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Sou economista, escritor e divulgador de conteúdos sobre economia, pesquisas científicas em geral e Economia Espacial, a nova fronteira do capital

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segunda-feira, 3 de julho de 2017

Homem deve voltar-se para o espaço, defende Stephen Hawking

Caro Leitor(a),

Propósito para a humanidade
O físico britânico Stephen Hawking convocou países a enviarem astronautas à Lua até 2020. Para ele, é preciso também construir uma base lunar nos próximos 30 anos e enviar pessoas a Marte até 2025 - tudo isso pensando "no futuro da humanidade".
As previsões de Hawking almejam principalmente reacender programas espaciais globais, forjar novas alianças e dar à humanidade uma nova "sensação de propósito".
"Essa expansão para o espaço pode mudar completamente o futuro da humanidade", disse o físico britânico. "Tenho esperanças de que isso uniria países que competem entre si em torno de uma única meta, para enfrentar o desafio comum a todos nós. Um novo e ambicioso programa espacial serviria para engajar os mais novos e estimular o interesse deles em outras áreas, como astrofísica e cosmologia."
Futuro da humanidade
Questionado sobre se não seria melhor gastar o dinheiro disponível tentando resolver os problemas deste planeta, em vez de investi-lo no espaço, Hawking pontuou que é importante, sim, cuidar das questões urgentes daqui - mas agregou que pensar no espaço é importante para garantir o futuro da humanidade.
"Não estou negando a importância de lutar contra o aquecimento global e as mudanças climáticas aqui, ao contrário do que fez Donald Trump, que pode ter tomado a decisão mais séria e errada sobre esse tema que o mundo poderia esperar," disse - no início deste mês, o presidente norte-americano anunciou a saída dos EUA do Acordo de Paris, pacto climático que visa impedir o aumento das temperaturas globais.
No entanto, Hawking ressaltou que as viagens espaciais são essenciais para o futuro da humanidade, principalmente porque a Terra está sob ameaça - justamente por conta de problemas como o aquecimento global e a diminuição dos recursos naturais.
"Estamos ficando sem espaço aqui e os únicos lugares disponíveis para irmos estão em outros planetas, outros universos. É a hora de explorar outros sistemas solares. Tentar se espalhar por aí talvez seja a única estratégia que pode nos salvar de nós mesmos. Estou convencido de que os seres humanos precisam sair da Terra," afirmou o físico.
Mas, aparentemente, devemos ter cuidado com quem encontrarmos pelo caminho, já que Hawking também defendeu recentemente que a humanidade deve evitar contato com alienígenas.
Para o espaço e avante
O chefe da Agência Espacial Europeia (ESA), Jan Woerner, prevê a construção de uma base na Lua em 2024 e está colaborando com a Rússia para enviar uma sonda e testar um possível local para isso. A China já estipulou uma meta de enviar um astronauta à Lua em breve.
Já a NASA não tem planos de voltar à Lua por enquanto e vem focando seus esforços no plano de enviar astronautas a Marte até 2030. No entanto, se outras agências espaciais começarem a colaborar entre si para a construção de uma base lunar, seria difícil ver a NASA fora do empreendimento.
Para Hawking, o ponto principal é que não há futuro a longo prazo para nossas espécies na Terra: ele acha que seríamos atingidos por um asteroide novamente ou eventualmente engolidos pelo nosso próprio Sol. Ele ainda reforça que viajar para outros planetas distantes "elevaria a humanidade".
"Sempre que demos um novo salto, por exemplo a ida à Lua, unimos os povos e as nações, inauguramos novas descobertas e novas tecnologias", afirmou. "Deixar a Terra exige uma movimentação global, todos devem estar juntos nisso. Precisamos fazer renascer a empolgação dos primórdios das viagens espaciais, na década de 1960."
Para ele, a colonização de outros planetas já não é mais tema de ficção científica. "Se a humanidade quiser continuar (a viver) por mais milhões de anos, nosso futuro residirá na ousadia de ir onde ninguém mais ousou ir. Espero que seja para o melhor. Nós não temos outra opção."

Fonte: Inovação tenológica


Link Imagens:

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/imagens/010175170621-conquista-da-lua-4.jpg

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/imagens/010175170621-reator-nuclear-espacial-5.jpg


“O conhecimento torna a alma jovem, pois, colhe a sabedoria”.


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Hélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Pesquisador Independente das Ciências: Espacial; Astrofísica; Astrobiologia e Climatologia, Membro da Society for Science and the Public (SSP) e assinante de conteúdos científicos da NASA (National Aeronautics and Space Administration) e ESA (European Space Agency.














quinta-feira, 29 de junho de 2017

Um olhar sobre Futuro da Via Láctea

Caro Leitor(a),

Temos cerca de 4 bilhões anos antes da galáxia da Via Láctea não é mais. Estamos em rota de colisão com o nosso vizinho mais próximo, Andromeda, e agora, graças a pesquisadores com o Centro Internacional para Radio Astronomy Research-temos uma idéia atualizado o que esse acidente galatic pode parecer.

No vídeo acima pesquisadores mostram uma simulação de computador deste aspecto perfeitamente natural da vida como uma galáxia. Para ser uma galáxia é crescer e, ocasionalmente, para comer ou ser comido por outras galáxias.

Neste momento, a Via Láctea e Andrômeda são cerca de 2,5 milhões de anos-luz de distância. Eles estão acelerando em direção um ao outro em centenas de milhares de quilômetros por hora.
Tem algo a dizer? Deixe-nos saber na seção de comentários ou envie um e-mail para o autor . Você pode compartilhar idéias para histórias por entrar em contato conosco aqui .


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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Corrosão de Metais

Caro Leitor(a),

Corrosão é o processo de degradação de metais provocada por reações de oxirredução. Uma reação de oxirredução é aquela na qual ocorrem ganho (redução) e perda de elétrons (oxidação) entre os átomos do sistema. 
De modo geral, o principal causador da corrosão é o oxigênio. Isso ocorre porque esse elemento é um não metal, logo, tende a ganhar elétrons, enquanto os metais tendem a perder elétrons. Isso nos permite entender que, numa reação de oxirredução, os metais têm a tendência de perder elétrons para o oxigênio.

A Ferrugem
O exemplo mais característico de corrosão é a oxidação do ferro, mais conhecida como ferrugem em linguagem popular. O ferro é facilmente oxidado quando posto em contato com o ar e a umidade. No processo de formação da ferrugem ocorrem as seguintes reações:

Observe que a água (H2O) e o oxigênio (O2) participaram dessas reações, uma vez que são agentes essenciais para a formação da ferrugem: sem a presença de ambos, não há oxidação do ferro. A água é necessária nesse processo porque dissolve os íons, o que promove maior fluxo de elétrons, facilitando a formação da ferrugem. Esse é um dos motivos pelo qual os objetos de ferro enferrujam mais rapidamente em locais próximos ao litoral.

Além do oxigênio presente no ar e da umidade, outros fatores também aceleram a formação da ferrugem, embora não sejam capazes de provocá-la isoladamente. A presença de sais no ambiente, como é o caso do mar e entornos, por exemplo, aumenta a condutividade elétrica, acelerando a oxidação do ferro. O monóxido de carbono (CO2), o dióxido de enxofre (SO2) e outros compostos ácidos presentes no ar também aceleram a formação de ferrugem porque deslocam a reação de oxidação para a direita.

Outros exemplos de corrosão de metais
Quando falamos em corrosão, logo nos lembramos da ferrugem, pois é o processo mais comum em nosso dia a dia. Mas, além do ferro, muitos outros metais (e ligas metálicas) também estão sujeitos à corrosão:
  • Objetos de prata, com o passar do tempo, tendem a escurecer porque a prata metálica (Ag(S)) reage com o gás sulfídrico (H2S) presente no ar e produz o sulfeto de prata (Ag2S). Essa substância tem cor preta e forma uma camada superficial que confere um aspecto escurecido à prata.
  • Quando exposto ao ar e à umidade, o latão (liga metálica de cobre e zinco) é oxidado, o que faz surgir manchas em sua superfície. A reação do cobre do latão com o oxigênio, o gás carbônico e a umidade do ar produz diversas substâncias que formam uma película esverdeada denominadaazinhavre, responsável pelas manchas dos objetos dessa liga metálica. Esse fato ocorre também com outros objetos de cobre ou de ligas metálicas desse elemento.

Consequências e ações contra a corosão
A corrosão pode causar muitos prejuízos, especialmente do ponto de vista econômico.  Hoje se estima que cerca de 20% do ferro produzido por ano no Brasil seja destinado à recuperação de objetos que já enferrujaram. Além disso, muitos acidentes podem ocorrer devido à corrosão de objetos metálicos, como é o caso do acidente no Maracanã em 1992. Com o impacto causado pelos torcedores, parte da grade de proteção da arquibancada do estádio desabou porque a estrutura que segurava a grade estava corroída. O acidente teve vítimas fatais e alguns torcedores ficaram gravemente feridos.

Por causa de prejuízos como esses, é muito importante que os metais sejam protegidos da corrosão. Uma maneira muito comum de preservar os metais é pintá-los com tintas adequadas. Uma boa aplicação da tinta forma uma camada protetora que impede a exposição do metal ao ar e à umidade.

Outra forma de proteção é o revestimento de objetos metálicos com outro metal de maior capacidade de oxidação. Com isso, o metal do revestimento se oxida antes do metal revestido, o que faz com que o segundo demore mais para começar a oxidar. Por desempenharem essa função, os metais usados para revestimento são chamados de metais de sacrifício.

As chapas de aço são frequentemente protegidas com finas películas de zinco, originando as conhecidaschapas galvanizadas. Para obter essas películas, as chapas de aço são mergulhadas em zinco fundido ou se deposita o zinco sobre o aço através de eletrólise. O zinco é mais reativo e, por isso, evita a corrosão.

Referências bibliográficas
FELTRE, Ricardo. Química volume 2. São Paulo: Moderna, 2005.
USBERCO, João, SALVADOR, Edgard. Química volume único. São Paulo: Saraiva, 2002. 
Por: Mayara Lopes Cardoso

Veja também:



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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Informações Tecnologias

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Fonte: Inovação Tecnológica


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segunda-feira, 19 de junho de 2017

Temperatura efetiva da estrela

Caro Leitor(a),

temperatura efetiva de uma estrela é a temperatura de um corpo negro de mesma luminosidade por área de superfície (\mathcal{F}_{Bol}) que a do corpo celeste em questão, de acordo com a Lei de Stefan-Boltzmann \mathcal{F}_{Bol}=\sigma T_{eff}^4. Observe-se que a luminosidade total (bolométrica) de uma estrela é então de L=4 \pi R^2 \sigma T_{eff}^4, onde R é o raio estelar. A definição do raio estelar não é obviamente direta. De forma mais rigorosa, a temperatura efetiva corresponde a temperatura no raio que é definido pela profundidade óptica Rosseland. A temperatura efetiva e a luminosidade bolométrica são dois parâmetros físicos fundamentais necessários para situar uma estrela no diagrama HR. Tanto a temperatura efetiva quanto a luminosidade bolométrica dependem da composição química da estrela.
A temperatura efetiva do Sol é de cerca de 5780 kelvins (K). Realmente, as estrelas têm um gradiente de temperatura, que vai do núcleo central até a camada mais exterior. A temperatura do núcleo do Sol, onde ocorrem as reações nucleares, é calculado em 15.000.000 K.
índice de cor de uma estrela indica sua temperatura, das frias (pelos padrões estelares) estrelas vermelhas classe M, que emitem fortemente no infravermelho, até o azul profundo das estrelas O, que irradiam em larga escala no ultravioleta. A temperatura efetiva de uma estrela indica o montante de calor que a estrela irradia por unidade de área de superfície. Das superfícies mais quentes para as mais frias foi montada a seqüência de tipos estelares O, B, A, F, G, K, e M (que os astrônomos costumam decorar com o mnemônico Oh Be A Fine Girl, Kiss Me!; quando ainda eram usadas as classes R, N e S, acrescentava-se Right Now Sweetheart à frase)[1] .
Uma estrela vermelha pode ser úma diminuta anã vermelha, uma estrela de baixa produção de energia e pequena superfície ou uma gigante ou mesmo supergigante tal como Antares ou Betelgeuse, as quais geram muito mais energia, mas através de uma superfície tão vasta que irradiam muito menos por unidade de área de superfície. Uma estrela no meio do espectro, tal como o modesto Sol ou a gigante Capella irradiam mais calor por unidade de superfície do que as fracas anãs e supergigantes vermelhas, mas muito menos do que estrelas azuis como Vega ou Rigel.
A temperatura efetiva de um planeta pode ser calculada comparando a energia recebida pelo planeta com a energia emitida por um corpo negro de temperatura T.
Seja o caso de um planeta a uma distância D da estrela, de luminosidade L.
Assumindo que a estrela irradie isotropicamente e que o planeta esteja distante da estrela, a energia absorvida pelo planeta é dada tratando o planeta como um disco de raio r, o qual intercepta algo da energia que é espalhada sobre a superfície de uma esfera de raio D. Também concedemos que o planeta reflita algo da radiação incidente incorporando um parâmetro denominado albedo. Um albedo de 1 significa que toda a radiação é refletida, e um albedo de 0 significa que toda ela é absorvida. A expressão para energia absorvida é:
P_{abs} = \frac {L r^2 (1-A)}{4 D^2}
A próxima pressuposição a ser feita é que o planeta inteiro está na mesma temperatura T, e que o planeta irradie como um corpo negro. Isto resulta na expressão para a energia irradiada pelo planeta:
P_{rad} = 4 \pi r^2 \sigma T^4
Igualando estas duas expressões e rearranjando-as, obtemos uma expressão para a temperatura efetiva:
T = \left (\frac{L (1-A)}{16 \pi \sigma D^2} \right )^{\tfrac{1}{4}}
Observe-se que o raio do planeta é neutralizado no final da expressão.
A temperatura efetiva de Júpiter é de 112 K e 51 Pegasi b (Bellerophon) é de 1258 K. A temperatura real depende do albedoatmosfera e calor interno. A temperatura real por análise espectroscópica para HD 209458 b (Osíris) é 1130 K, mas a temperatura do corpo negro é de 1359 K. O calor interno de Júpiter com a a temperatura efetiva de 112 K resulta num total de 152 K como temperatura real.
Referências
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
·         O corpo negro - Exemplos
·         Astronomia estelar
·         Planetologia


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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