Quem sou eu

Minha foto
Sou economista, escritor e divulgador de conteúdos sobre economia e pesquisas científicas em geral.

Projeto do Edifício de Gravidade Artificial-The Glass-Para Habitação na Lua e Marte

Asteroide Bennu contêm os blocos de construção da Vida

Sonda Parker: O Sistema Solar Visto de Perto do Sol

Conceito Elevador Espacial

2º vídeo sobre o Conceito do Elevador Espacial

Hubble da NASA rastreia a história oculta da galáxia de Andrômeda

Botão Twitter Seguir

Translate

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Conheça o Projeto Suncatcher, uma iniciativa de pesquisa ambiciosa para ampliar a capacidade computacional de aprendizado de máquina no espaço.

Caro(a) Leitor(a); 









A inteligência artificial é uma tecnologia fundamental que pode nos ajudar a enfrentar os maiores desafios da humanidade. Agora, estamos nos perguntando para onde podemos ir a seguir para desbloquear todo o seu potencial. Hoje, anunciamos o Projeto Suncatcher , nosso novo projeto ambicioso de pesquisa para um dia escalar o aprendizado de máquina no espaço. Partindo desse futuro potencial, estamos explorando como uma rede interconectada de satélites movidos a energia solar, equipados com nossos chips de IA de Unidade de Processamento Tensorial (TPU), poderia aproveitar toda a energia do Sol.

Inspirados por outros projetos ambiciosos do Google, como veículos autônomos e computação quântica, começamos a trabalhar nas bases necessárias para tornar esse futuro possível um dia. Estamos entusiasmados com o fato de esta ser uma área de exploração crescente, e nossa pesquisa inicial, compartilhada hoje em um artigo pré-publicado , descreve nossa abordagem para o projeto, controle e comunicação de constelações de satélites, bem como nossos aprendizados iniciais com os testes de radiação das TPUs do Google.

Nosso próximo passo é uma missão de aprendizado em parceria com a Planet para lançar dois satélites protótipos até o início de 2027, que testarão nosso hardware em órbita, estabelecendo as bases para uma futura era de computação em larga escala no espaço.


Obrigado pela sua visita e volte sempre!

Para saber mais, acesse o link>

Fonte: Google Inovation / 04 /11/ 2025

https://blog.google/innovation-and-ai/technology/research/google-project-suncatcher/

Web Science AcademyHélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Divulgador de conteúdos de Economia, Astronomia, Astrofísica, Astrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias AmazonBook Mundo e outras

Livraria> https://www.orionbook.com.br/

Page: http://econo-economia.blogspot.com

Page: http://pesqciencias.blogspot.com.br

Page: http://livroseducacionais.blogspot.com.br

e-mail: heliocabral@econo.ecn.br

e-mail: heliocabral@coseno.com.br 

Brasil fará parte do maior observatório terrestre do mundo com instrumento desenvolvido no país

Caro(a) Leitor(a); 







Brasil integra o grupo responsável pela construção do núcleo central do espectrógrafo, o Instrument Core Subsystem (Icos), que integra todos os outros subsistemas. Divulgação: Projeção da estrutura do Icos/Mosaic/LNA.

Estrutura nacional vai funcionar no Extremely Large Telescope, em construção no Chile. Brasileiros participam do consórcio Mosaic, que constrói um espectrógrafo multi-objetos.

Unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o Laboratório Nacional de Astrofísica (LNA) participa do maior projeto da astronomia mundial da atualidade. Por meio do consórcio internacional Mosaic, pesquisadores brasileiros trabalham no desenvolvimento de um espectrógrafo multi-objetos que fará parte do Extremely Large Telescope (ELT), em construção no deserto do Atacama, no Chile. 

De responsabilidade do Observatório Europeu do Sul (ESO, em inglês), o ELT deve ser concluído na próxima década e será o maior telescópio óptico do mundo. O observatório vai ter o maior espelho já construído para a astronomia óptica e infravermelha, com 39 metros. Um dos instrumentos pensados para ampliar o alcance das pesquisas sobre evolução das galáxias e formação de elementos químicos é o Mosaic. 

NÚCLEO CENTRAL – O Brasil integra o grupo responsável pela construção do núcleo central do espectrógrafo, o Instrument Core Subsystem (Icos), que integra todos os outros subsistemas. O Laboratório Nacional de Astrofísica e o Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da Universidade de São Paulo (USP) são cossignatários do consórcio composto por 14 países. O pesquisador do LNA Bruno Castilho é responsável pela engenharia de sistemas do Mosaic.

“O LNA lidera a equipe de projeto e desenvolvimento do Icos e espera-se que o instrumento seja integrado e testado no laboratório de integração e testes da nova infraestrutura de laboratórios do LNA em construção no Parque Científico e Tecnológico de Itajubá (MG)”, explica. Ele acrescenta que a participação no projeto garantirá o acesso de pesquisadores nacionais ao ELT.

ESPECTRÓGRAFOS – Os espectrógrafos são equipamentos que decompõem a luz em diferentes comprimentos de onda. Os dados permitem identificar elementos químicos, medir movimentos e entender a formação de estruturas cósmicas. O Mosaic permitirá observar mais de 200 alvos ao mesmo tempo e será usado para estudar a formação de galáxias, elementos químicos e a distribuição da matéria desde os primeiros bilhões de anos do Universo até os dias de hoje. 

EQUIPE DO BRASIL – A equipe brasileira conta com 20 astrofísicos, que serão os principais usuários do instrumento, e dez engenheiros e tecnologistas. O projeto é liderado pela professora da USP Beatriz Barbuy, e o time deve aumentar ao longo do tempo. Os investimentos nessa etapa do projeto vêm da Fundação de Amparo à Pesquisa de São Paulo (Fapesp). Bruno Castilho considera que a participação do Brasil no projeto comprova a capacidade científica do país.

 “A participação tecnológica do Brasil numa parte crucial do instrumento demonstra a competência adquirida pelo país nesta área estratégica nas últimas duas décadas. Além do instrumento em si, que gerará dados astronômicos sem igual, a nossa participação propiciará a capacitação de engenheiros e estudantes em diversas áreas tecnológicas. Além disso, há a participação da indústria brasileira neste projeto ímpar, abrindo novos mercados internacionais”, pontua.

TÉRMINO EM 2032 – O pesquisador complementa que os trabalhos da equipe brasileira devem terminar em 2032. Em seguida, todas as partes fabricadas no Brasil serão montadas na França. A previsão é que o instrumento esteja operando no telescópio em 2038. A equipe tem o compromisso de seguir no projeto até que tudo esteja montado no ELT.

LABORATÓRIO NACIONAL DE ASTROFÍSICA – O Laboratório Nacional de Astrofísica tem sede em Itajubá (MG) e foi o primeiro laboratório nacional do país, criado em 1985, com a missão de realizar observações astronômicas e no desenvolvimento de instrumentação. Hoje, o LNA opera o Observatório do Pico dos Dias, em Minas Gerais, e gerencia a participação brasileira no Observatório Gemini (Havaí/EUA e Chile) e no Telescópio Soar (Chile), dos quais o Brasil é coproprietário.  A instituição é líder nacional e referência internacional no desenvolvimento de instrumentação científica para astronomia, exportando alta tecnologia.

>>> Conheça mais sobre o laboratório no site do LNA e nas redes sociais.

Categoria
Ciência e Tecnologia


Obrigado pela sua visita e volte sempre!

Para saber mais, acesse o link>

Fonte: Secretaria de Comunicação Social - Ciência e Tecnologia - Governo Brasileiro   / Publicação 27/01/2026

https://www.gov.br/secom/pt-br/acompanhe-a-secom/noticias/2026/01/brasil-fara-parte-do-maior-observatorio-terrestre-do-mundo-com-instrumento-desenvolvido-no-pais

Web Science AcademyHélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Divulgador de conteúdos de Economia, Astronomia, Astrofísica, Astrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias AmazonBook Mundo e outras

Livraria> https://www.orionbook.com.br/

Page: http://econo-economia.blogspot.com

Page: http://pesqciencias.blogspot.com.br

Page: http://livroseducacionais.blogspot.com.br

e-mail: heliocabral@econo.ecn.br

e-mail: heliocabral@coseno.com.br 

Aurora over Karkonosze Mountains

Caro(a) Leitor(a); 










Image Credit & Copyright: Daniel Koszela

Explanation: It was the first time ever. At least, the first time this photographer had ever seen aurora from his home mountains. And what a spectacular aurora it was. The Karkonosze Mountains in Poland are usually too far south to see any auroras. But on the amazing night of May 10 - 11, purple and green colors lit up much of the night sky, a surprising spectacle that also appeared over many mid-latitude locations around the Earth. The featured image is a composite of six vertical exposures taken during the auroral peak. The futuristic buildings on the right are part of a meteorological observatory located on the highest peak of the Karkonosze Mountains. The purple color is primarily due to Sun-triggered, high-energy electrons impacting nitrogen molecules in Earth's atmosphere. Our Sun is reaching its maximum surface activity over the next two years, and although many more auroras are predicted, most will occur over regions closer to the Earth's poles.

< | Archive | Submissions | Index | Search | Calendar | RSS | Education | About APOD | Discuss | >

Authors & editors: Robert Nemiroff (MTU) & Jerry Bonnell (UMCP)
NASA Official: Amber Straughn Specific rights apply.
NASA Web PrivacyAccessibilityNotices;
A service of: ASD at NASA / GSFC,
NASA Science Activation
& Michigan Tech. U.

Para saber mais, acesse o link>

Fonte: NASA / Publicação 12/02/2026

https://apod.nasa.gov/apod/random_apod.html

Web Science AcademyHélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Divulgador de conteúdos de Economia, Astronomia, Astrofísica, Astrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias AmazonBook Mundo e outras

Livraria> https://www.orionbook.com.br/

Page: http://econo-economia.blogspot.com

Page: http://pesqciencias.blogspot.com.br

Page: http://livroseducacionais.blogspot.com.br

e-mail: heliocabral@econo.ecn.br

e-mail: heliocabral@coseno.com.br 

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Animação da ressonância Schumann

 Caro(a) Leitor(a); 









A cada instante, cerca de 2.000 tempestades ocorrem sobre a Terra, produzindo aproximadamente 50 relâmpagos por segundo. Cada relâmpago cria ondas eletromagnéticas que começam a circular ao redor da Terra, aprisionadas entre a superfície terrestre e uma fronteira a cerca de 96 quilômetros de altitude. Algumas dessas ondas — se tiverem o comprimento de onda exato — se combinam, aumentando em intensidade, para criar uma pulsação atmosférica repetitiva conhecida como ressonância Schumann. Essa ressonância fornece uma ferramenta útil para analisar o clima da Terra, seu ambiente elétrico e até mesmo para ajudar a determinar quais tipos de átomos e moléculas existem na atmosfera terrestre.

As ondas criadas por raios não se parecem com as ondas do oceano, mas ainda assim oscilam com regiões de maior e menor energia. Essas ondas ficam aprisionadas dentro de um teto atmosférico criado pela borda inferior da ionosfera – uma parte da atmosfera repleta de partículas carregadas, que começa a cerca de 96 quilômetros de altitude. Nesse caso, o ponto ideal para a ressonância exige que a onda tenha o mesmo comprimento (ou o dobro, o triplo, etc.) que a circunferência da Terra. Trata-se de uma onda de frequência extremamente baixa, que pode chegar a 8 Hertz (Hz) – cerca de cem mil vezes menor que as ondas de rádio de frequência mais baixa usadas para enviar sinais para o seu rádio AM/FM. Conforme essa onda se propaga ao redor da Terra, ela se encontra novamente no ponto perfeito, de modo que as cristas e os vales se alinhem. Pronto, ondas atuando em ressonância umas com as outras para amplificar o sinal original.

Embora tenham sido previstas em 1952, as ressonâncias de Schumann foram medidas com precisão pela primeira vez no início da década de 1960. Desde então, os cientistas descobriram que as variações nessas ressonâncias correspondem a mudanças nas estações do ano, na atividade solar, na atividade do ambiente magnético da Terra, nos aerossóis de água na atmosfera e em outros fenômenos terrestres.



Vídeo: https://svs.gsfc.nasa.gov/vis/a010000/a010800/a010891/10891_Schumann_Resonance_H264_960x720_29.97_Apple_TV.webmhd.webm

Animação da ressonância Schumann na atmosfera terrestre.


Para obter mais informações

Para saber mais, acesse o link>

Fonte: NASA

https://svs.gsfc.nasa.gov/10891/

Web Science AcademyHélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Divulgador de conteúdos de Economia, Astronomia, Astrofísica, Astrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias AmazonBook Mundo e outras

Livraria> https://www.orionbook.com.br/

Page: http://econo-economia.blogspot.com

Page: http://pesqciencias.blogspot.com.br

Page: http://livroseducacionais.blogspot.com.br

e-mail: heliocabral@econo.ecn.br

e-mail: heliocabral@coseno.com.br 

Ao vivo: primeiro lançamento do Ariane 6 com quatro foguetes auxiliares.

Caro(a) Leitor(a); 










Para saber mais, acesse o link>

Fonte: Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) / Publicação 10/02/2026

https://www.esa.int/Enabling_Support/Space_Transportation/Ariane/Watch_live_first_launch_of_Ariane_6_with_four_boosters

Web Science AcademyHélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Divulgador de conteúdos de Economia, Astronomia, Astrofísica, Astrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias AmazonBook Mundo e outras

Livraria> https://www.orionbook.com.br/

Page: http://econo-economia.blogspot.com

Page: http://pesqciencias.blogspot.com.br

Page: http://livroseducacionais.blogspot.com.br

e-mail: heliocabral@econo.ecn.br

e-mail: heliocabral@coseno.com.br