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quarta-feira, 18 de julho de 2018

Quantos exoplanetas a Espaçonave Kepler descobriu?

Caros Leitores,

Quantos exoplanetas a Espaçonave Kepler descobriu? Para saber acesse os links abaixo:

 

 

Missão Kepler:

·         Exoplanetas candidatos : 2.244

·         Exoplanetas confirmados : 2.327



Missão K2:

·         Exoplanetas candidatos : 479


·         Exoplanetas confirmados : 323


Fonte: Obesrevatório Europeu do Sul-(no termo em inglês, ESO)

Obrigado pela sua visita e volte sempre!

Hélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Pesquisador Independente das Ciências: Espacial; Astrofísica; Astrobiologia e Climatologia,Membro da Society for Science and the Public (SSP) e assinante de conteúdos científicos da NASA (National Aeronautics and Space Administration) e ESA (European Space Agency.

quarta-feira, 4 de julho de 2018

Astrônomos capturam novo planeta no processo de formação

Caros Leitores,

Primeira imagem confirmada de um planeta recém nascido obtida com o VLT do ESO

eso1821pt-br — Nota de imprensa científica - 2 de Julho de 2018

Espectro revela atmosfera com nuvens






















O SPHERE, o instrumento caçador de planetas montado no Very Large Telescope do ESO, capturou a primeira imagem confirmada de um planeta se formando no disco de poeira ao redor de uma estrela jovem. O jovem planeta abre o seu caminho ao longo do disco primordial de gás e poeira que rodeia a estrela muito jovem PDS 70. Os dados sugerem que a atmosfera do planeta possui nuvens.

Astrônomos liderados por um grupo do Instituto Max Planck de Astronomia de Heidelberg, na Alemanha, capturaram uma imagem de formação planetária em torno da jovem estrela anã PDS 70. Com o auxílio do instrumento SPHEREmontado no Very Large Telescope do ESO (VLT) — um dos instrumentos caçadores de planetas mais poderosos que existem — a equipe internacional fez a primeira detecção robusta de um jovem planeta, chamado PDS 70b, que está abrindo caminho através do material que rodeia a jovem estrela [1].

Com o instrumento SPHERE, a equipe pôde medir também o brilho do planeta em diversos comprimentos de onda, o que permitiu que fossem deduzidas propriedades da sua atmosfera.

O planeta mostra-se muito bem destacado nas novas observações, sendo visível como um ponto brilhante situado à direita do centro (a esfera negra na imagem). Localiza-se aproximadamente a três bilhões de km de distância da estrela central, o que equivale mais ou menos à distância entre Urano e o Sol. A análise mostra que PDS 70b é um planeta gigante gasoso com uma massa de algumas vezes a massa de Júpiter. A superfície do planeta tem uma temperatura de cerca de 1000º C, o que o torna muito mais quente do que qualquer planeta do nosso Sistema Solar.

O círculo escuro que aparece no centro da imagem deve-se à utilização de um coronógrafo, uma máscara que bloqueia a luz ofuscante da estrela central e permite aos astrônomos detectar o disco e o companheiro planetário, que são muito mais fracos que a estrela. Sem esta máscara, a fraca luz emitida pelo planeta desapareceria completamente no intenso brilho de PDS 70.

Estes discos situados em torno de estrelas jovens são os locais de nascimento dos planetas, mas até agora apenas algumas observações tinham conseguido detectar pistas que apontavam para a existência de planetas bebês em meio a eles,” explica Miriam Keppler, que liderou a equipe por detrás da descoberta do planeta ainda em formação de PDS 70. “O problema é que, até agora, a maioria destes candidatos a planetas poderia ser apenas estruturas no disco.

A descoberta do jovem companheiro de PDS 70 é um resultado científico bastante interessante, que já mereceu pesquisas subsequentes. Uma segunda equipe, que envolve muitos dos mesmos astrônomos da equipe da descoberta, incluindo Keppler, fez, nos últimos meses, observações de acompanhamento com o intuito de investigar a jovem companheira planetária de PDS 70 com mais detalhe. Esta equipe não só obteve a imagem muito nítida do planeta que aqui mostramos, como também conseguiu obter um espectro deste objeto. A análise do espectro aponta para a existência de nuvens na atmosfera do planeta.

A companheira planetária de PDS 70 esculpiu um disco de transição — um disco protoplanetário com um “buraco” gigante no centro. Estes buracos interiores são conhecidos há várias décadas e foi sugerido que seriam produzidos pela interação entre o disco e o planeta. Agora estamos vendo o planeta pela primeira vez.

Os resultados de Keppler abrem uma nova janela para as primeiras fases da complexa evolução planetária, ainda tão mal compreendida,” comenta André Müller, líder da segunda equipe que investigou o jovem planeta. “Precisávamos de observar um planeta no disco de uma estrela jovem para compreendermos realmente os processos por detrás da formação planetária.” Ao determinar as propriedades físicas e atmosféricas do planeta, os astrônomos podem testar modelos teóricos de formação planetária.

Este olhar ao nascimento envolto em poeira de um planeta foi apenas possível graças às impressionantes capacidades tecnológicas do instrumento SPHERE do ESO, o qual estuda exoplanetas e discos em torno de estrelas próximas, usando uma técnica conhecida por imagens de alto contraste — um feito bastante complicado. Mesmo bloqueando a luz emitida por uma estrela com o auxílio de um coronógrafo, o SPHERE tem ainda que usar estratégias de observação e técnicas de processamento de dados complicadas para conseguir obter o sinal emitido pelos tênues companheiros planetários situados em torno das jovens estrelas brilhantes [2], a múltiplos comprimentos de onda e épocas diferentes.

Thomas Henning, diretor do Instituto Max Planck de Astronomia e líder das equipes, resume esta aventura científica: “Após mais de uma década de enormes esforços para construir esta máquina de alta tecnologia, o SPHERE permite-nos agora colher os frutos deste trabalho, presentando-nos com a descoberta de planetas bebês!

Notas

[1] As imagens do disco e do planeta e o espectro do planeta foram capturados no âmbito de dois programas de rastreio chamados SHINE (SpHere INfrared survey for Exoplanets) e DISK (sphere survey for circumstellar DISK). O SHINE pretende obter imagens no infravermelho próximo de 600 estrelas jovens, usando o alto contraste e elevada resolução angular do SPHERE para descobrir e caracterizar novos exoplanetas e sistemas planetários. O DISK explora conhecidos sistemas planetários jovens e os seus discos circunstelares com o intuito de estudar as condições iniciais da formação planetária e a evolução de arquiteturas planetárias.

[2] De modo a extrair o fraco sinal do planeta situado próximo da estrela brilhante, os astrônomos usam um método sofisticado que tira partido da rotação da Terra. Em modo de observação, o SPHERE tira continuamente imagens da estrela durante um período de várias horas, enquanto o instrumento se mantém tão estável quanto possível. Deste modo, o planeta parece girar lentamente, mudando de posição na imagem relativamente ao halo estelar. Aplicando algoritmos numéricos elaborados, as imagens individuais são posteriormente combinadas de tal modo que todas as partes da imagem que parecem não se mover, tais como o sinal da estrela propriamente dita, são filtradas. Assim, ficamos apenas com as partes que aparentemente se movem — o que torna o planeta visível.

Mais Informações

Este trabalho foi descrito em dois artigos científicos intitulados Discovery of a planetary-mass companion within the gap of the transition disk around PDS 70” e “Orbital and atmospheric characterization of the planet within the gap of the PDS 70 transition disk”, que serão ambos publicados na revista especializada Astronomy & Astrophysics.


Fonte: Obesrevatório Europeu do Sul-(no termo em inglês, ESO)

Obrigado pela sua visita e volte sempre!

Hélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Pesquisador Independente das Ciências: Espacial; Astrofísica; Astrobiologia e Climatologia,Membro da Society for Science and the Public (SSP) e assinante de conteúdos científicos da NASA (National Aeronautics and Space Administration) e ESA (European Space Agency.

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Antártica e Elevação do Nível do Mar

Caros Leitores,


Em um grande esforço colaborativo, cientistas de todo o mundo usaram informações de satélites para revelar que o derretimento do gelo na Antártica não só elevou o nível do mar em 7,6 mm desde 1992, mas, criticamente, quase metade desse aumento ocorreu nos últimos cinco anos. anos.

Andrew Shepherd, da Universidade de Leeds, no Reino Unido, e Erik Ivins, do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, lideraram um grupo de 84 cientistas de 44 organizações internacionais em pesquisa que resultou no quadro mais completo de como a camada de gelo da Antártida está mudando.
  
Sua pesquisa, publicada na Nature , revela que, antes de 2012, quando o último desses estudos foi realizado, a Antarctica estava perdendo 76 bilhões de toneladas de gelo por ano. Isso estava causando o aumento do nível do mar a uma taxa de 0,2 mm por ano.

Desde então, no entanto, a Antártida vem perdendo gelo três vezes mais rápido.

Entre 2012 e 2017, a Antarctica perdeu 219 bilhões de toneladas de gelo por ano, elevando o nível do mar em 0,6 mm ao ano.
Esta informação é fundamental para entender como a mudança climática está afetando a parte mais remota do planeta e como isso tem consequências para o resto do mundo.
O Prof. Shepherd disse: “Há muito tempo suspeitamos que mudanças no clima da Terra afetarão as camadas de gelo polar. Graças aos satélites que nossas agências espaciais lançaram, agora podemos rastrear suas perdas de gelo e contribuição global no nível do mar com confiança.

“De acordo com nossa análise, houve um aumento nas perdas de gelo da Antártida durante a última década, e o continente está fazendo com que o nível do mar suba mais rápido hoje do que em qualquer outro período nos últimos 25 anos.

“Isso tem que ser uma preocupação para os governos em que confiamos para proteger nossas cidades e comunidades costeiras.”

Embora tenham sido utilizadas várias missões de satélites nesta avaliação, as missões CryoSat e Copernicus Sentinel-1 da ESA foram particularmente úteis.

Carregando um altímetro de radar, o CryoSat é projetado para medir mudanças na altura do gelo, que é usado para calcular mudanças no volume do gelo. Ele também é especialmente projetado para medir mudanças em torno das margens das camadas de gelo, onde o gelo é criado como icebergs.
A missão de radar de dois satélites Sentinel-1, que é usada para monitorar o movimento do gelo, pode fazer imagens da Terra, independentemente do tempo ou do dia ou da noite - o que é essencial durante os invernos escuros polares.

O Director de Programas de Observação da Terra da ESA, Josef Aschbacher, acrescentou: “O CryoSat e o Sentinel-1 estão a dar um contributo essencial para compreender como as camadas de gelo respondem às alterações climáticas e afectam o nível do mar, o que é uma grande preocupação.

“Embora esses resultados impressionantes demonstrem nosso compromisso com a pesquisa climática por meio de iniciativas como a Iniciativa de Mudança Climática e atividades de exploração de dados científicos, eles também mostram o que pode ser alcançado trabalhando com nossos colegas da NASA.











Missão de gelo da ESA

"Olhando para o futuro, no entanto, é importante que tenhamos satélites para continuar medindo o gelo da Terra para manter o registro de dados climáticos da folha de gelo".

O triplo aumento na perda de gelo do continente como um todo se deve em parte às geleiras que fluem mais rápido na Antártida Ocidental e na Península Antártica.

A Antártica Ocidental sofreu a maior perda de gelo, passando de uma perda de 53 bilhões de toneladas por ano na década de 1990 para 159 bilhões de toneladas por ano desde 2012. A maior parte é porque a geleira Pine Island e a geleira Thwaites estão recuando rapidamente devido à água do mar mais quente. suas prateleiras flutuantes.

Eric Rignot, do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, acrescentou: “As medições coletadas pelos satélites de radar e Landsat ao longo dos anos documentaram mudanças glaciais em torno da Antártida em um incrível nível de precisão, de modo que agora temos uma compreensão muito detalhada e completa das rápidas mudanças. no fluxo de gelo que ocorre na Antártida e como eles elevam o nível do mar em todo o mundo.

Fonte: ESA

http://www.esa.int/Our_Activities/Observing_the_Earth/CryoSat/Antarctica_hikes_up_sea_level#


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segunda-feira, 11 de junho de 2018

Temperatura Planetas Sistema Solar

Caros Leitores,

Nesta imagem estão relacionadas as temperaturas dos planetas do nosso Sistema Solar.




























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Hélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Pesquisador Independente das Ciências: Espacial; Astrofísica; Astrobiologia e Climatologia,Membro da Society for Science and the Public (SSP) e assinante de conteúdos científicos da NASA (National Aeronautics and Space Administration) e ESA (European Space Agency.
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quinta-feira, 7 de junho de 2018

NASA encontra material orgânico antigo, misterioso metano em Marte

Caros Leitores,

NASA encontra material orgânico antigo, misterioso metano em Marte - anúnciado pela NASA em 07-06-2018



O Rover Curiosity da NASA descobriu moléculas orgânicas antigas em Marte, incorporadas em rochas sedimentares com bilhões de anos.


Credit: NASA / GSFC 


O Rover Curiosity da NASA usou um instrumento chamado SAM (Sample Analysis at Mars) para detectar mudanças sazonais no metano atmosférico na Cratera Gale. O sinal do metano foi observado por quase três anos marcianos (quase seis anos terrestres), chegando a cada verão. 


Crédito da Imagem: NASA / JPL-Caltech        


O Rover Curiosity da NASA encontrou novas evidências preservadas em rochas em Marte que sugerem que o planeta poderia ter sustentado a vida antiga, bem como novas evidências na atmosfera marciana que se relacionam com a busca pela vida atual no Planeta Vermelho. Embora não sejam necessariamente evidências da própria vida, essas descobertas são um bom sinal para futuras missões explorando a superfície e a subsuperfície do planeta.
As novas descobertas - moléculas orgânicas "duras" em rochas sedimentares de 3 bilhões de anos perto da superfície, bem como variações sazonais nos níveis de metano na atmosfera - aparecem na edição de 8 de junho da revista Science.
Moléculas orgânicas contêm carbono e hidrogênio, e também podem incluir oxigênio, nitrogênio e outros elementos. Embora comumente associados à vida, as moléculas orgânicas também podem ser criadas por processos não biológicos e não são necessariamente indicadores de vida.

"Com essas novas descobertas, a Mars está nos dizendo para manter o curso e continuar procurando evidências de vida", disse Thomas Zurbuchen, administrador associado da Diretoria de Missões Científicas na sede da NASA, em Washington. "Estou confiante de que nossas missões contínuas e planejadas irão desbloquear ainda mais descobertas de tirar o fôlego no Planeta Vermelho".
"A curiosidade não determinou a origem das moléculas orgânicas", disse Jen Eigenbrode, do Goddard Space Flight Center da NASA, em Greenbelt, Maryland, que é o autor principal de um dos dois novos artigos científicos. "Se detém um registro da vida antiga, foi comida para a vida, ou existiu na ausência de vida, a matéria orgânica em materiais marcianos contém pistas químicas para as condições e processos planetários."
Embora a superfície de Marte esteja inóspita hoje, há evidências claras de que, no passado distante, o clima marciano permitiu que a água líquida - um ingrediente essencial para a vida como a conhecemos - se acumulasse na superfície. Dados da Curiosity revelam que bilhões de anos atrás, um lago de água dentro da Cratera da Gale continha todos os ingredientes necessários para a vida, incluindo blocos de construção químicos e fontes de energia.
"A superfície marciana é exposta à radiação do espaço. Tanto a radiação quanto os produtos químicos quebram a matéria orgânica", disse Eigenbrode. "Encontrar moléculas orgânicas antigas nos cinco primeiros centímetros de rocha que foram depositadas quando Marte pode ter sido habitável, é um bom presságio para nós aprendermos a história de moléculas orgânicas em Marte com futuras missões que serão aprofundadas."
Liberações sazonais de metano
No segundo artigo, os cientistas descrevem a descoberta de variações sazonais do metano na atmosfera marciana ao longo de quase três anos de Marte, que são quase seis anos terrestres. Essa variação foi detectada pelo conjunto de instrumentos Sample Analysis at Mars (SAM) da Curiosity.
A química da rocha da água pode ter gerado o metano, mas os cientistas não podem descartar a possibilidade de origens biológicas. O metano já havia sido detectado na atmosfera de Marte em plumas grandes e imprevisíveis. Este novo resultado mostra que os baixos níveis de metano dentro da Cratera Gale repetidamente atingem o pico nos meses quentes e de verão e caem no inverno a cada ano.

 Vídeo: https://youtu.be/U5nrrnAukwI?t=113

“Projeto de curiosidade O cientista Ashwin Vasavada faz um tour descritivo da visão de Marte em Gale Crater”.
"Esta é a primeira vez que vimos algo repetível na história do metano, então nos oferece um entendimento para entender isso", disse Chris Webster, do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, em Pasadena, Califórnia, principal autor do segundo trabalho. "Tudo isto é possível devido à longevidade da Curiosity. A longa duração permitiu-nos ver os padrões nesta 'respiração' sazonal."
Encontrando Moléculas Orgânicas
Para identificar material orgânico no solo marciano, Curiosity perfurou em rochas sedimentares conhecidas como mudstone de quatro áreas em Gale Crater. Este lamito formou-se gradualmente há bilhões de anos a partir do lodo que se acumulou no fundo do antigo lago. As amostras de rochas foram analisadas pelo SAM, que usa um forno para aquecer as amostras (acima de 500 graus Fahrenheit, ou 500 graus Celsius) para liberar moléculas orgânicas da rocha em pó.
O SAM mediu pequenas moléculas orgânicas que saíram da amostra de lamito - fragmentos de moléculas orgânicas maiores que não evaporam facilmente. Alguns desses fragmentos contêm enxofre, o que poderia ter ajudado a preservá-los da mesma forma que o enxofre é usado para tornar os pneus de automóveis mais duráveis, segundo a Eigenbrode.
Os resultados também indicam concentrações de carbono orgânico na ordem de 10 partes por milhão ou mais. Isso está próximo da quantidade observada em meteoritos marcianos e cerca de 100 vezes maior que as detecções anteriores de carbono orgânico na superfície de Marte. Algumas das moléculas identificadas incluem tiofenos, benzeno, tolueno e pequenas cadeias de carbono, como propano ou butano.
Em 2013, o SAM detectou algumas moléculas orgânicas contendo cloro nas rochas no ponto mais profundo da cratera. Esta nova descoberta se baseia no inventário de moléculas detectadas nos antigos sedimentos de lagos em Marte e ajuda a explicar por que elas foram preservadas.
Encontrar metano na atmosfera e carbono antigo preservado na superfície dá aos cientistas a confiança de que o rover Mars 2020 da NASA e o ExoMars da ESA (Agência Espacial Européia) encontrarão ainda mais orgânicos, tanto na superfície quanto no subsolo superficial.
Esses resultados também informam as decisões dos cientistas enquanto eles trabalham para encontrar respostas a perguntas sobre a possibilidade de vida em Marte.
"Existem sinais de vida em Marte?" disse Michael Meyer, cientista chefe do Programa de Exploração de Marte da NASA, na sede da NASA. "Não sabemos, mas esses resultados nos dizem que estamos no caminho certo."
Este trabalho foi financiado pelo Programa de Exploração de Marte da NASA para a Diretoria de Missão Científica (SMD) da agência em Washington. Goddard forneceu o instrumento SAM. O JPL construiu o rover e gerencia o projeto para SMD.

Para vídeos e imagens das descobertas, visite:

Informações sobre as atividades da NASA em Marte estão disponíveis online em:

Contato de mídia de notícias

Andrew Boa 
Jet Propulsion Laboratory, em Pasadena, Califórnia. 
818-393-2433 
andrew.c.good@jpl.nasa.gov 
Dwayne Brown / Joanna Wendel 
sede da NASA, Washington 
202-358-1726 / 202-358-1003 
dwayne.c. brown@nasa.gov / joanna.r.wendel@nasa.gov 
Bill Steigerwald / Nancy Jones 
Centro de Vôos Espaciais Goddard da NASA, Greenbelt, Maryland 
301-286-8955 / 301-286-0039 
william.a.steigerwald@nasa.gov / nancy.n.jones@nasa.gov 



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