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1º e 2º Catálogo criado pelo Satélite Gaia (2014-2016)

James Webb Space Telescope

O que é um ano-luz? | Minuto Ciência

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Investigadores descobrem Super Terra perto do Sistema Solar

Caros Leitores,

Este exoplaneta está apenas a oito anos-luz de distância, tem três vezes a massa do nosso planeta e será rochoso. O estudo foi divulgado pelo IA e conta com a participação de dois portugueses.











Os cientistas acreditam que este novo planeta seja rochoso e que demore apenas 13 dias terrestres para completar a órbita

AFP/Getty Images
Uma equipa de cientistas internacionais, em colaboração com o Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA), no Porto, descobriu uma nova Super Terra a  “apenas” oito anos-luz de distância do sistema solar, informou esta terça-feira o instituto portuense em comunicado.

Segundo o IA, este exoplaneta — planeta que não orbita o Sistema Solar — terá três vezes a massa da Terra, será rochoso e “orbita a estrela Gliese 411 (Gl411), na constelação da Ursa Maior”. A equipa de investigadores, da qual fazem parte dois portugueses, “concentrou-se em particular nos exoplanetas que orbitam estrelas anãs vermelhas, cuja massa é inferior a metade da massa do Sol”, refere a nota de imprensa. As estrelas anãs vermelhas “representam 80% das estrelas da nossa galáxia”.

O comunicado esclarece também que apesar de a estrela Gl411 ser uma anã vermelha, e, por isso, “menos quente que o Sol”, o Super Planeta consegue receber cerca de 3,5 vezes mais radiação que a Terra recebe do Sol, o “que o coloca fora da zona de habitabilidade, sendo provavelmente mais parecido com Vénus”.
A equipa internacional que conduziu a investigação instalou-se em França, utilizando o espetrógrafo Sophie no telescópio do Observatório de Haute-Provence para detetar a Super Terra. Os cientistas acreditam que este novo planeta seja rochoso e que demore apenas 13 dias terrestres para completar a órbita.
Segundo Olivier Demangeon, um dos investigadores do IA e da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, esta descoberta é bastante importante porque “reforça claramente a ideia de que a maioria das estrelas que vemos no céu tem planetas à volta”. Foi também neste telescópio que “em 1995, Michel Mayor e Didier Queloz descobriram o primeiro exoplaneta à volta de uma estrela do tipo solar”, refere o comunicado.
Fonte: Observador.pt
https://observador.pt/2019/02/19/investigadores-descobrem-super-terra-perto-do-sistema-solar/
Obrigado pela sua visita e volte sempre!

HélioR.M.Cabral (Economista, Escritor e Pesquisador Independente na Astronomia, Astrofísica, Astrobiologia e Climatologia).

Membro da Society for Science and the Public (SSP) e assinante de conteúdos científicos da NASA (National Aeronautics and Space Administration) e ESA (European Space Agency).

Participa do projeto S`Cool Ground Observation (Observações de Nuvens) que é integrado ao Projeto CERES (Clouds and Earth´s Radiant Energy System) administrado pela NASA.

Participa também do projeto The Globe Program / NASA Globe Cloud, um Programa de Ciência e Educação Worldwide, que também tem o objetivo de monitorar o Clima em toda a Terra. Este projeto é patrocinado pela NASA e National Science Fundation (NSF), e apoiado pela National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) e U.S Department of State.

Agência Espacial Japonesa

Caros Leitores,

Acessem abaixo, o Portal da Agência Espacial Japonesa, e acompanhem o que há de novo na pesquisa espacial.


Link: http://global.jaxa.jp/

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Cúspides (da magnetosfera)

Caos Leitores,

Duas regiões de campo magnético fraco na fronteira do Sol da magnetosfera, sendo uma em cada lado do equador. Eles separam linhas de campo magnético fechado na frente daquelas varridas para o magnetotail da Terra.

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Green Bank Observatory

Caros Leitores,


Acessem abaixo, o Portal do Green Bank Observatory, pois têm muitos conteúdos sobre a Astronomia.


https://greenbankobservatory.org/

Fonte: Green Bank Observatory
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terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Maior superlua de 2019: entenda o fenômeno astronômico que ocorre nesta terça

Caros Leitores,

A Super Lua, hoje!







Posição do satélite em relação à Terra faz ele aparecer maior e mais brilhante no céu
Nesta terça-feira (19/02/2019), a Lua aparecerá no céu maior e mais iluminada do que o de costume.
Este fenômeno é chamado de "superlua" e ocorre quando a Lua está cheia e no perigeu, o ponto mais próximo da Terra.
O satélite atingirá essa posição às 6h07 no horário de Brasília, mas a Lua só estará completamente cheia a partir das 12h53.
No entanto, só será possível avistar realmente a Lua no Brasil com o pôr do sol, às 19h02. Este período do "nascer da lua" será o melhor do dia para observar a superlua por causa de uma ilusão de ótica.
Neste momento, o satélite parece estar maior por ficar perto do horizonte. Nosso cérebro o percebe desta forma porque há objetos próximos, como edifícios e árvores, com os quais é possível comparar seu tamanho.

O termo 'superlua' se popularizou como referência a quando o satélite está em sua fase cheia no ponto mais próximo da Terra
Esta será a segunda vez que o fenômeno ocorre neste ano, sendo a maior delas - a primeira ocorreu em 21 de janeiro. E não será a última.
No mês passado, o evento foi chamado de "superlua de sangue", por conta do tom avermelhado que a Lua adquiriu com a ocorrência simultânea de um eclipse total enquanto o satélite estava no ponto mais próximo da Terra. É um fenômeno muito mais raro do que uma superlua "comum".
A próxima e última superlua de 2019 está prevista para 21 de março.
O que é uma superlua?
"Superlua" não é um termo oficial da astronomia, que se refere a este fenômeno como "lua cheia perigeana".
O nome "superlua" foi criado em 1979 pelo astrólogo americano Richard Noole para designar "uma Lua nova ou cheia que ocorre quando a Lua chega ou está próxima (pelo menos 90%) de sua maior proximidade da Terra".
No entanto, o termo se popularizou como uma referência a quando a Lua está cheia nesta posição.
Conforme explica a Nasa, isso ocorre porque o satélite orbita a Terra em uma trajetória elíptica a cada 27,3 dias. Assim, ela se aproxima e se afasta do nosso planeta conforme percorre esse caminho.

Próxima e última superlua de 2019 está prevista para 21 de março
O ponto mais longe de nós nesta elipse - a 405.500 quilômetros da Terra em média - é chamado de apogeu. Em contrapartida, ela atinge o perigeu quando chega a 363.300 quilômetros de distância em média.
Mas é importante notar que órbita da Lua muda com o tempo, afirma a Nasa, por conta de influência gravitacional do Sol e de outros planetas. Com isso, mudam também seu apogeu e perigeu. No caso desta superlua, seu perigeu será a 356.760 quilômetros de distância.
Quando uma Lua está cheia e no perigeu, ela aparece 7% maior, por sua proximidade da Terra, e 15% mais brilhante - porque reflete mais luz do Sol para a Terra - do que uma lua cheia normal. E pode ficar até 14% maior e 30% mais brilhante do uma "microlua", como é chamada uma lua cheia no apogeu.
No entanto, a diferença de tamanho e iluminação na superfície da Terra será "imperceptível a olho nu", segundo a Nasa.
Um efeito mais simples de ser notado será aquele sobre as marés, diz a agência americana, que serão intensificadas pela maior força gravitacional que a Lua exercerá sobre os oceanos.
Fonte: BBC News Brasil / https://www.bbc.com/portuguese/geral-47234775
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Liberação de Bário

Caros Leitores,

Geralmente o bário é produzido logo após o pôr do Sol, quando o céu já está escuro, mas a luz solar ainda atinge a altitude elevada onde à liberação ocorre. Os átomos de bário são liberados como um vapor, pois eles se espalham rapidamente e, facilmente ionizados pela luz solar. A nuvem iônica então se move com o plasma local e é, portanto, um traçador de fluxos de plasma.


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Desembaraçando a luz das estrelas

Caros Leitores,

A história de como MUSE vê estrelas individuais em outras galáxias



O princípio da Espectroscopia Integrada de Campo (IFS)
Crédito: ESO


Embora se pareçam com manchas de luz difusa, as galáxias distantes são, na verdade, compostas de bilhões de estrelas e outras complexidades astronômicas. Telescópios raramente são poderosos o suficiente para estudar as estrelas individuais em galáxias, exceto as mais próximas da Via Láctea, mas uma equipe de cientistas já usou o instrumento MUSE no Very Large Telescope do ESO para resolver as estrelas na galáxia espiral NGC 300. Ao dizer a história de como a astronomia alcançou esse ponto, o membro da equipe Martin M. Roth, do Instituto Leibniz de Astrofísica Potsdam, nos ajuda a entender por que esse resultado é tão empolgante.

Para saber mais, acesse o link abaixo:

https://www.eso.org/public/blog/disentangling-starlight/

Fonte:  Observatório Europeu do Sul (ESO, no termo em inglês)
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