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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

A banda cintilante da Via Láctea

Caro(a) Leitor(a);







A Fotografia da Semana de hoje mostra a infraestrutura emblemática do ESO: o Observatório do Paranal, localizado no deserto chileno do Atacama. Um dos Telescópios Auxiliares do Very Large Telescope do ESO ainda está com a sua cúpula esférica fechada, o que é pena pois está a perder esta vista maravilhosa da Via Láctea!

Na antiguidade, as pessoas não sabiam bem o que era a Via Láctea. O nome vem da sua aparência – uma faixa leitosa no céu noturno. Foi Galileu Galilei quem primeiro apontou um pequeno telescópio, que ele próprio construiu, para esta estrutura e percebeu que a Via Láctea era formada por inúmeras estrelas – uma descoberta revolucionária!

O nosso conhecimento da Via Láctea tem avançado consideravelmente: hoje sabemos que é composta por cerca de 100 a 400 mil milhões de estrelas de todas as idades, massas e cores. Localizado num braço espiral, a 25 000 anos-luz do centro, está o nosso Sol, sendo por isso a Via Láctea a nossa Galáxia natal. A partir da nossa posição, podemos ver muito bem o centro galáctico, como mostra esta imagem capturada pelo astrofotógrafo chileno Alexis Trigo. Apesar de vermos enormes faixas de nuvens escuras, esta região não tem de todo menos estrelas, antes pelo contrário. Estas manchas tratam-se de nebulosas escuras que bloqueiam a luz das estrelas que se encontram por detrás, dando assim a ilusão que há menos estrelas nesta região.

Observar a faixa cintilante da Via Láctea desde há séculos tem-se revelado uma experiência notável. Temos aprendido muito sobre a nossa Galáxia, mas há ainda muito por descobrir. Resta saber que descobertas revolucionárias o futuro Extremely Large Telescope do ESO nos revelará.


Autor / Crédito: Créditos: A. Trigo/ESO

Fonte:  Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) /  Publicação 16/02/2026

https://www.eso.org/public/portugal/images/potw2607a/

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Web Science AcademyHélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Divulgador de conteúdos de Economia, Astronomia, Astrofísica, Astrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias AmazonBook Mundo e outras

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