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James Webb Space Telescope

Aquecimento Global

O que é um ano-luz? | Minuto Ciência

Digital clock

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Deep Space Network (DSN) da NASA

Caros Leitores,

 Deep Space Network (DSN) da NASA

Funções do DSN


A Deep Space Network, ou DSN, é muito mais do que uma coleção de grandes antenas. É um sistema poderoso para comandar, rastrear e monitorar a saúde e a segurança da nave espacial em muitos locais planetários distantes. O DSN também permite investigações científicas poderosas que avaliam a natureza dos asteróides e os interiores dos planetas e das luas.


Telemetria Os

dados de telemetria são constituídos por informações cruciais de ciência e engenharia transmitidas à Terra através de sinais de rádio da nave espacial enquanto exploram o alcance do nosso sistema solar. A Deep Space Network, ou DSN adquire, processa, decodifica e distribui esses dados.

Spacecraft Command

As equipes de operações da missão espacial usam o Sistema de Comando DSN para controlar as atividades de suas espaçonaves. Os comandos são enviados para sondas robóticas como arquivos de computador codificados que o ofício executa como uma série de ações.

Rastreamento

O sistema de rastreamento DSN fornece comunicação bidirecional entre equipamentos terrestres e uma nave espacial, fazendo medições que permitem que os controladores de vôo determinem a posição e a velocidade da nave espacial com grande precisão.

As

antenas DSN da Radio Science são usadas por algumas missões espaciais para realizar experimentos científicos utilizando os sinais de rádio enviados entre uma nave espacial e a Terra. As mudanças nos sinais de rádio entre a transmissão e o recebimento podem fornecer muitas informações úteis sobre lugares distantes no sistema solar. Os exemplos incluem examinar os anéis de Saturno, revelando a estrutura interior dos planetas e as luas e testando a teoria da relatividade.

Ciência

Além disso, seu papel vital como centro de comunicação para a exploração do espaço profundo, o DSN também é usado como instrumento avançado para pesquisas científicas, incluindo a radioastronomia eo mapeamento de radar de asteróides passantes.

Antena DSN da NASA - Complexo Goldstone, Califórnia - EUA




Obrigado pela sua visita e volte sempre!


Hélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Pesquisador Independente das Ciências: Espacial; Astrofísica; Astrobiologia e Climatologia,Membro da Society for Science and the Public (SSP) e assinante de conteúdos científicos da NASA (National Aeronautics and Space Administration) e ESA (European Space Agency.





quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Space-x lança superfoguete junto com o Carro elétrico Tesla RoadStar a Marte

Caros Leitores,


Em uma demonstração de grande capacidade tecnológica, a empresa americana SpaceX cumpriu o que prometeu e lançou ao espaço o poderoso foguete Falcon Heavy. No topo do foguete, a empresa embarcou seu carro Tesla Roadstar, que chegará a Marte nos próximos meses.



Boneco motorista Starman a bordo do veículo Tesla Roadster, lançado a bordo do foguete Falcon Heavy.

Considerado o mais poderoso foguete do mundo, depois do Saturno V, da NASA, o Falcon Heavy ganhou altura a partir da plataforma 39A do Kennedy Space Center, a mesma base de lançamentos de onde partiam as missões Apollo e os ônibus Espaciais. O lançamento ocorreu às 20h45 UTC (18h45 pelo Horário de Brasília) de 6 de fevereiro e foi retransmitido ao vivo pelo Apolochannel.


Com 70 metros de altura, o Falcon Heavy é o maior foguete do mundo em atividade. Seu primeiro estágio é alimentado por três propulsores primários baseados no Falcon 9 em paralelo a 27 motores do tipo Merlin. Esse conjunto é capaz de produzir mais de 2 milhões de quilogramas-força (23 mil kilonewtons), o equivalente à propulsão de dezoito aviões do tipo 747.



Lançamento do Foguete Falcon Heavy, em 6 de fevereiro de 2017. Falcon Heavy é o mais poderoso foguete da atualidade, capaz de levar 64 toneladas de carga ao espaço.

Com toda a essa força, o Falcon Heavy é capaz de levar até 64 toneladas de carga, o dobro da capacidade do competidor Delta IV Heavy, construído pela também estadunidense United Launch Alliance.

Depois do lançamento, os propulsores foram recuperados e serão usados em outras missões.

Carro em Marte


Embora as características e potência do Falcon Heavy sejam de fato o chamariz principal para os possíveis parceiros comerciais, o que chamou a atenção durante e após o lançamento foi a carga útil levada pelo foguete, nada menos que o carro elétrico Tesla Roadstar, pertencente ao proprietário da Tesla e também da SpaceX, Elon Musk.



Carro elétrico Tesla Roadstar,  que foi lançado para Marte -06-02-2018

O esportivo foi o primeiro modelo da Tesla e ganhará um "upgrade" em 2020, que o colocará como o carro mais rápido do mundo em aceleração. De acordo com o anúncio feito em novembro passado, ele será capaz de ir de 0 a 96 km/h em 1,9 segundo.
Essa marca supera o próprio Tesla Model S P100D, o híbrido Porsche 918 Spyder e o Bugatti Chiron - todos com desempenho acima de 2 segundos.

O novo Tesla Roadster ainda é conversível e tem outra característica impressionante: uma carga de bateria dura cerca de 1.000 km


Obrigado pela sua visita e volte sempre!


Hélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Pesquisador Independente das Ciências: Espacial; Astrofísica; Astrobiologia e Climatologia,Membro da Society for Science and the Public (SSP) e assinante de conteúdos científicos da NASA (National Aeronautics and Space Administration) e ESA (European Space Agency.





Estrela tem sete planetas rochosos com muita água

Caros Leitores,

Exoplanetas rochosos
Pode não ser o exoplaneta potencialmente habitável mais próximo de nós, mas o TRAPPIST-1e é até agora o que é mais parecido com a Terra em termos de tamanho, densidade e a quantidade de radiação que recebe da sua estrela.
E, mais do que isso, ele está bem acompanhado: a pequena estrela TRAPPIST-1 tem sete planetasque estão chamando a atenção dos astrônomos desde que o sistema planetário foi descoberto pelo telescópio que lhe deu o nome (TRAPPIST: Transiting Planets and Planetesimals Small Telescope).
Agora, uma equipe internacional liderada pela Universidade de Berna, na Suíça, reuniu todos os dados já coletados sobre o sistema, usando diversos telescópios, inclusive o ESO e o Hubble, para calcular a massa dos sete planetas.
Com o nível de precisão alcançado, começou a ser possível avaliar a densidade e a composição dos sete planetas, e foi aí que surgiu a principal novidade: todos os sete planetas da estrela TRAPPIST-1 são rochosos como a Terra - e não gasosos como Júpiter ou Saturno - e podem conter até 5% de água. Essa informação é crucial para se avaliar a habitabilidade de um exoplaneta.
Estrela tem sete planetas rochosos com muita água
Esta ilustração mostra os sete planetas da estrela TRAPPIST-1 em comparação com a Terra, em primeiro plano. [Imagem: ESO/M. Kornmesser]
Planetas aquosos
O 1e é o único da família que é mais denso do que a Terra, e os dados não permitem descartar a existência de água em estado líquido em sua superfície.
Pelo menos cinco dos planetas de menor massa têm uma cobertura de substâncias voláteis - uma atmosfera -, oceanos ou camadas de gelo.
A água pode ser responsável por até 5% de sua massa - para comparação, a água representa apenas 0,02% da massa da Terra. Isto significa que cada um desses planetas pode conter o equivalente a 250 vezes o volume de água de todos os oceanos da Terra, confirmando a suspeita de que a maioria dos exoplanetas classificados como habitáveis podem não ter terra seca.

Fonte: Site Inovação Tecnológica -  
Bibliografia:

The nature of the TRAPPIST-1 exoplanets
Simon Grimm et al.
Astronomy & Astrophysics
Vol.: In Press

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Hélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Pesquisador Independente das Ciências: Espacial; Astrofísica; Astrobiologia e Climatologia,Membro da Society for Science and the Public (SSP) e assinante de conteúdos científicos da NASA (National Aeronautics and Space Administration) e ESA (European Space Agency.





terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Simulando a turbulência no plasma de vento solar

Caro Leitores,

Simulando a turbulência no plasma de vento solar 

DETALHES

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·         Título Simulando a turbulência no plasma de vento solar
·         Lançado 15/01/2018 9:00 am
·         Copyright D. Perrone et al
·         Descrição

Talvez você esteja lendo esta legenda enquanto toma um café. À medida que você agita sua bebida com uma colher, vórtices são produzidos no líquido que se desintegram em redemoinhos menores até desaparecerem inteiramente. Isso pode ser descrito como uma cascata de vórtices de grandes a pequenas escalas. Além disso, o movimento da colher traz o líquido quente em contato com o ar mais frio e, portanto, o calor do café pode escapar mais eficientemente para a atmosfera, esfriando-o.

Um efeito semelhante ocorre no espaço, nas partículas atômicas carregadas eletricamente - plasma de vento solar - explodido pelo nosso Sol, mas com uma diferença chave: no espaço não há ar. Embora a energia injetada no vento solar pelo Sol seja transferida para escamas menores em cascatas turbulentas, assim como no seu café, a temperatura no plasma é vista como aumentando porque não há ar frio para detê-lo.

Como exatamente o plasma de vento solar é aquecido é um tema quente na física espacial, porque é mais quente do que o esperado para um gás em expansão e quase nenhuma colisão está presente. Os cientistas sugeriram que a causa desse aquecimento pode estar escondida no caráter turbulento do plasma de vento solar.

As simulações avançadas de supercomputadores ajudam a entender esses movimentos complexos: a imagem mostrada aqui é de uma simulação desse tipo. Representa a distribuição da densidade de corrente no plasma de vento solar turbulento, onde filamentos localizados e vórtices apareceram como conseqüência da cascata de energia turbulenta. As cores azul e amarela mostram as correntes mais intensas (azul para negativo e amarelo para valores positivos).  

Essas estruturas coerentes não são estáticas, mas evoluem no tempo e interagem uns com os outros. Além disso, entre as ilhas, a corrente torna-se muito intensa, criando altas regiões de estresse magnético e às vezes um fenômeno conhecido como reconexão magnética. Ou seja, quando as linhas de campo magnético de direção oposta se aproximam, podem repentinamente se adaptar a novas configurações, liberando grandes quantidades de energia que podem causar aquecimento localizado.

Tais eventos são observados no espaço, por exemplo, pelo quarteto Cluster da ESA de satélites na órbita terrestre, no vento solar . Cluster também encontrou evidências de redutos turbulentos até algumas dezenas de quilômetros enquanto o vento solar interage com o campo magnético da Terra.

Esta cascata de energia pode contribuir para o aquecimento geral do vento solar, um tópico que a futura missão do Orbitador Solar da ESA também tentará abordar.
Entretanto, desfrute estudando cascatas turbulentas de vortices em seu café!



Fonte: Agência Espacial Européia (ESA, na sigla em inglês).


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Hélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Pesquisador Independente das Ciências: Espacial; Astrofísica; Astrobiologia e Climatologia,Membro da Society for Science and the Public (SSP) e assinante de conteúdos científicos da NASA (National Aeronautics and Space Administration) e ESA (European Space Agency.





quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

AQUECIMENTO GLOBAL

Caros Leitores,



Não podemos negar que mudanças no clima global estão de fato acontecendo...


O ano de 2016 bateu recorde de calor em todo o globo. As calotas polares não param de derreter, e os níveis dos oceanos não param de subir... E pra entender melhor qual é a taxa de aumento dos níveis dos oceanos, cientistas estão acompanhando os efeitos das mudanças climáticas através de dados obtidos satélites de rastreamento


A ESA (Agência Espacial Europeia) criou a "Iniciativa Mudança Climática" - Climate Change Initiative (CCI), que integra dados obtidos por diversos satélites para produzir os registros mais precisos em escala global, e entender quais são os fatores que mais influenciam as mudanças em todo o globo.

Ao comparar dados obtidos por diversos satélites em diferentes épocas, os cientistas climáticos têm a oportunidade de entender cada vez mais como ocorre o aquecimento global, e quais são seus principais efeitos sobre nosso planeta. Confira

Vídeo de 2 minutos mostra como o nível dos oceanos está subindo


As estimativas mostram que o nível global dos oceanos está crescendo cerca de 3 mm por ano! Essa é a maior ameaça do aquecimento global, especialmente para áreas costeiras.

Ao identificarmos os principais responsáveis pelo aumento do nível dos oceanos, podemos combater de forma eficaz o aquecimento global causado pelo nosso modo de vida. O aumento no nível dos oceanos varia ao redor do globo, e é causado pelo derretimento de glaciers, calotas polares e também pela expansão térmica da água dos oceanos devido ao aumento das temperaturas.


Como fica claro no vídeo, não é preciso que haja um derretimento considerável do gelo global para que os níveis dos oceanos subam drasticamente, já que 30% desse aumento é causado diretamente pela expansão da água por conta do aumento das temperaturas! Uma informação que muitas vezes pode passar despercebida, mas que pode ser responsável por um aumento drástico, repentino e variável.



E os efeitos do aquecimento global não apenas elevam os níveis dos oceanos, como também alteram a densidade, a salinidade e a temperatura dos mares.

Segundo os cientistas, os dados obtidos pela "Iniciativa Mudança Climática" mostram claramente as evidências de uma mudança climática.
Não se esqueça de compartilhar essa matéria com seus amigos e familiares, afinal, um dos passos mais importantes para se combater o aquecimento global é algo bastante simples - a conscientização.



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Hélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Pesquisador Independente das Ciências: Espacial; Astrofísica; Astrobiologia e Climatologia,Membro da Society for Science and the Public (SSP) e assinante de conteúdos científicos da NASA (National Aeronautics and Space Administration) e ESA (European Space Agency.





quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Maior mercado de carbono do mundo impulsiona esforço climático

Caros Leitores,

 A apresentação de um mercado chinês de comércio de carbono para a indústria local de energia pode ter implicações maiores para o resto do mundo do que para o país asiático.
“É um pequeno passo para a China, mas um grande passo para o resto do mundo”, disse Sophie Lu, analista da Bloomberg New Energy Finance em Pequim, por e-mail. “Este novo mercado lançado não é muito diferente dos mercados-piloto já existentes da China e não provoca um grande impacto imediato. Mas é um grande voto de confiança nas iniciativas globais contra mudanças climáticas do maior emissor do mundo.”
O mercado inicialmente envolverá apenas o setor de energia, disse o vice-presidente da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, Zhang Yong, na terça-feira, em apresentação em Pequim. Embora represente um recuo em relação ao plano anterior de incluir oito setores, o mercado chinês ainda será maior que o sistema da União Europeia, abrangendo 1.700 empresas e cerca de 3 bilhões de toneladas de emissões.
“Após várias queimadas de largada, mudanças de prioridades e nervosismo quanto a se a especulação do carbono dificultará ou não a aplicação das políticas, os reguladores decidiram ser ainda mais cautelosos em relação à implantação do mercado”, disse Lu. “Com os preços do carbono tão baixos, ainda não se sabe se o mercado do carbono será um fator importante para a redução das emissões do setor elétrico.”
Fonte: BLOOMBERG 19 DE DEZEMBRO, 2017 - Por Bloomberg News.

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Hélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Pesquisador Independente das Ciências: Espacial; Astrofísica; Astrobiologia e Climatologia,Membro da Society for Science and the Public (SSP) e assinante de conteúdos científicos da NASA (National Aeronautics and Space Administration) e ESA (European Space Agency.





terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Presidente dos EUA assina diretiva que permite envio de astronautas para a Lua e Marte

Caros Leitores,

De acordo com informações oficiais da NASA, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta segunda-feira uma alteração nas políticas da agência, permitindo que ela volte a enviar homens para a Lua, Marte e até mesmo em missões que pretendam ir mais longe.
As iniciativas para colocar esta possibilidade em prática devem partir da própria NASA, bem como parceiros de companhias privadas. Segundo a agência, esta assinatura foi de grande importância para permitir que, no futuro, o ser humano possa explorar Marte in loco.
“A diretiva que estou assinando hoje vai refocalizar o programa espacial dos Estados Unidos no que diz respeito à exploração e descobertas”, disse o presidente Donald Trump. “Isso marca o primeiro passo para enviar novamente astronautas americanos para a Lua, pela primeira vez desde 1972, para exploração de longo prazo e uso. Desta vez, não vamos apenas plantar nossa bandeira e deixar nossas pegadas – nós vamos estabelecer uma base para eventuais missões para Marte, e talvez, um dia, para outros planetas mais distantes”, complementou o presidente estadunidense.
A assinatura partiu da recomendação feita pelo Conselho Espacial Nacional dos EUA, que foi revivido por Donald Trump recentemente, sob o preceito de aconselhar e implementar as políticas espaciais do país, e estabelecer a exploração como uma prioridade nacional.
“A NASA tem a expectativa de apoiar a diretiva do presidente, estrategicamente alinhando nosso trabalho para retornar a enviar homens para a Lua, viajar para Marte e explorar o sistema solar”, disse Robert Lightfoot, administrador interno da NASA.
Ainda de acordo com Lightfoot, essas mudanças na política da agência podem permitir missões mais complexas, que fortaleçam a liderança dos Estados Unidos na exploração espacial. O administrador diz que as futuras gerações poderão, no futuro, sonhar ainda maior e chegar mais longe.
Com informações de nasa.gov.


Obrigado pela sua visita e volte sempre!


Hélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Pesquisador Independente das Ciências: Espacial; Astrofísica; Astrobiologia e Climatologia,Membro da Society for Science and the Public (SSP) e assinante de conteúdos científicos da NASA (National Aeronautics and Space Administration) e ESA (European Space Agency.