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sexta-feira, 8 de dezembro de 2023

A boquilha da Nebulosa do Cachimbo

Caros Leitores;









Esta imagem mostra Barnard 59, parte de uma enorme nuvem escura de poeira interestelar chamada Nebulosa do Cachimbo. Esta nova imagem extremamente detalhada do objeto, que é conhecido como uma nebulosa escura, foi obtida com o instrumento Wide Field Imager montado no telescópio MPG/ESO de 2.2 metros, instalado no Observatório de La Silla do ESO. A imagem é tão grande que recomendamos que use a versão zoom para a apreciar na sua totalidade. 

Créditos: ESO

Para saber mais, acesse o link


Fonte: Observatório Eueopeu do Sul (ESO, na sigla em inglês)

https://www.eso.org/public/portugal/images/eso1233a/


Web Science Academy; Hélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Divulgador de conteúdos da Astronomia, Astrofísica, Astrobiologia e Climatologia).Participou do curso (EAD) de Astrofísica, concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Autor do livro: “Conhecendo o Sol e outras Estrelas” e "Conhecendo a Energia produzida no Sol".

Acompanha e divulga os conteúdos científicos da NASA (National Aeronautics and Space Administration), ESA (European Space Agency) e outras organizações científicas e tecnológicas.

Participa do projeto S`Cool Ground Observation (Observações de Nuvens) que é integrado ao Projeto CERES (Clouds and Earth´s Radiant Energy System) administrado pela NASA. A partir de 2019, tornou-se membro da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB), como astrônomo amador.

Participa também do projeto The Globe Program / NASA Globe Cloud, um Programa de Ciência e Educação Worldwide, que também tem o objetivo de monitorar o Clima em toda a Terra. Este projeto é patrocinado pela NASA e National Science Fundation (NSF), e apoiado pela National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) e U.S Department of State.

>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias Amazon, Book Mundo e outras.
Acesse, o link da Livraria> https://www.orionbook.com.br/

Lua eclipsada, céu nocturno magnífico

Caros Leitores;






Um eclipse total da Lua é um espectáculo impressionante, mas para além disso, dá-nos uma excelente oportunidade de observar um céu estrelado sem luar, ou seja, muito escuro. No Cerro Paranal, no deserto chileno do Atacama, um dos lugares mais remotos do mundo, a enorme distância a fontes de poluição luminosa faz com que o céu nocturno se torne ainda mais espectacular durante um eclipse total da Lua.

Esta fotografia panorâmica, tirada pelo Embaixador Fotográfico do ESO Yuri Beletsky, mostra uma vista do céu estrelado sobre o local de acolhimento do Very Large Telescope do ESO (VLT) no Cerro Paranal, durante o eclipse total da Lua de 21 de dezembro de 2010. O disco avermelhado da Lua pode ser visto à direita na imagem, enquanto a Via Láctea cruza o céu em forma de arco. Podemos ver ainda outro brilho ténue, que rodeia o planeta Vénus no canto inferior esquerda da fotografia. Esta fenómeno, conhecido como luz zodiacal, é produzido pela reflexão da radiação solar na poeira que se encontra no plano dos planetas. É um brilho tão fraco que normalmente passa despercebido, devido ao luar ou à poluição luminosa.

Durante um eclipse total da Lua, a sombra da terra bloqueia a luz que o Sol emite directamente sobre a Lua. A Luz continua visível, de cor avermelhada, porque apenas os raios luminosos na ponta vermelha do espectro electromagnético conseguem chegar à Lua depois de serem redirigidos para lá pela atmosfera terrestre (as radiações azul e verde são dispersadas de modo mais eficaz).

Curiosamente a Lua, que aparece por cima de um dos Telescópios Principais do VLT (o Telescópio nº2), estava a ser observada pelo Telescópio nº1 nessa noite. Os Telescópios 1 e 2 são também conhecidos pelos nomes de Antu (que significa O Sol numa das línguas nativas do Chile, o mapuche) e Kueyen (A Lua), respectivamente.

Links

Créditos:

Para saber mais, acesse o link

https://www.eso.org/public/portugal/images/potw1119a/

Fonte: Observatório Eueopeu do Sul (ESO, na sigla em inglês)

https://www.eso.org/public/portugal/images/potw1119a/

Web Science Academy; Hélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Divulgador de conteúdos da Astronomia, Astrofísica, Astrobiologia e Climatologia).Participou do curso (EAD) de Astrofísica, concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

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quinta-feira, 7 de dezembro de 2023

Físicos descobrem estrutura parecida com molécula dentro do núcleo de um átomo

Caros Leitores;







Estrutura semelhante a uma molécula no núcleo de berílio-10 no estado fundamental.
[Imagem: Image by LI Pengjie from IMP]

Molécula dentro do núcleo?

Físicos descobriram uma estrutura similar a uma molécula dentro do núcleo atômico do elemento berílio - e do núcleo em seu estado fundamental de energia.

O núcleo atômico é composto de prótons e nêutrons, o que o físicos chamam de um sistema quântico de muitos corpos. Ele é incrivelmente pequeno, respondendo por apenas cerca de um décimo milésimo do tamanho de um átomo, mas abriga mais de 99,9% da massa total do átomo. O modelo mais comum de sua descrição, chamado modelo de concha, descreve os núcleos atômicos como bolhas esféricas sem muita estrutura interna. Mas esse modelo está longe da realidade.

Na verdade, as interações entre os núcleons criam várias estruturas intrigantes, variando as pretensas conchas de núcleos esféricos a núcleos deformados e até halos de nêutrons com densidade superficial esparsa. O surgimento de estruturas ainda mais complexas dentro dessas formações, estruturas estas conhecidas como aglomerados, é um fenômeno largamente pesquisado, mas ainda muito pouco compreendido porque está na fronteira - e frequentemente além dela - do que nossos equipamentos conseguem visualizar e medir.
As discussões sobre se estruturas aglomeradas poderiam existir dentro do núcleo atômico remontam a 1938, quando físicos teóricos, por meio da análise de energias de ligação em núcleos α-conjugados, sugeriram a possível existência de estruturas de aglomerado semelhantes a moléculas α nos estados fundamentais de núcleos como berílio-8, carbono-12 e oxigênio-16.

No entanto, devido à popularidade da descrição de partícula única que os físicos adotaram, esta hipótese teórica permaneceu sem verificação. Essa descrição mais aceita pelos físicos é conhecida como "modelo de concha", um modelo atômico que descreve os elétrons de um átomo como se estivessem distribuídos em camadas, ou conchas, ao redor do núcleo - cada concha é identificada por um número quântico principal, que indica sua distância do núcleo.





Visão esquemática da reação de nocaute do aglomerado similar a uma molécula.
[Imagem: P. J. Li et al. - 10.1103/PhysRevLett.131.212501]

Confirmado

Agora, usando um novo método experimental envolvendo a reação de nocaute da cinemática inversa, Pengjie Li e colegas da China e do Japão validaram pela primeira vez a presença de uma estrutura do tipo molecular no estado fundamental do berílio-10, um núcleo rico em nêutrons.

O experimento foi realizado na Fábrica de Feixes de Isótopos Radioativos (RIBF) no Centro RIKEN, no Japão. No experimento, um feixe secundário de berílio-10, viajando a metade da velocidade da luz, bombardeou um alvo de hidrogênio sólido com 2 milímetros de espessura. Os aglomerados α ligados aos núcleos de berílio-10 foram ejetados por prótons - quase sem transferência de momento para o núcleo residual - preservando assim informações sobre a estrutura do aglomerado no estado fundamental do berílio-10.

Os resultados experimentais demonstraram uma concordância notável entre as seções transversais experimentais das reações de nocaute (ejeção das partículas) e as previsões teóricas sob modelos microscópicos. Isto confirma a hipótese quase secular sobre a estrutura do estado molecular do estado fundamental do berílio-10, sugerindo a formação de um núcleo α-α em forma de haltere, com dois nêutrons de valência girando perpendicularmente ao eixo do núcleo, uma autêntica "molécula" dentro do núcleo atômico.

"Estruturas semelhantes podem ser encontradas em escala atômica, mas são excepcionalmente raras no estado fundamental dos núcleos atômicos," disse Li.

Bibliografia:

Artigo: Validation of the 10Be Ground-State Molecular Structure Using 10Be(p,p?)6He Triple Differential Reaction Cross-Section Measurements
Autores: Pengjie J. Li, D. Beaumel, J. Lee, M. Assié, S. Chen, S. Franchoo, J. Gibelin, F. Hammache, T. Harada, Y. Kanada-En’yo, Y. Kubota, S. Leblond, P. F. Liang, T. Lokotko, M. Lyu, F. M. Marqués, Y. Matsuda, K. Ogata1, H. Otsu, E. Rindel, L. Stuhl, D. Suzuki, Y. Togano, T. Tomai, X. X. Xu, K. Yoshida, J. Zenihiro, N. L. Achouri, T. Aumann, H. Baba, G. Cardella, S. Ceruti, A. I. Stefanescu, A. Corsi, A. Frotscher, J. Gao, A. Gillibert, K. Inaba, T. Isobe, T. Kawabata, N. Kitamura, T. Kobayashi, Y. Kondo, A. Kurihara, H. N. Liu, H. Miki, T. Nakamura, A. Obertelli, N. A. Orr, V. Panin, M. Sasano, T. Shimada, Y. L. Sun, J. Tanaka, L. Trache, D. Tudor, T. Uesaka, H. Wang, H. Yamada, Z. H. Yang, M. Yasuda
Revista: Physical Review Letters
Vol.: 131, 212501
DOI: 10.1103/PhysRevLett.131.212501

Para saber mais, acesse o link

Fonte: Redação do Site Inovação Tecnológica - 04/12/2023

https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=fisicos-descobrem-especie-molecula-dentro-nucleo-atomo&id=010115231204

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Participa do projeto S`Cool Ground Observation (Observações de Nuvens) que é integrado ao Projeto CERES (Clouds and Earth´s Radiant Energy System) administrado pela NASA. A partir de 2019, tornou-se membro da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB), como astrônomo amador.

Participa também do projeto The Globe Program / NASA Globe Cloud, um Programa de Ciência e Educação Worldwide, que também tem o objetivo de monitorar o Clima em toda a Terra. Este projeto é patrocinado pela NASA e National Science Fundation (NSF), e apoiado pela National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) e U.S Department of State.

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Sistema de órbita HD110067 de seis planetas em um ritmo harmônico

Caros Leitores;











Traçar uma ligação entre dois planetas vizinhos em intervalos de tempo regulares ao longo de suas órbitas cria um padrão único para cada casal. Os seis planetas do sistema HD110067 criam juntos um padrão geométrico hipnotizante devido à sua cadeia de ressonância. CRÉDITO Thibaut Roger/NCCR PlanetS

Uma colaboração internacional entre astrónomos que utilizam os satélites espaciais CHEOPS e TESS, incluindo membros do NCCR PlanetS da Universidade de Berna e da Universidade de Genebra, descobriu um novo sistema chave de seis planetas em trânsito orbitando uma estrela brilhante num ritmo harmónico. Esta propriedade rara permitiu à equipa determinar as órbitas planetárias que inicialmente pareciam um enigma insolúvel.

Uma colaboração internacional entre astrónomos que utilizam os satélites espaciais CHEOPS e TESS, incluindo membros do NCCR PlanetS da Universidade de Berna e da Universidade de Genebra, descobriu um novo sistema chave de seis planetas em trânsito orbitando uma estrela brilhante num ritmo harmónico. Esta propriedade rara permitiu à equipa determinar as órbitas planetárias que inicialmente pareciam um enigma insolúvel.

CHEOPS é uma missão conjunta da ESA e da Suíça, sob a liderança da Universidade de Berna em colaboração com a Universidade de Genebra. Graças a uma colaboração com cientistas que trabalham com dados do satélite TESS da NASA, a equipa internacional conseguiu descobrir o sistema planetário que orbita a estrela próxima HD110067. Uma característica muito distintiva deste sistema é a sua cadeia de ressonâncias: os planetas orbitam a sua estrela hospedeira em perfeita harmonia. Parte da equipe de pesquisa são pesquisadores da Universidade de Berna e da Universidade de Genebra que também são membros do Centro Nacional de Competência em Pesquisa (NCCR) PlanetS. As descobertas acabam de ser publicadas na Nature.

Os planetas do sistema HD110067 giram em torno da estrela numa valsa muito precisa. Quando o planeta mais próximo da estrela dá três voltas completas em torno dela, o segundo dá exatamente duas ao mesmo tempo. Isso é chamado de ressonância 3:2. “Entre os mais de 5.000 exoplanetas descobertos orbitando outras estrelas além do nosso Sol, as ressonâncias não são raras, nem os sistemas com vários planetas. O que é extremamente raro, porém, é encontrar sistemas onde as ressonâncias abrangem uma cadeia tão longa de seis planetas”, aponta o Dr. Hugh Osborn, bolsista CHEOPS da Universidade de Berna, líder do programa de observação CHEOPS envolvido no estudo, e co- autor da publicação. Este é precisamente o caso de HD110067, cujos planetas formam uma chamada “cadeia ressonante” em pares sucessivos de ressonâncias 3:2, 3:2, 3:2, 4:3 e 4:3, resultando na conclusão do planeta mais próximo. seis órbitas enquanto o planeta mais externo faz uma

Para saber mais, acesse o link

Fonte: Astrobiology / Keith Cowing  / Publicação 29/11/2023

https://astrobiology.com/2023/11/six-planets-orbit-hd110067-system-in-a-harmonic-rhythm.html

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Minério de cassiterita

Caros Leitores;








Os depósitos de cassiterita estão comumente associados a greisens que se relacionam a granitos muito evoluídos. Os granitos estaníferos apresentam quase sempre teores muito elevados em sílica e são pobres em CaO e MgO. Portanto, ao iniciar a prospecção para o minério de cassiterita, é pelos granitos e greisens que tem que se procurar de maneira inicial, pois, caso eles existam, provavelmente estarão associados.

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Fonte: GEOSCAN

https://www.geoscan.com.br/blog/minerio-de-cassiterita/

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quarta-feira, 6 de dezembro de 2023

Imagem digitalizada do Sky Survey em torno da região HII LHA 120-N 180

 Caros Leitores;









A imagem é uma composição colorida feita a partir de exposições do  Digitized Sky Survey 2 e mostra a região ao redor da LHA 120-N 180B, visível no centro da imagem.

Crédito: ESO/Digitized Sky Survey 2. Agradecimentos: Davide De Martin

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Fonte: Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês)

https://www.eso.org/public/images/eso1903c/

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Bolhas de novas estrelas

Caros Leitores;









Esta região deslumbrante de estrelas em formação recente na Grande Nuvem de Magalhães (LMC) foi capturada pelo instrumento Multi Unit Spectroscopic Explorer montado no Very Large Telescope do ESO. A quantidade relativamente pequena de poeira na GNM e a visão aguçada do MUSE permitiram que detalhes intrincados da região fossem detectados na luz visível.

Crédito: ESO, A. McLeod et al.

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Fonte: Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês)

https://www.eso.org/public/images/eso1903a/

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Observações MUSE e impressão artística do sistema estelar jovem HH 1177

Caros Leitores;






Este mosaico mostra, no seu centro, uma imagem real do jovem sistema estelar HH 1177, na Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia vizinha da Via Láctea. A imagem foi obtida com o Multi Unit Spectroscopic Explorer ( MUSE ) montado no Very Large Telescope ( VLT ) do ESO e mostra jatos sendo lançados a partir da estrela. Os investigadores usaram então o Atacama Large Millimeter/submillimeter Array ( ALMA ), do qual o ESO é parceiro, para encontrar evidências de um disco que rodeia a jovem estrela. Uma impressão artística do sistema, mostrando os jatos e o disco, é mostrada no painel direito.

Crédito: ESO/A. McLeod et al./M. Feiras de grãos

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terça-feira, 5 de dezembro de 2023

Acerca do Copernicus

Caros Leitores;















O Copernicus é o Programa de Observação da Terra da União Europeia, que analisa o nosso Planeta e o seu ambiente em benefício de todos os cidadãos europeus. Oferece serviços de informação baseados na observação da Terra por satélite e dados in situ (não espaciais).

O programa é coordenado e gerido pela Comissão Europeia. É executado em parceria com os Estados-Membros, a Agência Espacial Europeia (ESA), a Organização Europeia para a Exploração de Satélites Meteorológicos (EUMETSAT), o Centro Europeu para as Previsões Meteorológicas a Médio Prazo (ECMWF), as agências da UE e a Mercator Océan.

Estão a ser utilizadas grandes quantidades de dados globais provenientes de satélites e de sistemas de medição terrestres, aéreos e marítimos para fornecer informações destinadas a ajudar os prestadores de serviços, autoridades públicas e outras organizações internacionais a melhorarem a qualidade de vida dos cidadãos da Europa. Os serviços de informação prestados estão acessíveis aos utilizadores de forma gratuita e aberta.

Para saber mais, acesse o link

Fonte: Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) / 05/12/2023

https://www.copernicus.eu/pt-pt/acerca-do-copernicus

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