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Aquecimento Global

O que é um ano-luz? | Minuto Ciência

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terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Simulando a turbulência no plasma de vento solar

Caro Leitores,

Simulando a turbulência no plasma de vento solar 

DETALHES

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·         Título Simulando a turbulência no plasma de vento solar
·         Lançado 15/01/2018 9:00 am
·         Copyright D. Perrone et al
·         Descrição

Talvez você esteja lendo esta legenda enquanto toma um café. À medida que você agita sua bebida com uma colher, vórtices são produzidos no líquido que se desintegram em redemoinhos menores até desaparecerem inteiramente. Isso pode ser descrito como uma cascata de vórtices de grandes a pequenas escalas. Além disso, o movimento da colher traz o líquido quente em contato com o ar mais frio e, portanto, o calor do café pode escapar mais eficientemente para a atmosfera, esfriando-o.

Um efeito semelhante ocorre no espaço, nas partículas atômicas carregadas eletricamente - plasma de vento solar - explodido pelo nosso Sol, mas com uma diferença chave: no espaço não há ar. Embora a energia injetada no vento solar pelo Sol seja transferida para escamas menores em cascatas turbulentas, assim como no seu café, a temperatura no plasma é vista como aumentando porque não há ar frio para detê-lo.

Como exatamente o plasma de vento solar é aquecido é um tema quente na física espacial, porque é mais quente do que o esperado para um gás em expansão e quase nenhuma colisão está presente. Os cientistas sugeriram que a causa desse aquecimento pode estar escondida no caráter turbulento do plasma de vento solar.

As simulações avançadas de supercomputadores ajudam a entender esses movimentos complexos: a imagem mostrada aqui é de uma simulação desse tipo. Representa a distribuição da densidade de corrente no plasma de vento solar turbulento, onde filamentos localizados e vórtices apareceram como conseqüência da cascata de energia turbulenta. As cores azul e amarela mostram as correntes mais intensas (azul para negativo e amarelo para valores positivos).  

Essas estruturas coerentes não são estáticas, mas evoluem no tempo e interagem uns com os outros. Além disso, entre as ilhas, a corrente torna-se muito intensa, criando altas regiões de estresse magnético e às vezes um fenômeno conhecido como reconexão magnética. Ou seja, quando as linhas de campo magnético de direção oposta se aproximam, podem repentinamente se adaptar a novas configurações, liberando grandes quantidades de energia que podem causar aquecimento localizado.

Tais eventos são observados no espaço, por exemplo, pelo quarteto Cluster da ESA de satélites na órbita terrestre, no vento solar . Cluster também encontrou evidências de redutos turbulentos até algumas dezenas de quilômetros enquanto o vento solar interage com o campo magnético da Terra.

Esta cascata de energia pode contribuir para o aquecimento geral do vento solar, um tópico que a futura missão do Orbitador Solar da ESA também tentará abordar.
Entretanto, desfrute estudando cascatas turbulentas de vortices em seu café!



Fonte: Agência Espacial Européia (ESA, na sigla em inglês).


Obrigado pela sua visita e volte sempre!


Hélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Pesquisador Independente das Ciências: Espacial; Astrofísica; Astrobiologia e Climatologia,Membro da Society for Science and the Public (SSP) e assinante de conteúdos científicos da NASA (National Aeronautics and Space Administration) e ESA (European Space Agency.





quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

AQUECIMENTO GLOBAL

Caros Leitores,



Não podemos negar que mudanças no clima global estão de fato acontecendo...


O ano de 2016 bateu recorde de calor em todo o globo. As calotas polares não param de derreter, e os níveis dos oceanos não param de subir... E pra entender melhor qual é a taxa de aumento dos níveis dos oceanos, cientistas estão acompanhando os efeitos das mudanças climáticas através de dados obtidos satélites de rastreamento


A ESA (Agência Espacial Europeia) criou a "Iniciativa Mudança Climática" - Climate Change Initiative (CCI), que integra dados obtidos por diversos satélites para produzir os registros mais precisos em escala global, e entender quais são os fatores que mais influenciam as mudanças em todo o globo.

Ao comparar dados obtidos por diversos satélites em diferentes épocas, os cientistas climáticos têm a oportunidade de entender cada vez mais como ocorre o aquecimento global, e quais são seus principais efeitos sobre nosso planeta. Confira

Vídeo de 2 minutos mostra como o nível dos oceanos está subindo


As estimativas mostram que o nível global dos oceanos está crescendo cerca de 3 mm por ano! Essa é a maior ameaça do aquecimento global, especialmente para áreas costeiras.

Ao identificarmos os principais responsáveis pelo aumento do nível dos oceanos, podemos combater de forma eficaz o aquecimento global causado pelo nosso modo de vida. O aumento no nível dos oceanos varia ao redor do globo, e é causado pelo derretimento de glaciers, calotas polares e também pela expansão térmica da água dos oceanos devido ao aumento das temperaturas.


Como fica claro no vídeo, não é preciso que haja um derretimento considerável do gelo global para que os níveis dos oceanos subam drasticamente, já que 30% desse aumento é causado diretamente pela expansão da água por conta do aumento das temperaturas! Uma informação que muitas vezes pode passar despercebida, mas que pode ser responsável por um aumento drástico, repentino e variável.



E os efeitos do aquecimento global não apenas elevam os níveis dos oceanos, como também alteram a densidade, a salinidade e a temperatura dos mares.

Segundo os cientistas, os dados obtidos pela "Iniciativa Mudança Climática" mostram claramente as evidências de uma mudança climática.
Não se esqueça de compartilhar essa matéria com seus amigos e familiares, afinal, um dos passos mais importantes para se combater o aquecimento global é algo bastante simples - a conscientização.



Obrigado pela sua visita e volte sempre!


Hélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Pesquisador Independente das Ciências: Espacial; Astrofísica; Astrobiologia e Climatologia,Membro da Society for Science and the Public (SSP) e assinante de conteúdos científicos da NASA (National Aeronautics and Space Administration) e ESA (European Space Agency.





quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Maior mercado de carbono do mundo impulsiona esforço climático

Caros Leitores,

 A apresentação de um mercado chinês de comércio de carbono para a indústria local de energia pode ter implicações maiores para o resto do mundo do que para o país asiático.
“É um pequeno passo para a China, mas um grande passo para o resto do mundo”, disse Sophie Lu, analista da Bloomberg New Energy Finance em Pequim, por e-mail. “Este novo mercado lançado não é muito diferente dos mercados-piloto já existentes da China e não provoca um grande impacto imediato. Mas é um grande voto de confiança nas iniciativas globais contra mudanças climáticas do maior emissor do mundo.”
O mercado inicialmente envolverá apenas o setor de energia, disse o vice-presidente da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, Zhang Yong, na terça-feira, em apresentação em Pequim. Embora represente um recuo em relação ao plano anterior de incluir oito setores, o mercado chinês ainda será maior que o sistema da União Europeia, abrangendo 1.700 empresas e cerca de 3 bilhões de toneladas de emissões.
“Após várias queimadas de largada, mudanças de prioridades e nervosismo quanto a se a especulação do carbono dificultará ou não a aplicação das políticas, os reguladores decidiram ser ainda mais cautelosos em relação à implantação do mercado”, disse Lu. “Com os preços do carbono tão baixos, ainda não se sabe se o mercado do carbono será um fator importante para a redução das emissões do setor elétrico.”
Fonte: BLOOMBERG 19 DE DEZEMBRO, 2017 - Por Bloomberg News.

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Hélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Pesquisador Independente das Ciências: Espacial; Astrofísica; Astrobiologia e Climatologia,Membro da Society for Science and the Public (SSP) e assinante de conteúdos científicos da NASA (National Aeronautics and Space Administration) e ESA (European Space Agency.





terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Presidente dos EUA assina diretiva que permite envio de astronautas para a Lua e Marte

Caros Leitores,

De acordo com informações oficiais da NASA, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta segunda-feira uma alteração nas políticas da agência, permitindo que ela volte a enviar homens para a Lua, Marte e até mesmo em missões que pretendam ir mais longe.
As iniciativas para colocar esta possibilidade em prática devem partir da própria NASA, bem como parceiros de companhias privadas. Segundo a agência, esta assinatura foi de grande importância para permitir que, no futuro, o ser humano possa explorar Marte in loco.
“A diretiva que estou assinando hoje vai refocalizar o programa espacial dos Estados Unidos no que diz respeito à exploração e descobertas”, disse o presidente Donald Trump. “Isso marca o primeiro passo para enviar novamente astronautas americanos para a Lua, pela primeira vez desde 1972, para exploração de longo prazo e uso. Desta vez, não vamos apenas plantar nossa bandeira e deixar nossas pegadas – nós vamos estabelecer uma base para eventuais missões para Marte, e talvez, um dia, para outros planetas mais distantes”, complementou o presidente estadunidense.
A assinatura partiu da recomendação feita pelo Conselho Espacial Nacional dos EUA, que foi revivido por Donald Trump recentemente, sob o preceito de aconselhar e implementar as políticas espaciais do país, e estabelecer a exploração como uma prioridade nacional.
“A NASA tem a expectativa de apoiar a diretiva do presidente, estrategicamente alinhando nosso trabalho para retornar a enviar homens para a Lua, viajar para Marte e explorar o sistema solar”, disse Robert Lightfoot, administrador interno da NASA.
Ainda de acordo com Lightfoot, essas mudanças na política da agência podem permitir missões mais complexas, que fortaleçam a liderança dos Estados Unidos na exploração espacial. O administrador diz que as futuras gerações poderão, no futuro, sonhar ainda maior e chegar mais longe.
Com informações de nasa.gov.


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Hélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Pesquisador Independente das Ciências: Espacial; Astrofísica; Astrobiologia e Climatologia,Membro da Society for Science and the Public (SSP) e assinante de conteúdos científicos da NASA (National Aeronautics and Space Administration) e ESA (European Space Agency.





segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Caros Leitores,

BID destinará US$ 1,5 bilhão para pesquisa e inovação tecnológica no Brasil


Caminho
O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) aprovou uma linha de crédito para projetos de investimento de US$ 1,5 bilhão para o Brasil, destinada a aumentar a produtividade das empresas brasileiras por meio de mais investimentos em inovação e maior dinamização do sistema nacional de inovação.
Essa aprovação inclui uma primeira operação de US$ 703,6 milhões para o programa Inovar para Crescer, que será executado pela Finep. Do montante total da operação inicial, o BID financiará US$ 600 milhões e a Finep entrará com US$ 103,6 milhões.
O BID anunciou que pretende ajudar o Brasil na construção de um caminho sólido para níveis de desenvolvimento sustentáveis e inclusivos no longo prazo.
Inovar para Crescer
O programa Inovar para Crescer procura enfrentar desafios importantes como a escassez de investimentos privados em inovação, a baixa complexidade da estrutura produtiva e a insuficiência de dinamismo empreendedor.
O programa inclui quatro componentes principais. O primeiro é o apoio à inovação em sete setores estratégicos prioritários: indústria química, mineração e transformação mineral, biocombustíveis avançados, agroindústria, alimentos e bebidas, tecnologias de informação e comunicação, saúde e metalurgia. Serão financiados projetos de inovação por meio de recursos reembolsáveis e não reembolsáveis para empresas e recursos não reembolsáveis para instituições científicas e tecnológicas.
A segunda linha de apoio busca promover a modernização de micro, pequenas e médias empresas com potencial inovador pela adoção de tecnologias. Os projetos serão apresentados em um sistema de "janela aberta" e serão financiados pela Finep de forma indireta através de bancos de desenvolvimento e agências autorizadas em nível regional e estadual.
O terceiro componente vai apoiar o crescimento de empreendimentos inovadores de base tecnológica, financiando suas necessidades em etapas precoces para ajudá-los a cruzar o conhecido "vale da morte" - a morte prematura de empresas emergentes - e avançar para as fases finais de desenvolvimento de produtos, de introdução no mercado e/ou de ampliação da escala produtiva.
Por fim, o quarto componente financiará iniciativas experimentais de inovação aberta e estudos de prospecção e roteiros tecnológicos em setores prioritários, bem como o fortalecimento das capacidades institucionais da Finep para a difusão do conhecimento e a avaliação do impacto de suas intervenções.
Fonte: Com informações da FINEP -  


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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Navio a hidrogênio promete transporte de carga ecológico

Caros Leitores,

A Cie. Maritime Belge construiu a primeira embarcação comercial que navega à base de hidrogênio e não polui, levando o mundo a dar mais um passo em direção ao transporte de cargas sem emissões.
A embarcação de transporte de passageiros Hydroville é capaz de operar com hidrogênio comprimido ou óleo combustível comum, segundo a empresa belga. A embarcação foi certificada recentemente para operar como navio marítimo pela Lloyd’s Register. A CMB expandirá a tecnologia aos motores de navios de carga após os testes iniciais.
“O potencial do hidrogênio em todo o mundo é enorme”, disse Alexander Saverys, CEO da CMB, que tem sede em Antuérpia, em entrevista por telefone. “A explosão das energias renováveis oferece uma oportunidade real de produção de hidrogênio barato.”
A poluição gerada pela trilionária indústria do transporte marítimo ainda é pouco regulada. Segundo estimativa, o setor produz 3 por cento das emissões globais, mas não foi incluído no acordo climático de Paris de 2015. Os navios quase sempre queimam óleo combustível pesado, uma das formas mais poluentes e baratas de energia.
No entanto, a supervisão às emissões do transporte marítimo está prestes a mudar. A Organização Marítima Internacional, uma agência das Nações Unidas, deverá impor a partir de 2020 novas regras rígidas que limitarão a quantidade de emissões de enxofre dos navios. Existem também negociações a respeito da adição de um imposto ao carbono.
Compromisso internacional
“Há um compromisso muito forte para descarbonizar o transporte marítimo por parte de países poderosos como China, Japão e um grupo de nações europeias”, disse Tristan Smith, professor do instituto de energia da University College London e ex-arquiteto naval. “O hidrogênio é uma das formas mais econômicas de fazer isso. Está comprovado, funciona no sistema de energia e sua combustão é fácil de realizar nos navios.”
Outros meios de transporte pendem para as baterias, como os carros e caminhões elétricos, mas elas não são uma opção para o transporte marítimo de cargas, que consome muita energia.
“Nem com a maior bateria do mundo conseguiríamos navegar um dia inteiro”, disse Roy Campe, gerente de pesquisa e desenvolvimento da CMB. “Nossas viagens geralmente levam duas ou três semanas.”
A conversão de um navio para a queima de hidrogênio é uma adaptação relativamente simples, segundo Campe. A empresa investiu “menos de 10 milhões de dólares” para desenvolver a tecnologia e estima que a conversão custaria cerca de US$ 20 milhões em uma embarcação de carga pequena.
Embarcações mais baratas
O objetivo de longo prazo da CMB é fabricar um navio sem emissões e mais barato de operar do que as embarcações comuns. Saverys estima que o custo do hidrogênio cairá à medida que as energias renováveis se multiplicarem e acredita que isso permitiria reduzir pela metade o custo do combustível de navio em cerca de uma década.
A CMB atualmente recebe hidrogênio da indústria química, mas futuramente preferirá conseguir o elemento por meio de eletrólise alimentada por energias renováveis. Atualmente, a produção do elemento a partir de uma combinação de energias renováveis e de rede na Alemanha custa cerca de 19 euros por milhão de unidades térmicas britânicas, uma métrica usada para medir gás, estima a Bloomberg New Energy Finance.

Fonte: BLOOMBERG 30 DE NOVEMBRO, 2017 - Por Anna Hirtenstein.

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quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Cinco países entram em clube solar liderado por Brasil e México


Caros Leitores,

Mais cinco países estão entrando para o clube solar dos gigawatts em um momento em que a queda dos preços e a demanda crescente estimulam instalações em mercados emergentes de energia limpa.
A energia solar dobrará no México e no Brasil no ano que vem, levando ambos os países pela primeira vez além da marca de 1 gigawatt em novas instalações, segundo relatório da GTM Research de quarta-feira. Novas instalações na Holanda e no Egito também levarão os países além da marca em 2018 e o mercado da Espanha deverá aumentar com a adição de 3,9 gigawatts nos próximos dois anos.
No total, 13 países deverão somar pelo menos 1 gigawatt em energia solar cada no ano que vem, contra oito em 2017. Os novos membros da lista ajudarão a compensar a desaceleração da demanda em mercados mais maduros, notadamente EUA e Japão. O crescimento global está caindo para um dígito e a projeção é que em 2018 as instalações aumentem 5,6 por cento em relação a 2017, para 95,6 gigawatts, segundo dados da GTM. O crescimento anual composto até 2022 será de 4 por cento.
“Esses cinco países e outros mercados com escala de gigawatt estão diversificando o mercado de tal forma que ajudarão a estabilizar o desequilíbrio global entre oferta e demanda”, disseram analistas da GTM em comunicado. Os demais países que instalarão pelo menos 1 gigawatt neste ano são China, Índia, Alemanha, França, Austrália e Coreia do Sul.

Fonte: BLOOMBERG 29 DE NOVEMBRO, 2017 - Por Christopher Martin.

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Hélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Pesquisador Independente das Ciências: Espacial; Astrofísica; Astrobiologia e Climatologia,Membro da Society for Science and the Public (SSP) e assinante de conteúdos científicos da NASA (National Aeronautics and Space Administration) e ESA (European Space Agency.