no planeta. Os valores são inestimáveis para um mineral de proporções tão pequena. Confira:
A pedra preciosa que ficou em décimo lugar como a mais cara do mundo é a Jeremejevite sendo que a sua pronuncia correta seria Ye-Rem-ay-Ev ite e esta seria conhecida como uma pedra céu azul ou até mesmo incolor, sendo que possui uma alta qualidade e teria vindo da Namíbia. O seu preço médio é de 2000 dólares por quilate.
A nona pedra é a Opala Preto, sendo que esta teria vindo da Austrália, e é considero como o país clássico desta pedra, sendo o maior fornecedor, no entanto o seu preço médio é de aproximadamente U$ 2.355,00 dólares o quilate da pedra.
A oitava pedra mais cara do mundo seria a Esmeralda Beryl Red , sendo que se trata de um berilo vermelho, é encontrado principalmente na Faixa de Thomas nas montanhas de Utah, e o seu preço médio seria de aproximadamente U$10 mil por quilate. O valor é estimado por se tratar de uma pedra extraída de rochas vulcânicas sob baixa pressão e alta temperatura.
Já a sétima pedra seria a Musgravite, uma das pedras mais raras do mundo, pois se trata de um mineral de silicato sendo que a sua composição seria de berilo, magnésio e também alumínio, e o seu preço médio seria de aproximadamente 35 mil dólares por quilate.
A sexta pedra seria a Grandidierite, um mineral verde azulado que é encontrado principalmente em Madagascar, inicialmente seria confundida com um serendibite. A pedra possui um preço aproximado de U$50 mil por quilate da pedra.
A quinta pedra seria a Painite. Ela sempre foi considerada como o mineral mais raro da terra, mesmo com os avanços nas pesquisas de hoje, apenas três pequenos cristais foram encontrados até agora, porém, claro, sempre há a esperança de explorar e encontrar uma quantidade maior. A principal motivação é o preço médio é de aproximadamente U$50.000,00 a U$60.000,00 o quilate da pedra.
 O quarto lugar ficou reservado para a Garnet Azul, pedra valiosíssima que pode ser encontrada em diversas cores, no entanto, a mais rara de todas seria a azul, que foi descoberta em Madagascar, o seu preço médio de venda é de U$1.5 milhão o quilate. A pedra ficou conhecida após a venda de uma jóia de 4,2 quilates por U$6,8 milhões de dólares.
O terceiro lugar é da Serendibite, uma pedra na cor turquesa originaria do Sri Lanka, e a sua composição seria de cálcio, magnésio, alumínio, sílico e boro. Foram encontrados apenas 3 cortes da raridade até os dias atuais, e claro, o valor do quilate não poderia deixar de acompanhar a quase-exclusividade de se ter uma pedra preciosa dessa. O preço por quilate é de aproximadamente 1,8 milhões de dólares.
O segundo lugar ficou reservado para o diamante vermelho (Red Diamonds). Por se tratar de uma preciosidade de valor inestimável, já foi produto de roubo em diversos filmes de ficção na telinha. Poucas pessoas tiveram a oportunidade de apreciar a sua beleza, o seu brilho e a cor viva do vermelho arroxeado. É considerado como o diamante mais caro do mundo, e sua extração é de origem australiana. O seu preço médio é de 2,5 milhões de dólares por quilate.
E para finalizar, a pedra mais cara do mundo é a Jadeite. O titulo é em razão do histórico leilão que a vendeu em um jóia de apenas 0,5 milímetros por 9.3 milhões de dólares em Hong Kong. Ela é considerada com uma pedra misteriosa, mistica por alguns, e sua origem seria da Guatemala, mas possui diversos exemplares que vieram da Califórnia, e a suas cores seriam branco ou então acinzentado. Sendo assim, podemos verificar que o quilate da pedra pode custar aproximadamente 3 milhões de dólares



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terça-feira, 6 de junho de 2017

ATIVIDADE FÍSICA

Caro Leitor(a),

A atividade física libera endorfina, que é um estimulante e antidepressivo natural, faz bem ao corpo e a alma, e melhora o humor. Também evita obesidade, ataques cardíacos e derrames. O ideal é praticar exercícios três vezes na semana e com moderação.


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sexta-feira, 2 de junho de 2017

Conteúdos Tecnológicos

Caro Leitor(a),


No sistema de pagamentos sem contato e sem fios, mesmo os cartões colocados nas maquininhas atuais são descartados.    Leia mais...
É um passo importante no esforço de aprimorar técnicas que possam levar à detecção de vida fora do nosso Sistema Solar.    Leia mais...
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Se você não consegue aumentar o tamanho do telescópio, use um pouco de inteligência artificial.    Leia mais...

Eliminando completamente os fornos, a cerâmica é fabricada imitando o processo natural de formação das rochas.    Leia mais...

Feito a partir de dados de terremotos e vulcões, é o primeiro mapa em 3D do interior da Terra em escala global.    Leia mais...

Se puder ser fabricada em larga escala, a membrana de separação tem o potencial de ajudar milhões de pessoas sem acesso direto a água potável.    Leia mais...



Fonte: Inovação Tecnológica

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quinta-feira, 1 de junho de 2017

Espaço Energia Solar 11 de fevereiro de 2013 Missões856

Caro Leitor(a),

Mesmo que você viveu sob uma rocha, você provavelmente está ciente de que temos uma crise energética iminente que paira sobre nossa espécie. A crise é agravada pela poluição e as alterações climáticas, bem como a crescente população humana. Como os países ao redor do mundo se juntar à revolução tecnológica e avançar para o abraço da tecnologia do século XXI, as demandas de energia desses países e, assim, o planeta, sobe.

Atualmente, os seres humanos usam cerca de 110 trilhões de quilowatts-hora por ano. Pela 2030-2040 década, espera-se dobrar o consumo de energia de 220 trilhões de quilowatts-hora por ano, e espera-se que quadruplicar nosso consumo de energia até o início do século XXII. Qualquer maneira você cortá-lo, um dos grandes problemas que nos enfrentam como espécie no futuro imediato é "como é que vamos produzir energia suficiente para abastecer a nossa civilização de uma forma globalmente consciente".

A Agência Internacional de Energia informou em 2011 , "Preocupações econômicas ter desviado a atenção da política de energia e limitar os meios de intervenção. Pós-Fukushima, a energia nuclear está a enfrentar a incerteza. MENA [Oriente Médio e Norte da África] turbulência levantou questões sobre os planos de investimento da região. Algumas das principais tendências estão apontando em direções preocupantes: Emissões de CO2 subiram para um recorde, a eficiência energética da economia global pioraram para o 2 º ano consecutivo, e os gastos com importações de petróleo é perto de níveis recordes ".

Com tudo isso em mente, o que podemos fazer para aliviar o impacto do nosso consumo de energia frívolo em nosso mundo frágil e o que podemos fazer para ajudar a prover a sociedade com energia suficiente para passar para o século XXI e mais além? Uma opção extremamente viável é a energia solar, mas não qualquer tipo convencional, energia solar espacial (SSP).

Na minha humilde opinião, a energia solar é a chave para cumprir todas as nossas necessidades de energia no longo prazo. Eu, pessoalmente, duvido que você precisa para gerar energia além do que podemos cobrar do sol. A maneira mais eficiente de coleta de energia solar é para coletá-lo no espaço. Aqui, os painéis solares são capazes coletar sete vezes a quantidade de energia por unidade de área do que os seus homólogos parte aérea baseada. Eles também não são afetados por ciclos de dia e noite se posicionado de forma adequada. Agora, recebendo a energia para a superfície do planeta para alimentar a nossa sociedade torna-se o "problema", mas utilizando um sistema de transmissão sem fio Tesla-imaginado, podemos literalmente Esta capacidade só ajudaria a levantar muitos países do terceiro mundo a sair da pobreza.

A melhor parte é esta capacidade é tecnicamente viável nos próximos 10-20 anos, utilizando as tecnologias pré-existentes. Além disso, a SSP é economicamente viável na próxima 10-30 (na verdade, estes valores assumem certa quantidade de futuro de mercado e apoio do governo).O único obstáculo verdadeiro é a experimentação de vôo, bem como questões políticas e legislativas resolver preocupações regulatórias.

O sistema em si não produziria quaisquer gases de efeito estufa, tornando-se uma fonte de energia extremamente atraente. Depois que produziu o primeiro lote de satélites de coleta de primeira geração, que poderiam fornecer a energia para as estações futuras a ser construída - basicamente, um sistema auto-sustentável, ou, melhor ainda, um sistema que pode gerar mais energia do que consome (sobre o longo prazo, de uma forma não-termodinâmico-violar). A coisa agradável sobre a coleta de energia diretamente a partir do espaço é, há muito disso. Como precisamos de mais poder, nós simplesmente construir mais satélites.

Naturalmente, tal empreendimento seria também grandes trabalhos, tanto no curto e longo prazo, ajudando a impulsionar a economia .


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